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Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

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Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Ter Abr 12, 2016 8:43 pm


T O U R O



Touro Solitário


Uma manhã sossegada no Coliseu do Santuário de Atena, brisa refrescante e um sol baixo, aspirantes a cavaleiros se empolgavam ao ver que um santo dourado assistia suas lutas na arquibancada, mas não era a luta que matava o meu tédio naquele momento e sim o barril de cerveja que carreguei da Casa de Touro até o as arquibancadas do Coliseu. Desde as eras mitológicas os Cavaleiros passam por estes tipos de treinamentos para se graduar futuros defensores de Atena, muito passam como Bronzes e dependendo da sua habilidade até mesmo ao nível de um Cavaleiro de Prata, mas nós os Cavaleiros de Ouro somos escolhidos a dedo por cada constelação assim acredito. Perto dali era possível observar um grupo de aspirantes e seu líder aparentemente era um dos indicados a se tornar um cavaleiro na próxima ocasião, um tanto nostálgico para mim que em um curto momento vi naquele aspirante a minha imagem dezoito anos atrás. Meu elmo era ofuscante e por isso retiro-o da minha cabeça deixando ao meu lado, a brisa soprava em meu rosto e refrescava como nenhuma outra, dei mais um gole no meu copo de cerveja e saciei a minha sede no momento, um modo de empolgar aquele era elevando o meu cosmo e mesmo sentado pude fazer o Coliseu sentir a presença de um Cavaleiro de Ouro, muitos olhavam de forma admirável e outro assustados com o tremor. - HA HA HA HA, estou brincando, continuem crianças. - Acalmei os ânimos da garotada.

Observei o local esperando que pudesse encontrar algum cavaleiro para me acompanhar com a cerveja ou para conversar, algumas pessoas recém chegadas tinham se tornados Cavaleiros de Ouro e isso me animava em fazer novas amizades. Dei mais um gole, mas a cerveja havia acabado e precisei por um pouco mais abrindo a tampa do barril, meu copo adaptado para bastante bebida assim como na Alemanha por onde andei algumas vezes e tive o privilegio de receber este copo de uma pessoa. O Sol não se tornava forte com o passar do tempo e nem parecia ser manhã um pouco estranho, mas observando direito o clima mudava aos poucos as nuvens começava lentamente a encobrir o céu, a brisa ficava mais fresca mesmo sem indicar sinais de chuvas no momento. Parado e sentados eu estava e naquela mesma postura continuei, quem sabe o destino poderia me agradar com alguém para conversar.




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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Albafica de Peixes em Qua Abr 13, 2016 11:13 am




Albafica de Peixes


Mais uma manhã se iniciava no santuário, a brisa refrescante trazia um clima suave e gostoso para aquele dia. Do interior da décima segunda casa, Albafica se via mais empolgado que o comum. "Talvez fosse um bom dia para passear pela vila Rodorio", pensou.

Como todos sabem, o cavaleiro de ouro de Peixes vive a maioria do tempo isolado em sua casa, poucos o viram caminhando pelo santuário, afinal ele só costuma deixar sua casa para partir em missões (geralmente sozinho) ou para responder a alguma convocação do Grande Mestre.

Porém, o que poucos sabem é que Albafica possuí um costume peculiar: Vez ou outra o cavaleiro de Peixes desce até o vilarejo que se encontra aos arredores do Santuário e passa algumas horas caminhando pelo local.

Por viver sozinho, Albafica pouco conhece da vida em "grupos"  e por isso admira a maneira feliz com que aquelas "pessoas normais" vivem. Os moradores daquele local  por saber da importância de um cavaleiro de ouro, nunca o incomodam isso ajuda a evitar a aproximação de pessoas o que as mantem seguras, segundo sua própria visão.



O Jovem Holandês então inicia seu trajeto pelo santuário, mesmo sendo um cavaleiro de ouro, Albafica sempre fora muito discreto, sempre andando pelas sombras e com boa parte do rosto encobertas por seu longo cabelo, como isso conseguia passar despercebido por seu caminho, na verdade todos notavam sua presença mas devido a sua fama, quase nunca procuravam interagir com ele.

Muitas eram as lendas sobre o cavaleiro de Peixes, os boatos variavam desde o considerarem um bom homem e  se estendiam até questionarem sua estadia no santuário, o fato é que somente tinham certeza de seu imenso poder (apesar de sua aparência formosa) e de que era o filho de Rugonis de Peixes, um dos mais respeitados cavaleiros de ouro que morrera misteriosamente há alguns anos atrás.




O "Veneno Encarnado" como era conhecido, estava agora passando próximo ao Coliseu quando sente uma poderosa Cosmo energia se expandir por alguns segundos. Logo essa elevação de energia chamou sua atenção e quando olhou para a arquibancada, viu que Alexander de Touro ali estava sentado tomando sua cerveja e se divertindo com a admiração e espanto dos aspirantes á cavaleiro que ali treinavam.

A fama do cavaleiro de Touro era muito comentada pelos moradores do Santuário, um dos mais poderosos e velozes cavaleiros de todos os guerreiros de Atena, claro que seu feitio pelo álcool também era conhecido, mas nem mesmo isso era capaz de apagar seu legado.



" Ele parece estar se divertindo... " - Pensou. A maneira como aquele homem se divertia ali tomando sua cerveja acabou por chamar sua atenção, Albafica então resolveu mudar seus planos, ao invés de descer até Rodorio, caminhou até a arquibancada e sentou-se próximo ao santo de touro para observar o treinamento dos mais novos.

Estavam a aproximadamente 1,5 metros de distância um do outro, a brisa lançava seus longos cabelos azuis ao vento enquanto seu olhar procurava por algum sinal de felicidade dos que ali estavam dando sua vida pela chance de se tornar um cavaleiro de Atena.



