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Ficha de Alathor de Virgem

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Ficha de Alathor de Virgem

Mensagem por Alathor em Seg Fev 23, 2015 7:57 pm



Ficha de Alathor

Nome: Alathor
Idade: 17
Sexo: Masculino
Local de Nascimento:Desconhecido
Local de Treinamento: China
Veste: Armadura de Ouro de Virgem
Divindade: Atena



Aspectos Psicológicos: O Budismo é orientado pelos ensinamentos de Buda que pretende mostrar o caminho da libertação através da disciplina mental, meditação e desapego, para aliviar o sofrimento do ser humano levando-o a atingir o estado supremo de plenitude: o Nirvana. Alathor despertou do sono da ignorância e removendo todas as obstruções de sua mente, permitindo-lhe conhecer tudo sobre o passado, o presente e o futuro de forma direta e simultânea, completamente livre de todas as falhas e obstruções mentais. O rapaz é dotado de uma compaixão imparcial por todas as formas de vidas bem como sua abrangência emanada por todo o universo, além de possuir uma sabedoria e poder que estão além da concepção mundana, que acabou por conduzi-lo à sua libertação e à iluminação, permitindo que a mente do rapaz desenvolvesse um estado mental pacífico e virtuoso. O estado de iluminação atingido pelo cavaleiro lhe permitiu ver, bem como compreender, todos os fenômenos do universo de forma tão clara quanto uma joia na palma de sua mão, sem que nada pudesse obscurecer sua mente.  A força de sua compaixão o motiva a executar espontaneamente o que julgar apropriado para beneficiar aos outros, agindo apenas da maneira mais benéfica sem precisar pensar qual o melhor modo para fazê-lo, apenas fazendo naturalmente e sem esforços, pois assim como o sol não precisa se auto motivar para irradiar luz e calor, mas simplesmente o faz porque luz e calor é sua própria natureza, Alathor não necessita de automotivação para beneficiar os outros simplesmente porque essa é sua própria natureza e, bem como a lua reflete-se sobre a água sem esforço, suas emanações aparecem espontaneamente onde quer que as mentes dos seres vivos sejam capazes de percebê-las, ou seja, pode emanar-se sob qualquer forma para ajudar a quaisquer que sejam as formas de vida.
Aspectos Físicos: Uma expressão serena que transmite paz aos que o fitarem, em sua maioria permanece imutável, sem demonstrar sentimentos, tal qual o mais sereno dos lagos. O rosto possui traços finos, delicados e simétricos, bem delineados, a pele clara e sem cicatrizes lhe confere até um ar angelical. Os longos cabelos loiros permanecem sempre soltos recaídos por sobre as costas do virginiano, completamente lisos, delgados, lembram longos fios de ouros. Os olhos se mantem fechados, poucos são aqueles que já viram sua coloração, entretanto quem os viu vislumbrou de um tom azul único, tão pacífico quanto à imensidão anil do céu. Os lábios parecem terem sido desenhados, finos, quase nunca pronunciam algo, pois o cavaleiro costuma usar seu cosmo para se comunicar. O corpo possui uma estrutura bem delineada, embora não apresente hipertrofia muscular devido ao treinamento que recebeu tem uma resistência incomum, dotado de um metro e oitenta centímetros de altura e setenta e oito quilos, possui uma grande capacidade física, incluindo grande explosão física e técnicas de combate extremamente refinadas. Quando não está trajado com sagrada armadura de Virgem, costuma utilizar as vestimentas utilizadas pelos monges (lembram as togas), com adornos delicados em ouro e sempre de colorações claras e de cores vivas.
Habilidades:

Técnicas:

