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Ficha de: Ragnarök de Pégaso.

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Ficha de: Ragnarök de Pégaso.

Mensagem por Ragnarök de Pégaso em Sex Mar 13, 2015 2:32 pm


Nome: Anne D'Arc mudou-se para "Ragnarök"*
Idade: 17 anos.
Sexo: Feminino
Signo: Sagitário
Reino: Athena
Veste: Amazona de Pégaso.

Psicológico:

A Anne (Ragnarök) é uma pessoa que luta para tomar as rédeas do seu destino. Não gosta de depender de ninguém, nem mesmo dos cavaleiros; NENHUMA PESSOA. É hábil e esperta, em geral consegue o que quer da vida. Mas deve combater a ansiedade e desenvolver o sentido de vida em comum; quando o comportamento mudo que fica irritada de quem a provoca, na hora de explosão, ela se torna uma mulher mais violenta e explosiva. Isso cobre todos os medos que ela tem. Tem dificuldade em se relacionar com os outros. É meio ríspida e arrogante, explosiva e impulsiva e não aceita que a julguem por ser mulher, e quer provar pra todos que pode ser tão forte quanto um cara. Ela tem uma personalidade muito forte e ao mesmo tempo muito bondosa, ela é muito caridosa e muito esforçada para cuidar de seus amigos e companheiros do santuário, também é muito esforçado quando se refere a aumentar suas habilidades, está sempre querendo ficar mais forte e se culpa muito quando não consegue proteger a quem ela ama, às vezes fica irritada quando tentam chantagem contra ela. Torna-se mais forte e mais ignorante contra os inimigos, mesmo que interfira as batalhas dos seus companheiros. Sempre bate o pé e se coloca na frente para impedir, e é capaz  de superar o seu cosmo com atitude de moleque. Às vezes tem uma mania péssima, que é soltar os palavrões quando se irrita. Desde que recebeu a sua educação e a convivência de Viking.

Aspectos Corporais:

Os cabelos são meios curtos, cheios replicados com os tons pedaços pretos azulados. Os olhos são celestes, com traços que parecia uma criança inocente que demonstra uma expressão ingênua. O seu corpo tem poucas cicatrizes ao devido de queimadura por causa acidente; pode parecer um homem, na realidade é uma mulher. Tem cara de quinze anos, mas a idade engana e a aparência também. O seu corpo parecia ter uns quinze anos também, mesmo os bustos são escondidos sem revelar. A altura é 1.75m, os bustos são 50 e o peso são 70kg. O seu corpo é massa muscular, como estilo de viking por sua convivência. A vestimenta se acostuma em usar dos dois mundos: Usar em roupas de frio, como os vikings usam com as peles e roupas pesadas para serem usados nas guerras. E na cidade de Grécia, Itália e entre países onde ela possa viajar, usa as roupas de masculino para não se misturar com outras pessoas. Se apega mais a vestimenta de asgardiano/vikingianos do que atual das mulheres usam.

Habilidades:

Em construção.

Técnicas:

Em construção.

Historia:

ANNE D’ARC, nascida em Toulouse, na França, é uma criança muita bonita e elegante. Era uma garotinha bastante educada e meiga, com a família rica e as empregadas a cuidavam com amor e carinho. Ela considera as empregadas como fossem suas irmãs mais velhas, até uma senhora de idade como fosse sua segunda mãe. Os pais da Anne estão ausentes e trabalhando bastante sem tempo de ficar com a filha. Em pleno da noite, os pais estavam dormindo no quarto. Há os misteriosos invadiram, saquearam a mansão, roubaram as mulheres empregadas, etc. Até a própria Eni, conseguiram matar os homens até o pai dela. As empregadas conseguiram escapar e levaram a pequena Anne, junto com a mãe. Pegaram o barco para escapar. Às três da manhã, o barco passou por uma tempestade tremenda: relâmpagos por todas as partes, ventos fortes e chuva. Um raio acertou uma das velas do barco enquanto ele navegava o Oceano Pacífico. Os monstros encontraram as empregadas e a mãe da Anne, as mulheres conseguiram joga-la a Anne para esteja viva. Ela viu os sofrimentos e as mortes que jorrava os sangues no barco, pegou os fogos queimando-as. Ela gritava desesperada, apoiada nos pedaços de madeira. Machucou-se durante a queda do navio, quase afogou de tanto apanhar os tubarões. Ela dominou a habilidade que abriu as asas longas como uma luz de "Pégaso", voou para a pequena brisa praia da Ilha, mas ela conseguiu sair antes disso, apesar de não ilesa. Ferida e deitada no chão, com queimaduras que tentava esconder.