- Acha que eles parecem felizes com a vida que vivem, Alexander? - indagou seu companheiro com seu tom de voz frio e sereno.Não esperava uma resposta, apenas estava indicando que dessa vez não se importaria em ter alguns minutos de conversa, embora não gostasse de interagir com os outros Albafica sempre se manteve respeitoso com os demais cavaleiros de ouro.


 
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Qua Abr 13, 2016 7:15 pm


T O U R O



...


Tanto tempo bebendo que nem conseguia ficar embriagado independente de quanto álcool ingerisse. A brisa um tanto fria me lembrava as tardes que passei na Noruega era tão refrescante que chegava a pensava que já mais sairia daquele local, o sol felizmente não é tao forte na Grécia como é no Brasil por exemplo e isso é um vantagem enorme de viver pelo Santuário. E diante de tantas coisas nostálgicas és que me aparece um Cavaleiro cujo a aparência bela e delicada não transparecia que era tão poderoso, Albafica de Peixes. Parecia nada feliz com minha brincadeira e percebi pela sua voz. - Oh, Albafica de Peixes. - Olhei para meu lado observando-o. - Eles são parecidos comigo, eu não fui nem um pouco feliz no começo. Mas é um caminho sem volta a felicidade por esse meio só depende deles. - Respondi ao Cavaleiro. Certamente ele não deveria ser fã de bebida, mas pegaria mal não oferecer nada a ele, com isto peguei um copo e coloquei meia cerveja deixando do seu lado caberia a ele aceitar ou não. Não imaginei que um dia estaria sentado com o Cavaleiro de Peixes conversando normalmente, para alguém que quase não saí da última casa ele é um tanto anti-social.

Dei um gole na minha cerveja ela era de fabricação Alemã então é um das melhores do planeta, um momento raro em que Cavaleiros de Ouro se encontram no Coliseu certamente que Aspirantes se inspiram em nós, mas aqueles que tanto treinavam pareciam nervosos com nossa presença. - É raro ver-lo longe de sua residência, Albafica. Sinto-me honrado em dialogar com você. - Pausei - Como tem passado, companheiro? - Perguntei de forma calma levando o diálogo a frente. Observando de perto é de se imaginar este homem em batalha, quem olha para ele deve pensar que é uma pessoa frágil, mas isso não diminui em nada oque seu nome representa no Santuário. As nuvens encobria o sol fechando o tempo, mas ainda não aparentava nenhum sinal de chuva, talvez fosse apenas mais um dia nublado como na semana passada, ou como o dia em que me tornei Cavaleiro, mas naquele dia estava chovendo e lembro-me da água da chuva banhando os cadáveres do meu grupo. - Sabe... Ver essas crianças treinando me faz pensar, quem será o sucessor da Armadura de Touro depois que eu morrer? É interessante observa-los de perto. - Comentei com o Santo de Peixes. Ficava em silêncio esperando que me responde-se alguma coisa e talvez alguém aparecesse para se juntar a nós, seria interessante.




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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Shion de Libra em Qui Abr 14, 2016 2:20 am



Mais uma linda manhã raiava no belo céu do santuário, o clima estava formidável, apenas se ouvia os ventos assobiarem com toda sua leveza e majestosa pureza.

Shion, perdida em seus sentimentos e pensamentos, caminhava distraidamente sem uma direção especifica, sentindo um cosmo poderoso emanando próximo aonde estava. A mesma volta a realidade um pouco desorientada, quando percebia ter chegado ao coliseu, resolve adentrar no local. ''Aqui me faz recordar boas lembranças, foram dias felizes apesar de estar longe da minha família. Esses jovens se empenham tanto, dia após dia treinando enquanto lutam uns contra os outros para alcançarem seus sonhos...seus desejos. Chegava a ser nostálgico, a dois anos atrás eu consegui a armadura do sensei Genbu, mas acho que ele já sabia que restaria apenas Hellion e eu na disputa final.'' Pensava com um leve sorriso em seu rosto coberto pela máscara de amazona.

Depois de tanto pensar enquanto caminhava calmamente para dentro do coliseu, a cavaleira percebia o local de onde vinha tamanha força de cosmo, direcionando seu olhar para a arquibancada, notando dois cavaleiros de ouro sentados, pareciam conversar.



Shion, se dirigia até os jovens aspirantes a cavaleiros, levando seu braço direito até seu cabelo para retirar sua presilha que os prendiam, assim fazendo seus longos cabelos castanhos esvoaçar com o vento de maneira graciosa, só da amazona botar um dos seus pés dentro daquela construção, os aspirantes paravam tudo que estavam a fazer para olha-la caminhava até eles com passos leves. Talvez uma entrada desse tipo atraísse muita atenção, porém apesar de ser simples as crianças tinham seus olhos brilhando de admiração.

Já fazia dois anos sobre a fama da pupila do grande Genbu herdar sua armadura. Tal fama sobre Saphirre, como também era chamada, só aumentava com o passar do tempo, mas de fato era pouco vista pelos companheiros dourados, não tinha chegado a conversar com nenhum deles, fazendo nenhum ter chegado a vê-la.
Já de frente para com as crianças, as mesmas faziam bastante tumulto, pareciam intrigados por uma mulher trajar uma das dozes armaduras sagradas de ouro.



Uma das crianças perguntava algo para a jovem amazona brasileira. –Ei, ei, você não seria Shion, a balança da justiça ?.-Indagava o garoto com a pergunta, fazendo Shion se surpreender com a fama que tinha, mas logo respondia a pergunta.-Bem, sim, eu mesma, prazer em conhece-los, podem continuar a treinar, irei me sentar na arquibancada junto dos cavaleiros de touro e peixes, Boa sorte e se esforcem muito, mas não exagerem, sempre procurem descansar e se hidratar- Proferia sua resposta acrescentando algumas dicas.  Logo após tal episódio, dirigia-se em direção aos cavaleiros que estavam sentados .
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Mirai de Câncer em Sex Abr 15, 2016 9:00 pm


Mirai De Cancer

Os céus do santuário estavam límpidos como de costume, poucas nuvens e um sol majestoso de se passar horas a comtemplar. Melhor que isso era a aconchegante sensação de pureza que as leves e refrescantes correntes de ventos traziam consigo, fazendo um dueto perfeito com os angélicas arrulhos dos pássaros que rasgavam os céus indo e vindo.