História

A despedida
“Heróis sem fim, uma eterna verdade vazia e perfeita...”.
Os rastros de destruição eram eminentes, quaisquer que fossem os lugares por onde se passassem os olhos estava destruído, a escuridão do céu parecia decidida a tingi-lo eternamente. A guerra não escolhia lado, “certos ou errados”, ela apenas fazia vítimas, notava-se isso ao observar corpos sem vida ao chão, pedaços de armaduras e sapuris e um “mar de sangue” que coloriam aquela paisagem mórbida. A guerra não se importa com laços, caso seja a sua vontade ela simplesmente o despedaça, e aquela não seria uma exceção, ao contrário seria a corroboração deste fato. A vida de amigos e inimigos se extinguia como estrelas cadentes ao rasgar o mais escuro céu, que parecia chover sangue, tamanha era a ferocidade do embate, a morte e a esperança se mais uma vez se confrontavam, por parte de Hades restaram seus poderosos Kyotos que, por sua vez, foram responsáveis pela maioria das perdas do exército opositor, conseguindo equilibrar uma guerra que parecia perdida, em oposição, Atena com apenas quatro santos de ouro sobreviventes, Áries, Virgem, Escorpião e Touro.

A luta se deu em campo aberto, a deusa da guerra e da justiça permaneceu firme ao campo de batalha, seu coração chorava sangue cada vez que presenciava a queda de um cavaleiro e com a chegada dos três juízes não havia outro meio de colocar um fim à guerra se não enfrentando diretamente o senhor do submundo. Ela avança em campo quando o juiz de Wyvern se interpôs em seu caminho, um guerreiro impetuoso e voraz cuja agressividade exalava por todo o seu ser, não tardou para atentar contra a vida de Atena, mas seu poderoso ataque foi parado pelo grande touro dourado da deusa que pediu que seus companheiros e sua deusa prosseguissem. Eles continuaram a seguir em meio aos jazidos, seus corações apertados já esperavam o inevitável, passada quase uma hora, todos param subitamente e uma lágrima finalmente rola dos marejados olhos da Deusa, o cosmo do poderoso e gentil touro dourado desaparecia juntamente com o de seu inimigo. Hades aguardava sua sobrinha em seu castelo, entretanto visto a derrota de um dos juízes envia Garuda, o mais veloz entre os Kyotos, e este não tardou a ataca-los, mas foi interrompido pelo cavaleiro de escorpião cujo poder era temido inclusive entre os santos dourados. Uma nova rinha se iniciava enquanto todos prosseguiam e logo já não mais podia ser sentido o cosmo dos que para trás ficaram, havia caído mais um santo e um Kyoto. A entrada para o grande castelo finalmente era visível, ainda que sentindo uma enorme dor pela perda, Atena e seus guerreiros sabiam que deveriam continuar e se manterem firmes, e assim o fizeram, entretanto diante deles aparecia o último dos Kyotos, Griffon, considerado o mais poderoso dos três, o cavaleiro de virgem então se voluntariou, Alathor se encaminhava para enfrentar o ultimo juiz do inferno, entretanto, não havia condições de Atena e Áries prosseguirem sem a derrota do inimigo. Um combate terrível se iniciava, o combate durou mais de uma hora, ambos estavam extremamente debilitados, o virginiano por sua vez sabia que não haveria outra forma senão entregar sua vida para derrotar o poderoso Griffon, uma grande explosão seguia e os dois são lançados em direções opostas.

O virginiano havia sido lançado à beira do lago que circundava o castelo, a água outrora azul era tingida de vermelho pelo sangue do cavaleiro que se esvaía, Atena e Áries correram até ele que com muito esforço, agora jazido aos braços de sua deusa pedia que seu companheiro protegesse Atena e com os olhos marejados pedia a deusa que salvasse a Terra e prometia que logo reencarnaria como cavaleiro para que pudessem novamente proteger o mundo juntos.

O nascimento
“Todas as forças são cegas, pois cada elemento conhece seu caminho e sua missão, caberá a ti espreitar essas forças para que não se perca em seu itinerário e assim nunca errará teu caminho...”.
A escuridão era intensa, o silencio absoluto, não havia nada, sem resquícios de qualquer tipo de existência, o repouso eterno não parecia tão ruim quando analisado sob essa ótica. O vazio parecia conter algo, uma vida, ainda que sem vida, um rastro de energia sem brilho, ainda que de forma sutil, emanava uma determinação singular, não se sabia o que poderia ser talvez apenas alguém de olhos fechados?