Ao fugir, foi parar na praia e, desmaiada, não percebeu um misterioso homem que a encontrou. Ele preocupou-se com a garotinha machucada, que mal respirava e estava com queimaduras. Levou-a para a casa para ficar em repouso, ficou três meses deitada na cama, e não desertara. Mas passado este tempo ela acordou, e viu uma mulher de cabelos longos, com tranças e aura claríssima. Claramente descendia dos vikings. Estava curando os ferimentos no corpo da Anne. Ela foi parar na ilha Viskby. O mais curioso era que a menina não lembrava o próprio nome, ou o sobrenome da família, e até mesmo sua infância. O homem viking chamava-se Ragnar, irmão daquela mulher viking, que se chamava Lagertha. A garotinha estava sob os cuidados de Ragnar durante todo o tempo, E até recebe um nome, diferente e simples: “Ragnarök”. O nome foi dado graças à luz no meio da praia, perceberam que ela foi destinada pelos deuses e a mulher Lagertha que deu o nome que tem a ver tudo com a história. A agora a menina Ragnarök olhava para a Lua todas as noites, confusa por não lembrar-se dos acontecimentos e de sua família. Numa destas noites, Ragnar aproximou-se e perguntou se ela vira a “aura” que rondava Lagertha. Ela respondeu que sim, e ele sorriu. Explicou que aquilo chamava-se “cosmo energia” e que, se ela conseguia enxergar, era bem provável que também possuía esta força. E que, com quase 100% de certeza, foi o cosmo latente na menina que a salvou da morte, mas também a exauriu ao ponto de entrar naquele “coma” de três meses. Dito isso, Ragnar ofereceu-se para treiná-la na arte do combate e da manipulação do cosmo. Como forma de gratidão por mais aquele ato de bondade, a menina aceitou a oferta. Perguntou-se o que era a marca nas costas, que parecia uma tatuagem, desenhada em asas como “Asas” e ela respondeu que não se lembrava. Ele desconfiou por que viu a pequena Ragnarök voando com aquelas asas longas que lhe parecia “Anjo”.

O agora Mestre Ragnar a treinou para se tornar uma guerreira. Com muito esforço, noites mal-dormidas e ferimentos diversos ao longo dos anos, ela dominou técnicas impressionantes. Com quinze anos, brigava muito com os garotos da aldeia. Eles zombaram dela e a chamaram de “frágil, lésbica, machona” e outros nomes não muito agradáveis. Diziam que ela não é capaz de proteger-se, mesmo com as técnicas de luta e o tal “cosmo” do qual o mestre dela tanto falava. Por causa disso, Ragnarök ficava irritava e agia estupidamente com as pessoas que a judiavam. Tirando seu mestre e Lagertha, a única pessoa com quem se importava era seu melhor amigo na infância que treinou com ela: Björn. Ele nunca ligou para o jeito de ser de Ragnarök, e até gostava da forma estabanada com a qual ela comportava-se. Era um menino tímido e puro. Entre os garotos da aldeia, tinha o apelido de “Afeminado”. Ragnarök o defendia, brigava e espancava os garotos até eles sangrarem. Recebida de forma costumeira alguma punição do Ancião da aldeia, que dizia que ela era a responsável por criar os problemas, e que arrumava confusão por falta de educação. Ragnar tentou mudar seu comportamento para ser pessoa melhor aos olhos dos outros. Mas sempre a provocavam e o Björn; isto a deixou ríspida, pois não aguentava mais as brincadeiras deles. Sua paciência acabou.

A jovem decidiu fugir, para esconder-se do mundo e de quem fazia-lhe mal. Seus verdadeiros amigos a procuraram, nas ninguém e encontrou. Até que Ragnar teve um estalo de memória; sabia onde ela costumava esconder-se quando estava tão furiosa daquela forma. Encontrou-a numa caverna que ficava escondida por samambaias-choronas, sentou-se ao lado dela e, enquanto conversavam, começaram a rir. O riso esmoreceu lentamente, dando lugar ao clima de romance que já impregnava os dois há algum tempo; os rostos aproximaram-se, as mãos tocaram-se e o terno beijo entre o jovem mestre e a aprendiz-moça aconteceu. Aquilo, a Ragnarök tinha os sentimentos fortes pelo mestre que foi primeiro amor à vista quando o viu, mesmo ele contando que ele se apaixonou por ela quando viu a Lua brilhava, ela descia com asas longas que tinha o olhar bonito. A Ragnarök foi apelidada de “Anjo” ou “Céu” pelo Ragnar em particular como fosse seu amor da vida.

Horas de conversas, abraços e confissões depois, eles foram interrompidos por uma forma maléfica, obscura e mortal que se aproximava da ilha. Ragnar conhecia aquele tipo de maldade: eram espectros e monstros desconhecidos. Foram enviados por desconhecidos ordens para destruir a ilha Viskby onde os estrangeiros sobrevivam naquela ilha que os vikings os ajudavam e qualquer partidário de vikings, asgardianos, e etc; que estivesse lá. A dupla correu até a aldeia que estava pegando o fogo, ouvindo horrendos gritos de dor e agonia, proporcionados por tanta matança. Tanto sangue foi jorradas que pequenas valetas vermelhas surgiram no chão. Toda aquela destruição ordenada por um deus desconhecido a deixou mais enfurecida. Batia nos inimigos sem dó, usava suas técnicas e conseguia derrotar alguns espectros. As crianças choravam, apavoradas; mulheres foram violadas e mortas pelos subordinados do Imperador das Trevas e a Destruição. Ela conseguiu vingar as almas dos recém-mortos, quando viu algo que a apavorou por completo.