Precoce era minha possessão da armadura de ouro de câncer, poucos sabiam sobre a minha pessoa, sobre o novo santo dourado que fazia morada na quarta casa, não que isso seja ruim, de qualquer modo não me importa o consentimento dos outros. Mesmo após me apoderar da veste meu cotidiano pouco mudou, continuo na mesma rotina cansativa e entediante de se responsabilizar por esta maldita casa, talvez se eu soubesse o quão chato seria continuaria na mesma me divertindo enquanto surrava os fracos aspirantes.

Já estava ultrapassando os limites ficar trancado nessa maçante tarefa de proteger a casa, perambular um pouco pelo santuário viria a calhar e quem sabe me divertir um pouco. Retirava meu reluzente elmo o posicionando abaixo do braço, seguindo escada a fora passando pelas demais casas sem se dar ao luxo de perder o tempo as olhando, ignorando quaisquer interrupção e seguindo o restante do caminho. Com o termino da breve caminhada, chegava à parte do coliseu onde se encontrava diversos aspirantes realizando seus devidos treinamentos, não pude deixar de notar a grande massa de aspirantes sem talento e imprestáveis que ali aglomerava, chegava a irritar só de pensar que futuras armaduras serão herdadas por estes, tentei ignorar para não cometer nenhum ato desnecessário.

Ao fundo, parece ser mais exato nas arquibancadas, notava-se a presença de uma quantidade considerável de cavaleiros de ouro, estranhei a princípio o fato deles se encontrarem aqui, normalmente ficam trancafiados naquelas malditas casas sem ter vontade alguma de sair santuário a fora, já estava aqui, me juntar não seria má ideia. Não me daria ao luxo de contornar a área do treino dos aspirantes para chegar as arquibancadas sem atrapalha-los, erguendo minha voz – Afastem-se depressa, estou a passar. – Passaria de forma elegante pelo meio do coliseu sendo seguido pelos olhares sedentos de admiração por parte dos aspirantes, pouco me importando para com isso.

Por fim, minha ilustre presença era exposta para os demais cavaleiros santos, não perdi meu tempo procurando agradar e logo saltei por cima de tais me alocando a um banco a cima dos que eles estavam, dirigindo rapidamente minha mão sobre a bebida de uns dos presentes ali, degustando um longo gole e a posicionando novamente ao lado do cavaleiro portador do elmo de chifres . – Agradeço pela bebida. Entretanto..  O que os santos cavaleiros sagrados fazem por aqui, meio raro são suas saídas da casa. A propósito, Sou Mirai, Mirai de câncer, o novo possuidor da veste –

Terminava minha falação me posicionando em uma posição de maior conforto sobre a arquibancada, desviando o olhos dos cavaleiros para o horizonte, cujo ficaria a admirar até uma indagação do meu interesse.




Thanks James Sullivan © CG
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Sab Abr 16, 2016 2:54 am


T O U R O



Novos Companheiros



Entre os doze Cavaleiro de Ouro eu sou um dos mais antigos com a armadura e o mais animado entre eles, de fato depois de um tempo e quanto mais velhos ficamos mais pretendemos ter amigos do que inimigos isso eu levei para mim e levarei pelo resto da vida. Minha bebida não mudava meu aspecto em nada e nenhum dos meus sentidos eram afetados, o tempo que se passava me gratificava com a presença de dois ilustres convidados a conversa que deveriam ter se aproximado depois de me ver conversando com o Albafica. Conheci de perto os antigos portadores das Armaduras e claro depois de 18 anos como Santo  Dourado não tem como não conhecer os antecessores da nova geração. De maneira nenhuma me presenciei vulgar a soltar piadas, mas me chamava a atenção ver mais uma Amazona com a Armadura de Ouro no Santuário, guardiã da Casa de Libra pude ouvir com meus próprios ouvidos quando seu nome foi pronunciado e a bela jovem se chamava Shion, me parecia uma amazona calma e amigável pelo modo de conversar. Por outro lado não demorou para que chegasse mais um Cavaleiro de Ouro e aquilo já era o suficiente para quebrarmos a regra e usar a exclamação de Athena olha que beleza... "Esse dai é bem folgado, rapaz..." Pensei comigo mesmo. A respeito do Cavaleiro de Ouro de Câncer que se apresentou como Mirai de Câncer, percebia seu modo folgado ao falar com os aspirantes daquela forma, mas cada um do seu jeito e ignorei isso da mesma forma que ignorava a brisa fria que penetrava pelas partes que minha armadura não cobria do meu corpo.

Por um lado ganhava um amigo de cachaça, mas ele não aguentaria beber comigo e percebi isso logo quando ele pegou o copo de cerveja, mas claro não tem como competir com alguém que bebe todo dia há mais de anos. Era curioso a amazona de ouro e por isso parti para conversar com ela tanto enturma-la entre os demais dourados. - Oh, mais uma Amazona de Ouro? Ah mas que maldade essa regra de mascara para as amazona, sempre fico curioso... - Pausei - Enfim, pela sua forma de se portar poderia afirmar que és uma linda mulher. Eu sou Alexander de Touro! É um prazer, Hahaha - Gargalhei no fim da minha frase tentando de algum modo arrancar um sorriso ou transparecer a minha forma gentil e amigável de ser. Joguei a atenção para o Cavaleiro de Câncer, Mirai. Um tanto curioso já que na maioria das vezes os Cavaleiros de Câncer são uns pau no cu. Não pensei que fosse assim e sim um rapaz sociável e legal para conversar e claramente foi por isso que me sentei no coliseu, e não permaneci em minha Casa sem fazer nada. - Ih rapaz, esse siri gosta de cerveja, alá. - Disse brincando com o portador da Armadura de Câncer - É um prazer conhecer-lo Mirai, sou Alexander, acho que um dos mais antigos aqui nesse Santuário, Hahaha! - Finalizei de forma alegre e sorrindo por alguns instantes.