Um grito ecoava sem som, uma angustia agitava aquela escuridão serena, uma vontade incontrolável ansiava por cumprir algo, não havia olhos fechados ou abertos, na verdade não havia olhos ou olhares, apenas existia um sentimento tão profundo que aquele lugar já não mais poderia conter.

Uma luz dourada timidamente perfurava todo aquele negrume, era tão sublime que parecia ser divina, era como se as estrelas abrissem caminho para aquele brilho, que se tornava gradativamente mais intenso. A noção de tempo não existia ali, por isso não havia como determinar quanto tempo demorou, apenas que depois de um longo período aquilo que outrora era um manto negro agora parecia um céu cheio de estrelas e a sublime luz que outrora adentrava tímida, agora brilhava como uma bela lua cheia clareando o céu.

A vida aos poucos parecia perder a timidez e invadir aquele espaço uma voz sussurrava de encontro àquilo que jazia contido na escuridão e logo um brilho começava a emanar e tomar forma, uma pequena esfera de luz que de forma gradativa aumentava seu brilho e partia em direção ao céu agora estabelecido.

O brilho seguia ao mais alto lugar ao céu até repousar à constelação de virgem onde todas as estrelas reluziam um brilho intenso no céu e logo após a esfera de energia era lançada à Terra, após o ultimo sussurrar da voz terna e serena – “ É chegada a hora de iniciar uma nova caminhada e cumprir sua promessa”.

O Templo de Shaolin
“O fato de não haver nascimento, é a verdade suprema.”. – Buda
Um local de clima ameno, a Montanha Songshan não possuía variações climáticas constantes, sendo que sua temperatura mais baixa se dava em janeiro (0° C) e sua mais alta em julho (27°C), é composta por várias montanhas que se elevam a 1.500 metros em Dengfeng, distrito da província de Henan – China, possuindo 36 picos que se estendem por 64 km entre as cidades de Luoyang e Zhengzhou. A porção central da montanha abriga um local, que ficou conhecido por atos heroicos e poderosos guerreiros que o defenderam desde tempos remotos, o Templo de Shaolin.
O céu noturno sobre o Templo de Shaolin se encontrava estrelado, a lua cheia iluminava todo o local, o vento soprava suave, a temperatura amena tornava propício o apreciar daquela paisagem. Um monge por nome de Ta Mo meditava à luz do luar, a sua respiração parecia sincronizada com o soar do vento, seu corpo estava harmonizado com todo o local era como se ele nem estivesse ali.

A meditação do monge não parecia poder ser interrompida, contudo um brilho intenso seguido por um choro agudo fazia-o abrir seus olhos e para sua surpresa em seus braços havia uma criança. O olhar estava fixo na criança sem entender o que acontecia, sua mente estava surpresa e seus olhos não conseguiam crer no que acabava de presenciar, então em sua mente ecoava uma voz, que Ta Mo conhecia bem.


“Ta Mo, o espírito desse guerreiro mais uma vez despertou para lutar ao meu lado, assim como ele havia prometido. A sua missão é guiar essa criança até a iluminação, esta é a sua tarefa e deverá se dedicar à ela com todo o coração.”

O monge se levantava com a criança e seus braços e adentrava o templo, sua mente enxergava com clareza e seu coração guiava seus passos para que pudesse cumprir sua missão.
A infância
“Toda grande caminhada começa com um simples passo”. – Buda
O treinamento no Templo de Shaolin, era árduo, visava preparar a mente e o corpo. O bebê agora já com 4 anos ainda não havia recebido um nome e estava sob os cuidados de Ta Mo que o treinava separadamente. O treinamento durou 3 anos, primeiramente durante 4 horas o garoto permanecia como se estivesse sentado em um banco imaginário aguardando pacientemente diante de uma enorme mesa de madeira um monge lhe trazer algo para comer, a refeição era um pedação de pão e uma tigela sem fundo, a criança deveria colocar o pão no fundo da tigela e degustar seu chá após o monge mais velho tê-lo feito. Após isso era lhe dado uma vassoura e ele deveria varrer todo o templo a depois limpar as dependências, sua humildade e paciência eram colocadas a prova, a necessidade de se trabalhar muito e descansar pouco serviam para ensinar o “sem nome” a se libertar do pensamento “Tempo” que não passava de pura ilusão. O treinamento de artes marciais consistia primeiramente em calejar o corpo e sendo assim durante algumas horas o garoto recebia os golpes de Ta Mo sem revidar, após isso a criança começaria a imitar os passos de seu mestre. A última parte do treinamento diário estava relacionada aos estudos, caligrafia, poesia, acupuntura, massoterapia, cozinhar, colher ervas medicinais e preparar remédios, ler sânscrito e vários idiomas.