Um desconhecido monstro conseguiu matar seu amado mestre com um golpe traiçoeiro, dado à queima-roupa enquanto Ragnar lutava com outro inimigo. Parecia algo bobo, mas ela o xingou de todas as palavras de baixo calão que conhecia, enquanto sentia o homem pressioná-la de encontro ao chão sem nem mesmo tocar nela. Quase cedeu totalmente, tamanha era a exaustão que aquela habilidade infligia. Mas seu cosmo, desperto de forma mais ampla em momentos de fúria e desespero, uma vez mais estava ali para ajudá-la, empurrá-la, protegê-la. O momento do despertar completo da cosmo-energia finalmente chegara. Uma luz branco-azulada envolveu-a e contornou-a. Uma parte dele subiu, mostrando a reaparição e o renascimento do lendário Pégaso.

Ragnarök ouviu um grito sair de sua garganta, formando palavras fortes e amedrontadoras, que proferiam um nome imponente, usado como título de seu agora primeiro golpe completo: “Plasma de Cometa”. Aquela explosão de energia, velocidade, fúria, e tristeza atingiu ao monstro traiçoeiro, derrotando-o. Deixou-o, e somente pela vontade de um Deus poderia voltar, mesmo que o monstro traiçoeiro conseguiu ficar em pé com expressão surpreso. Em ouvir que o Deus desconhecido havia mandado que ele voltasse para o local onde pertence, ele acabou deixando a Ragnarök viva. A guerreira não conseguiu ficar em pé; caiu de joelhos, com o corpo dolorido e machucado. Acabou desmaiando e, na inconsciência, ouviu uma voz feminina, cândida e absolutamente pura ecoou em sua cabeça. A figura mitológica da deusa Athena repetia vagamente: “Pégaso... Pégaso... Você é a Amazona de Pégaso. O verdadeiro poder ainda reside dentro de você”. A Deusa contou que o mestre sabia que ela era especial quando viu a praia, quando ainda era uma garotinha ferida e assustada. Ele viu o que cosmo dela era o sintonizado com o próprio Pégaso, e que ela nascera para uma missão importante, mesmo não se lembrando de sua origem, seu verdadeiro nome ou sua vida antes de Ragnar encontrá-la. Ele deu-lhe um nome que era o destino dela, mas não era somente isso; o poder estava intimamente ligado àquilo. Não era apenas “O destino dos deuses”, mas sim “É aquele que está destinado dos deuses que enfrenta todos os mistérios” Ragnarök deveria tornar-se àquela pessoa predestinada, com uma clara Missão nesta Terra: lutar para salvar o mundo e combater o mal que quer dominá-lo. A jovem era a reencarnação de uma alma se chama PÉGASO, que existiu nos tempos da Grécia Mitológica. Aquela alma de Pégaso, que nasceu e lutou lealmente ao lado de Athena, e agora retornou como Ragnarök, para reaver seu papel de fiel protetora da Deusa. As lembranças sobre seus antepassados agitaram sua mente, e logo acordou. O primeiro rosto que enxergou foi o de seu melhor amigo, Björn. Viu que o seu mestre e amado jazia ali perto, sem mais um fio sequer de vida. A armadura de Pégaso agora pertencia a ela, e isso não poderia ser negado, tamanha a sincronia entre a força da vestimenta e o cosmo da garota. Ragnar prometera à Athena que protegeria aquela vestimenta, até que Anne D’Arc – agora Ragnarök – pudesse usá-la de forma plena. Ela finalmente entendera o porquê de ter renascido: lutar ao lado da Deusa, em nome dos guerreiros da Justiça que já se foram.  A agora nova amazona, então, enterrou o seu amado mestre. Despediu-se de Björn, que prometeu reencontrá-la no Santuário, quando ele mesmo conseguisse a honra de ser um cavaleiro. No dia seguinte, levou a sua urna de Pégaso e partiu para a Grécia, para encontrar a Deusa Athena, e juntar-se à Guerra Santa que, uma vez mais, começaria. Com um triste, porém terno sorriso, a garota começou sua viagem, murmurando seu lema favorito.



OBS:* Ragnarök em tradução: “O destino dos deuses” em conto da Mitológica Nórdica.



Última edição por Anne.Sora em Sab Mar 14, 2015 5:34 pm, editado 1 vez(es) (Razão : História postada ! ;) Falta as técnicas e as habilidades serão postados em outro local... ;))
Ragnarök de Pégaso
Cavaleiros de Bronze
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Re: Ficha de: Ragnarök de Pégaso.

Mensagem por Pandora em Sab Mar 14, 2015 5:56 pm



aprovado




Sua ficha em si preencheu e ainda sobrou pontos a se contar para o rank de sua veste. Boa narração uma organização exemplar e palavras de fácil entendimento e um excelentíssimo contexto. Está em conta que tiveram alguns erros, porém não me fez parar ou sentir incomodada ao ler. 

Tomando nota que não postou habilidades e nem técnicas o que fora dado sua razão. Poderá postar no tópico especializado.

Bem-Vinda ao santuário e boa sorte. 

Créditos finais: Saint Battle of Gods
Pandora
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