Por fim voltei a beber a minha cerveja que restava apenas um gole feito isso, enchi novamente e a coloquei ao meu lado para evitar segurar-la até o fim e isso cansava minha mão. Esperei não só pela respostas dos outros como principalmente pela do Albafica e como agiria diante dos outros, de certa forma ele era o Cavaleiro que mais me chamava atenção e queria ver como fala e como pensa já que para mim é um tanto misterioso. A mudança climática não afeta já que a nuvem era passageira e a brisa fria naquela hora não existia mais deveria ter chegado ás 8:00 da manhã e o sol esquentava um pouco as árvores não balançava como de costume, mas havia bastante sombra feita pelas pilastras do Coliseu. O silêncio por algum tempo tomava conta da nossa conversa amigável até então como ninguém foi agressivo não esperava nada deste tipo por parte de nenhum dos companheiros dourados. Mantive postura esperando respostas de meus "amigos".





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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Albafica de Peixes em Sab Abr 16, 2016 10:30 am




Albafica de Peixes


Aquela manhã realmente estava diferente, enquanto ouvia os dizeres do cavaleiro de touro mostrando-se ser alguém digno do respeito e da honra de trajar a sagrada armadura a qual vestia, Albafica pôde perceber alguns outros cosmos se aproximando e antes mesmo que pudesse formular uma reposta ao seu irmão de batalha, eis que surge em meio aos aspirantes a jovem porém respeitada amazona de Libra.

A maneira doce e sutil com que a qual caminhava fez Albafica tardar a sua resposta enquanto a garota se aproximava, logo esta estava junto dos  dois guerreiros. Quando Shion chegou, percebendo que ali estava havendo um diálogo se calou e aguardou educadamente até que pudesse saudar seus irmãos. Agora sim Albafica poderia responder ao touro? Não!

Um cosmo poderosamente hostil e agressivo era sentido e imediatamente surgia em meio ao coliseu demonstrando completo e total desrespeito com os jovens que futuramente herdarão a vontade de Athena e se tornarão nossos irmãos de batalhar (bom... pelo menos alguns deles) passava em meio ao local de treinamento fazendo com que todos parassem.



- Idiota... - sussurrou enquanto o santo de Câncer se exibia para os demais.  Albafica repudiava tal postura porque não conseguia entender como é que alguém que tem a possibilidade de conviver com os outros de maneira que podem coexistir em harmonia despreze essa oportunidade e simplesmente não se importa com isso, enquanto outros sequer tem o direito de escolha e , pelo destino, são lançados ao caminho da solidão.

Seu pensamento porém mudou, pois logo que chegou o poderoso guardião da quarta casa saltou sobre Albafica e os outros e tomou a cerveja de Alexander, apresentando-se e mais uma vez exibindo-se. Agora para Albafica aquele já não era mais uma pessoa que desprezava os outros, era simplesmente um guerreiro extremamente dotado de poder e de falta de maturidade: Um exibido!


- Shion, Mirai... - Pronunciou seus nomes olhando para eles como quem os saudassem, agora sim, ele finalmente poderia responder ao Touro, que antes disso interagia com o canceriano.  




- Sabe Alexander, eu estava indo até Rodorio e quando o vi resolvi parar para conversarmos. Você parecia se divertir e isso foi motivo mais do que suficiente para que chamasse minha atenção... - Seu tom de voz era suave e sereno, sua expressão pouco ou quase nada mudava enquanto respondia, afinal por mais que tenha tido prazer em conhecer um guerreiro como Alexander, não poderia demonstrar isso pois seu caminho era o da solidão e sua companhia era o veneno de seu organismo.

A resposta de Alexander sobre o caminho escolhido pelos jovens aspirantes iam de encontro a ideologia de vida de Albafica, talvez ali ele houvesse acabado de encontrar alguém com quem poderia contar em casos extremos, mas ninguém precisava saber disso, nem mesmo Alexander.

Levantou-se então e voltou seu olhar para os aspirantes, os observava com atenção e em sua mente se passava a pergunta de como deveria ser poder treinar neste lugar, afinal nem trinar ali o jovem pisciano pôde, sua vida se resumiu ao Jardim de Rosas Diabólicas, inclusive no seu treinamento.



- Alexander, agradeço pela bebida mas, vou ter que recusar. Fique á vontade Mirai, é toda sua! - Educadamente se manteve de pé aguardando por algum dizer da amazona, não pretendia estender muito aquela conversa e já sabia para onde ele deveria seguir.

 
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Diarmuid de Chrysaor em Sab Abr 16, 2016 12:19 pm












Pride of chivalry





Um belo dia. Era tudo que podia dizer daquela bela paisagem na qual o Santuário de Athena se encontrava. O sol brilhava forte e belo mas o calor da Grécia não afrontava tanto, as colunatas reluziam festivamente ao sol como se celebrassem a beleza da manhã. O vento assobiava em meus ouvidos enquanto caminhava ouvindo o chacoalhar silencioso de minha Escama ao me movimentar... Não era raro olhares estranhos serem dirigidos á minha figura. Como se a maldição de amor e ódio não bastasse para que boa parte da humanidade queira me ver em um caixão eu estava ali vestindo a farda de um cargo militar de um dos exércitos considerados inimigos daquelas pessoas. Mesmo que fosse um embaixador e estivesse ali para manter a paz entre os dois Reinos. Meu Mestre sabia que algo mais importante iria ocorrer... Minha Escama de Chrysaor brilhava conforme o caminhar, o que parecia um insulto aos Cavaleiros que ali se encontravam. Na realidade só estava ali á passeio já que o Pilar não precisa de minha proteção nos tempos atuais, algo que me perturbava um pouco na realidade, mas para manter á tênue aliança entre o Reino de Posedon e o de Athena era melhor passear inofensivamente por aqueles lugares... Bom, infelizmente carregar uma lança por aí não é algo de certa forma completamente "pacífico".