O menino agora com nove anos finalmente quebrava seu silêncio e questionava Ta Mo sobre quem ele era, porque havia sido separado das outras crianças e qual o motivo de não ter um nome. O monge fitava o garoto e lhe contou o que aconteceu e orientou o jovem a seguir para a caverna que ficava ao fundo do templo e que se sentasse lá para meditar até que pudesse encontrar suas respostas. Uma reverencia era feita pela criança que agora trilharia só o caminho para descobrir a si.

Alathor- O guardião da Casa de Virgem
“A meditação traz a sabedoria, a sua falta deixa a ignorância, reconhece o que lhe direciona para frente, bem como, o que lhe prende para trás e escolha o caminho que lhe guiará à sabedoria.”. – Buda
A caverna úmida, escura, fria e vazia cordialmente recebia o “sem nome” que após alguns minutos de caminhada se sentava para iniciar sua meditação em busca do autoconhecimento. A sua permanência dentro da caverna se deu por 10 anos, onde meditou ininterruptamente.

Durante os primeiros 3 anos o jovem finalmente compreendia a samyagdṛṣṭi (o “direito de ver”) e suas visões lhe mostravam um brilho intenso e terno, como um sol que derramava sua luz, após isso via a si sob um céu prateado em meio a um mar de estrelas e diante de si vislumbrava um homem trajando uma veste dourada, ferido mortalmente, nos braços de uma mulher e outro rapaz igualmente vestido, pareciam armaduras, contudo tirando a cor pareciam diferentes. Um sentimento de angustia e dor invadia o coração do menino que ainda não havia experimentado esses tipos de sentimento, era como se a dor daquele ferido fosse sua e logo uma voz ecoava em sua mente e ele sabia quem era - Buda.


“Feliz é você pequenino se vencer o egoísmo, alcance a paz, encontre a verdade, pois ela te libertará dessa dor e do mal, afinal não há no mundo libertador igual. Confiai na verdade, mesmo que ainda não a compreenda, ainda que pareça amarga a sua doçura.” – Buda

As palavras acalantavam seu coração e logo o jovem se acalmava retomando sua meditação e agradecendo ao conselho que havia recebido e assim aquela criança adquiria total confiança nas “três joias” (o Buda, o Dharma e a Sangha).

A mente serena do garoto permanecia por mais 3 anos, sem visões ou vislumbres de um passado, apenas o vazio, aos poucos uma luz enfraquecida passava a emanar ao seu redor, contudo ao final do terceiro ano uma nova revelação lhe é feita. O menino visualizava novamente a moça e os dois trajados de dourado e ouvia uma promessa feita a garota e logo depois via sua alma se misturar a do jovem que estava à beira da morte e logo ressurgia no Templo de Shaolin como um bebê nos braços de Ta Mo. Os olhos do jovem lacrimejavam seu coração estava quente, embora sua mente ainda permanecesse imutável, então novamente Buda lhe falava.


“Alegra-te jovem, a tua vontade te fez renascer e a tua promessa sincera, livre de maldades ou interesses mundanos te guiaram até aqui. Lembra-te que milhares de velas podem ser acesas de uma única vela e ainda assim isso não encurtará a vida da vela. A felicidade e o amor nunca diminuem ao serem compartilhados.”

A luz que envolvia o garoto, outrora fraca, começava a se intensificar, seu coração permanecia quente, embora suas batidas permanecessem serenas, a mente do menino finalmente alcançava o Sakadāgāmī (o caminho do retorno imediato) e através do seu último renascimento como humano atingiu o estado onde iria alcançar a iluminação por meio do Arahant (“puro” – onde a mente está livre de contaminações).