Finalmente cheguei... O Coliseu. Onde os futuros Cavaleiros treinam. Alguns deles lutavam ali na pequena arena em seus devidos treinamentos. Sentei-me ao fim da fileira de assentos mais alta, ao fundo do anfiteatro grego de mármore branco, os garotos pareciam ter futuro, tinham exímias habilidades para jovens de suas idades... Mas não eram suficientemente poderosas. Conforme observei a arquibancada, pude notar a presença de algumas figuras interessantes. Cavaleiros de Ouro. Em especial notei a presença de uma Amazona em meio á eles. Abrir a boca para dizer uma única palavra seria algo imoral de minha parte visto minha maldição... Então fiz de meu ato maior que minhas palavras: ergui minha Storm Vassal acima da cabeça, estendi o braço esquerdo mirando e atirei a arma. Como calculei os aprendizes desviaram do golpe devidamente, a lança fincou-se no solo da arena criando enormes rachaduras ao atingir aquele local. Desci calmamente enquanto retirava minha Escama que voou e se remontou ao lado da Lança com o punho envolto na guarda-média da armas. Estralei os ossos de meus punhos e dedos enquanto descia as escadas até o centro do local. Hora de roubar a cena... Coloquei a mão no queixo sem abrir a boca para dizer uma palavra, uma ideia veio á minha cabeça e estendi o dedo apontando para a arquibancada. Da ponta dos meus dedos surgiram as palavras forjadas á partir das sombras que me rodeavam:

"Alguém poderia dar um desafio em combate físico contra um companheiro de outro Reino?"

O Coliseu ficou em silêncio. Eu gargalhei. Atenção chamada com sucesso... Agora...

"Que tal a senhorita, Amazona de Ouro? Uma luta justa, sem Vestes e sem Armas. Lhe darei duas vantagens, o silêncio e a falta de visibilidade. Não falarei e apenas lutarei de olhos fechados.", escrevi em letras negras e visíveis acima de minha cabeça, para que todos pudessem ler.


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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Saphira de Gemeos em Sab Abr 16, 2016 12:21 pm


Gemini no Saphira







O dia no santuário estava agradável como sempre, era quente mas nada que Sasha não pudesse aguentar; Já Saphira não gostava muito daquele tempo, ela preferia mais o frio ao calor. Andaram calmamente pelo jardim dentro da casa de gêmeos, um dos muitos poderes que as gêmeas desenvolveram com o tempo.Ambas começaram a sentir uma forte cosmo energia na direção da arena do santuário, e como nunca tinham visitado aquela área, decidiram ir.
Por conta de suas personalidades, as pessoas preferiam manter certa distancia das amazonas, já que pensavam que as mesmas eram loucas ou que simplesmente era uma simples ilusão o fato da troca de cor dos olhos e cabelos.

Sasha: - Precisamos conhecer-los irmã.
Saphira:- vá você , eu ficarei quieta

Sasha , no controle do corpo da irmã, decidiu descer da casa de gêmeos , com a mascara de ouro tampando a face e um vestido branco no lugar da armadura de gêmeos. As pessoas evitavam chegar perto da amazona mas mesmo assim ela caminhava confiante em direção a arena. No meio do caminho, algumas poucas amazonas chegaram perto de Sasha e conversaram com ela de maneira gentil, e ela retribuiu a conversa da mesma maneira mas logo pediu que s amazonas voltassem ao treino e seguiu seu caminho.

Aos poucos pode sentir a cosmo energia de Albafica e de outros cavaleiros que ainda não conhecia muito bem, mas que adoraria conhecer, ao contrario de sua irmã. Antes mesmo de chegar ela notou que o cavaleiro de peixes parecia se retirar do recinto. Seu semblante mudou, ficando um tanto triste, pois gostava da compania de Albafica, desde o dia que o conheceu, porém preferia deixar isso em segredo.

Sasha:- Ja está de saída Cavaleiro de peixes? - sua voz era serena e calma e tentava não demonstrar a tristeza em vê-lo partir.

Thanks Pabs @ Wonderland Editions
Saphira de Gemeos
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Sab Abr 16, 2016 2:11 pm


T O U R O



És que melhora a situação ou não


Não me surpreendia a chegada de pessoas inesperadas, mas me hipótese alguma imaginei que até mesmo um General Marina de Poseidon aparecia com a cara limpa diante do Coliseu, além de derrubar minha cerveja estragou com o clima agradável, pensei em responder ao Albafica, mas havia sido interrompido e a principio deixei para lá ignorando o Marina e voltando a atenção para meu companheiro e mais uma vez fui interrompido pela gargalhada daquele homem que não satisfeito desafiava a Amazona de Libra para um duelo sem armadura e sem armas, mas que idiota ele. - Ah... Que coisa chata!- Disse em voz alta, logo em seguida olhei para a amazona mais uma vez esperando atentamente sua reação. - Olha lá oque vai responder, Shion... - Respondi antes que a Amazona aceitasse ou recusasse o desafio imposto por ele, claro que isso seria de escolha dela e não minha. Meu cosmo ficava mais agressivo porém sem oscilação e o que poderia ser um cosmo calmo emanando de mim se tornou um cosmo mais bruto e raivoso, nem mesmo o sol era tão agressivo quanto a minha cosmo energia naquele momento. Uma batalha entre Cavaleiro é sempre um contra um e por este motivo não quis interferir mesmo que a vontade fosse de ir até a Arena e aceitar a luta no lugar da garota, mas preferi usar da minha experiência.

Movi minha mão apanhando o copo que caia e derramava cerveja sobre a arena, enchi novamente e voltei a beber normalmente, observei atentamente a ação da amazona que até então era nova nesse mundo, seria interessante ver-la lutar, mas descuidada em demostrar sua habilidade corpo a corpo para um desconhecido. - Oque vai fazer, Shion de Libra? - Perguntei a Amazona. Notei que a Amazona de Gêmeos havia aparecido, mas a mesma não me cumprimentou e nem falou com os outros com exceção do Albafica de Peixes, me intrigava um pouco a parte de não falar com mais ninguém e mesmo que estivesse de pé indicando sua saída não gostei muito da ideia de sair do cavaleiro de Peixe. - Albafica, não me diga que vai embora? - Perguntei, nitidamente esquecendo o General de Poseidon. Tomei mais um gole da minha cerveja e esperei que responde-se como também fique curioso com a ação que tomaria com a chegada de um maldito intruso, olhei um tanto sério para a Amazona de Gêmeos observando-a atentamente como faço com todos os outros. - Obrigado pela atenção, Senhorita. - Chamei a atenção de forma irônica da Amazona de Gêmeos que aparentemente também ignorou o homem que invadia o Coliseu procurando por um adversário.  




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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Athena em Seg Abr 18, 2016 9:38 am



Avaliação




Uma boa interação entre os participantes. Não notei erros gritantes nas escritas e tem sido conduzido de uma boa forma, mesmo contanto com a participação de um outro reino.

Alexander de Touro + 2 níveis.

Albafica de Peixes + 2 níveis.

Obs: Assim que os demais fizerem um segundo post, novamente haverá outra avaliação.
Créditos finais: Saint Battle of Gods


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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Shion de Libra em Seg Abr 18, 2016 5:59 pm




Parecia que minha chegada sútil trouxe frutos satisfatórios, ser tão suave e sublime como o vento é uma postura adotada por poucos. Já na arquibancada junto da companhia do santo de Touro e Peixes, uma nova cosmo energia intensa se apoderava daquele local. Não demorou para o show de exibicionismo começar, um santo dourado ordenando aos aspirantes abrirem passagem. Tal atitude só reforçava o sentimento de insatisfação dentro do meu puro coração. Como se a sua arrogância para com os aspirantes não fosse o suficiente, o mesmo usufruía de saltos e piruetas no ar para chegar até a arquibancada, me seguro para não repudiar as ações do mesmo.



Não podia deixar de observar o homem de estatura gigante trajando sua armadura dourada de ouro, será que seria errado observa-lo com tanta curiosidade? Demonstrava uma força de espirito incrível juntando sua animação.
Dava uma sensação de conforto imediato, não demorou para o santo de Touro presente ali dar inicio a uma amistosa conversa, escutando tudo atentamente esperava o mesmo proferir todos seus dizeres a mim para lhe responder. -Bem, eu não fui treinada sob tutela de uma amazona, ou com as leis delas. Sou aluna do Genbu de Libra, no caso meu antecessor. Tem outras amazonas de ouro ? não tive a chance de ver nem que fosse de longe.-Pausava, enquanto soltava uma leve gargalhada, da graça feita por ele.-Muito Agradecida pelos elogios, me portar de maneira educada é um dos meus princípios ensinados pelos meus pais, também fui ensinada pelo meu mestre Genbu sempre ser sútil em minhas entradas mesmo em batalha, mesmo com os mais oponentes mais repugnantes. Na verdade estou feliz te de avistar novamente, só puder te ver quando ainda era criança. –
Deixava o tom de voz mais suave junto de uma animação pela conversa. Quando escutava o cavaleiro de peixes pronunciar meu nome como se me cumprimentasse apenas com a voz. -Santo de Peixes, olá para você também. Mirai de câncer, não deveria agir de tal forma com os aspirantes, um dia também fomos aspirantes, treinando aqui ou não, também fomos iniciantes, é rude ser agressivo daquela forma com eles.- Comecei a me sentir inquieta com a sensação ..... Não demorou para o motivo da inquietação dar as caras, um visitante ilustre, pelos trajes que vestia, parecia ser um marina. ''O que um dos guerreiros de Poseidon teria vindo fazer aqui?''.



Antes mesmo de tentar ter qualquer outra reação além do último pensamento que tive, aquele homem ousava desferir sua arma contra os jovens aspirantes que treinavam, isso fazia meu sangue ferver, humilha-los a ponto de praticar tiro ao alvo com eles, não são objetos e sim vidas, jovens vidas que pulsam pelo amor a athena.
Alexander estava irritado com toda aquela confusão que se tornou o coliseu. -Concordo totalmente Alexander, é uma chateação desnecessária. Um ataque gratuito a crianças que poderiam estarem mortas senão tivessem um talento nato e incrível aprimorado de reflexos.- Percebendo acima da cabeça do homem encima do coliseu, tinha escritas de um desafio direcionado a mim. Não era necessário pensar na resposta pois já estava na ponta da língua. -Você quer uma luta mano a mano comigo? Sinto muito, mais não tenho a menor pretensão de aceitar esse desafio.
Não pense que estou menosprezando o senhor marina, ao contrário sei muito bem que tem belas habilidades com a lança, mas negarei seu desafio e que fique claro, pare de praticar tiro ao alvo.
-Pausava.-Com qualquer alma inocente que não tem poder para se defender, não ache que é apenas chegar e apontar sua lança, tentar empalar alguém, que nós, Os doze santos dourados vamos tremer diante de algum oponente, se for para morrer lutando por Atena e protegendo os civis todos nós iremos morrer com orgulho, saiba que da próxima vez se machucar ou matar um civil ou aspirante talvez não saia vivo deste local. -Finalizava minhas palavras com o tom sério, minha cosmo energia estava agressiva cada vez mais emanava de forma violenta.
-Desculpe-me, Alexander, acho que me exaltei mas não pude deixar essa passar, eu não irei lutar com ele, estou de fato tão irritada quanto você, se quiser assumir a luta estarei aqui na arquibancada te dando apoio e força. -Finalizando o que tinha para dizer, notava a presença de uma amazona de ouro conversando com o santo de Peixes.