O adolescente estava em um estado de meditação ainda mais profundo e durante os 3 anos seguintes permanecia imóvel, havia se tornado um só com a caverna, a energia de seu corpo emanava como a água de uma fonte, todavia não era possível senti-la, o ambiente não parecia ter qualquer tipo de presença. A visão que havia tido durante os seis anos passados ao final desse terceiro ano havia se modificado, ele observava o corpo do jovem de trajes dourados, outrora ferido, agora completamente curado e diante de si, o dourado revelava toda a história desde o seu nascimento até a sua morte e apontava para o solo mostrando o corpo do menino renascendo em outro plano. O jovem permanecia inalterado apenas a energia que envolvia seu corpo crescia ainda mais e então Buda tornava a lhe falar.


“A nossa existência é transitória como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte dos seres é como olhar os momentos da dança. A duração da vida é como o brilho de um relâmpago no céu, tal como uma torrente que se precipita montanha abaixo.” – Buda

As palavras de Buda fizeram o garoto despertar sua consciência cósmica e assim a última Anāgāmī havia se desligado dos 5 mais baixos grilhões que ligavam a mente ao ciclo do renascimento permitindo ao jovem renascer em um dos mundos da Rūpadhātu, ou mundo “Abodes Pura” onde ele finalmente alcançaria o nirvana.

O décimo ano finalmente chegava e a energia que circundava o corpo do jovem parecia quase divina, era serena, nobre, terna e acalentadora e sua ultima visão chegava ao final desse ultimo ano. As revelações haviam cessado, já havia conhecido todo o seu passado, vivenciava o presente e finalmente vislumbrava o futuro, apenas a morte de seu corpo era visualizada e então Buda novamente se manifestava.


“Praticar o bem, abster-se do mal e purificar seus pensamentos, são os mandamentos de todo iluminado. Só há um tempo em que é fundamental despertar e esse tempo é agora.”

As palavras de Buda ecoavam por todo o corpo do jovem que finalmente tornava-se um Arahant e se libertava do Samsara e atingia o Nirvana. Uma enorme explosão de luz emanava da caverna, o clarão durou por algumas horas até que o jovem finalmente abandonava a caverna de olhos fechados e seguia em direção ao Templo de Shaolin.

A sua chegada ao templo parecia aguardada por todos, assim que o jovem chegou ao templo a procura de Ta Mo, o mesmo, juntamente com todo o templo, o reverenciava. O garoto, diante daquela cena, convidou seus irmãos para meditar consigo e logo que se iniciava a meditação ele emanava uma energia dourada e se comunicava com todos por meio dela.


“Meus irmãos me chamo Alathor, não sou um Deus, tão pouco um homem, sou vocês assim como vocês são o meu “eu”. Cada um é senhor de si e deverá depender de si e, portanto deverá controlar a si”.

O corpo de Alathor passava e emanar uma luz intensa que ofuscava todo seu corpo e ao dissipar da luz, seu corpo já não mais se encontrava no Templo de Shaolin, se encontrava dentro de uma casa de arquitetura grega e diante de si uma vestimenta dourada que representava a constelação de virgem.


Legendas

Narração

"Pensamentos"

Falas de Alathor

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Alathor
Cavaleiros de Ouro
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Ficha de Personagem
HP:
600/600  (600/600)
Cosmo:
600/600  (600/600)
Nível: 1

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Re: Ficha de Alathor de Virgem

Mensagem por Athena em Seg Fev 23, 2015 8:35 pm


aprovado



Bem... Sua ficha está mais do que aprovada, a beleza de sua história me deixou sem palavras para elogia-la. A forma cativante como redige torna a leitura prazerosa e indubitavelmente cativante. Bem vindo ao Reino de Athena Cavaleiro de Virgem.
Créditos finais: Saint Battle of Gods
Athena
Olimpianos
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Ficha de Personagem
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100000000/100000000  (100000000/100000000)
Cosmo:
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