Última edição por Shion de Libra em Seg Abr 18, 2016 7:52 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Mirai de Câncer em Seg Abr 18, 2016 7:10 pm


MIRAI DE CÂNCER

Minha entrada teria sido um tanto quanto formidável para com os aspirantes, confesso, porém isto não é algo que me traz peso sobre a consciência, sou um cavaleiro de ouro e me submeter a contornar o ambiente para não atrapalha-los, era algo inaceitável para uma pessoa do meu porte. As expressões faciais produzidas pelos aspirantes foram magnificas, mesmo após meu cruzamento por aquele ambiente ser concretizado, podia ser notado suas cara de espanto misturadas com admiração e medo que eles insistiam em expor, aquilo fazia emergir em mim uma sensação de prazer ímpar.

Após o termino da minha manifestação naquele setor do ambiente, não deixei de notar a mistura de personalidades que os cavaleiros que portavam as sagradas vestimentas de ouro possuíam, também não me admirei por receber um certo repudio para com minhas ações anteriores, destarte, quem ligaria para opiniões descartáveis, nunca me importei com as setas que para minha pessoa eram dirigidas, ignorando todas. Após meu movimento de saltar por cima dos demais, notei que uns dos presentes ali que a poucos momentos repudiava minhas ações, passava a demonstrar uma certa tolerância, algo que realmente me fez admirar-se, era raro este tipo de entendimento da minha personalidade então poucos momentos, ou talvez fosse apenas coisas da minha cabeça.

Este após minha apresentação me cumprimentava de forma singela, citando meu nome, não tirei minha atenção da paisagem respondendo com um movimento de mão sem voltar a atenção a ele. O de maior estatura parecia querer tirar sarro, me segurei firme para não agir de maneira imprudente, respondia todas as suas falas voltando um olhar de desprezo para com o ele, respondendo toda sua falação com um –  Ok – De fato, não me agradei, mas o sujeito parecia ter seu valor, forçando-me ignorar essas primeiras impressões de sua pessoa. Aquele local parecia ser o ponto de encontro, não parava de surgir portadores de armaduras de ouro, porém, alguns que surgiam não eram sociáveis, pouco me importa, conhecer pessoas insignificantes não iria me acrescentar em nada, ignorando estes logo em seguida.

Porém, es que surge um sujeito peculiar em torno de todo esse vai e vem no coliseu, desta vez, não era um dos santos e sim um cavaleiro qualquer. Sua forma de chamar a atenção de todos os cavaleiros de ouro presentes me fez tirar a atenção da paisagem, finalmente algo de certa importância estava acontecendo, não sabia se ia até ele agradecer ou dar umas ‘’boas vindas’’ do mesmo nível de sua aparição.  Falava em um tom baixo após sua lamina se fincar ao solo. – ao menos esses pesos mortos conseguem desviar de um ataque tão leviano como este -  Após poucos segundos, o mesmo daria seu discurso, confesso que não prestei atenção em boa parte, porém despertei do meu tédio ao ouvir o mesmo declarar um desafio para conosco.

Um sorriso emergia da minha face, faz um bom tempo eu não encontro alguém que compartilha de um senso de diversão da mesma natureza que a minha, já estava prestes a me levantar ao ser interrompido por seu prosseguimento nas falas. O maldito escolheu uma das amazonas que ali estavam, o que ela tinha de tão especial ? não consegui enxergar muita coisa ao olha-la de cima para baixo, porque esta escolha tão peculiar ? e porque uma atitude tão ridícula a ponto de recusar um passaporte para minutos de diversão ? aquele escolha me enjoava, não ficaria em um local que não me deste ganho algum, me dirigindo para minha casa novamente, ignorando aquele que estava a realizar o convite.

-  A propósito, porque recusaste um convite de diversão como este ? suas palavras ditas foram burlescas a ponto de me fazer querer vomitar. Acredito no poder do mais forte, se os aspirantes são fracos a ponto de passar por isso, eles que tenham vergonha na cara para intensificar os treinos para que isso não venha a se repetir. – Tirava minha atenção da menina demonstrando uma feição irritada. Antes de partir deste local não podia  deixar de dirigir algumas palavrar para o sujeito enorme que ágil de forma fútil comigo, o Touro

- Touro, na próxima vez que me nomear dessa forma não sei se me comportarei da mesma forma que hoje, porém; gostaria de avista-lo novamente, quem sabe não bebemos em uma outra hora.- Deixei um pouco meu lado desagradável para me socializar nos conformes ideais. Passaria pelos demais ao caminho de volta para minha casa acenando com minha mão destra, sem voltar a atenção para estes.



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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Luno de Scylla em Qua Abr 20, 2016 2:03 pm


Filhote de Hermes

Até onde vai a beleza dos céus, não me lembro de voltar meus olhos para ele e não me surpreender com a vasta beleza que ele transcende. Seu azul magnificentemente belo faz meus olhos se encherem de admiração, azul tão puro como este nunca vi igual, ou melhor dizendo, nunca acharei. Quem me dera a chance de se encontrar com um azul tão puro assim, quem me dera a chance de ter ele apenas para mim, quem me dera poder rouba-lo.

Ás vezes me perco em pensamentos alheios me fazendo ficar perdido em relação ao tempo, não esqueço as horas e horas que já fiquei a contemplar tamanha beleza proporcionada da sua natureza, infelizmente algo que eu jamais poderei ter. Meus treinamentos com Poseidon já haviam terminado a alguns meses, o tempo que passei treinando ao seu lado foi grandemente gratificante para meu desenvolver, não sei de que forma poderia agradece-lo a altura, confesso que apenas com lealdade não me agrada. Faz um tempo que não avisto os demais generais, onde eles estão ? ficar parado e sozinho é chato o bastante para me fazer querer cometer haraquiri.

Lembro-me de escutar alguns cochichos falando sobre um dos generais ter saído em direção ao santuário de athena, porque não me convidou ? bastante feio sair para se divertir e não chamar os coleguinhas para brincar também, que seja, irei atrás, não posso me conter sabendo que ele está se divertindo enquanto estou aqui, dispensado de qualquer trabalho. Me preparava para me teleportar para as proximidades de athena checando se não esqueci de nenhuma obrigação, me teleportando em seguida.

Assim que me teleportei pude notar um cosmo bastante familiar; sem dúvidas, era um dos generais. Perto do seu cosmo pude sentir diversos outros cosmos consideráveis, sendo guiado para eles através disto. Minha caminhada não foi demorada, da mesma forma que não foi demorado a aparição de diversos olhos curiosos que me cercavam por todo trajeto, afinal, isto para um ser do meu porte é bem normal assim me fazendo ignorar todos. Cheguei ao local que emanava tais cosmos, de fato, era o Diarmuid, um dos generais. Não pude deixar de notar diversos aspirantes expondo uma feição tão medíocre e tão gostosa de se admira, aqueles rostinhos pedindo para serem atacados me faziam sentir uma sensação de prazer enorme. Com um pouco mas pude enxergar as ilustres presença dos nossos queridos bonequinhos de ouro, estes transmitindo expressões faciais das mais interessantes possíveis.

Teleportei-me para cima de uma das colunas que ali estava, de forma que todos pudessem me notar, afinal, uma presença como a minha deveria se encontrar em um lugar que todos pudessem admirar, não agiria de forma rude a ponto de não permiti-los este privilegio. – Diar. Diarmuid, Logo você querido companheiro, vem brincar com nossos queridos bonequinhos de ouro e não me convida ? coisa feia, não ? – Uma pequena risada infantil era ecoada por aquele coliseu. – Hora hora, o que sua bela lança se faz cravada nesse... nesse...  esqueça, me dá  enjoo só de ver ela fincada ‘’nesse local’’. Bom, o show não pode parar não é mesmo crianças ? ignorem que estou aqui a assistir o decorrer das cenas que vai vim a seguir, divirtam-se, divirtam-se – Outra gargalhada mais infantil ainda ecoava fortemente sobre o local.




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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ayame de Sirene em Qua Abr 20, 2016 5:30 pm

プリンセスカット


“Ouça a melodia. É tocada pela princesa em forma de ave.”

O Santuário parecia entediante em minha jovial visão. Havia sido convidada por meu superior, Diarmuid de Chrysaor á acompanhá-lo na superfície. Sabendo que andar com aquele cara todo certinho e irritante seria completamente chato, procurei me perder de sua visão o mais rápido possível, o que não foi nada difícil, particularmente falando. Logo estava caminhando pelo Santuário e observando aquela estranha cultura ocidental.

Por algum tempo notei que os olhos estavam recaindo-se constantemente sobre mim, não entendi de primeira mas logo notei o fato de todas as mulheres ali naquele palco para aberrações usavam máscaras sobre seus rostos. Algo tolo, a beleza feminina foi feita para ser mostrada e não escondida por uma máscara, se fosse pelo menos uma máscara fofinha e bem feita, mas não eram máscaras de metal rudes e toscas. Nojento.

Logo cheguei a conclusão de que estava na hora de começar a provocação, abri bem meu yukata para realçar meus seios, cortei a parte que tapava minha barriga com uma pequena lâmina de água e deixei meu abdômen á mostra, em seguida cortei o saiote encurtando-o. Todos olhavam-me com certo desconforto, alguns jovens Cavaleiros pareciam estupidamente bobos ao olhar para mim enquanto caminhava, levando a flauta na boca e percutindo minha melodia. Não demorei para encontrar Diarmuid-Dono novamente em meio á alguns Cavaleiros e Amazonas, estava dentro do Coliseu. De longe soube que minha música havia parado os paparicos momentaneamente. Ouvi as palavras de uma Amazona que respondia ao Embaixador com certa raiva na voz falha. Parei de tocar minha melodia com uma falha na nota mais aguda, um sorrisinho tomou meu rosto e olhei provocante para a tal garota.

- Que infantil de sua parte bebezinha. - disse satirizando a Amazona. - Estamos aqui em uma missão de paz. Tenho certeza que meu superior, Diarmuid-Dono, só está oferecendo entretenimento á vocês. Mas não espero que uma mente tão ínfima como a sua note a peculiaridade da natureza de um nobre semideus dos tempos antigos como ele. Afinal uma tola que se esconde atrás de uma máscara como essas tolas vadiadas que se encontram em meu rodeio nesta momentânea não entende a verdadeira natureza de uma boa luta. Olhar o oponente olho no olho, duvidaria muito se o fizesse. Mas vejo que tens bons companheiros por aqui. O jovem infanto que acaba de se levantar por exemplo, o que vestes a Armadura de Câncer, não lhe parece atraente? O Touro não me agrada muito em aparência mas pela sua notável personalidade posso dizer que seria uma companhia interessante se pelo menos oferecesse uma leve medida de tua bebida á teus contundentes que aqui estamos. - Voltei-me para Luno de Scylla que abrira sua boca para falar. - Luno não gastes palavras com tais tolices de sua parte jovem infanto de prematura arrogância, guardais suas queixas sobre este Templo Santo para ti, uma vez que todos os deuses merecem igualitário respeito de tua parte.

Assim que terminei voltei á tocar a flauta com suavidade. Observei o que se passava ali naquele palco. Um show belo que se iniciava calmamente.

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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Qua Abr 20, 2016 6:54 pm


T O U R O



Novos amigos?



- HAHAHAHAHAHAHAHA - Gargalhei alto - Gostei desse pessoal, uma criança trajando a Armadura de Câncer toma a minha bebida e me ameaça por apelida-lo. Aparece mais dois Generais de Poseidon, que interessante. - Pausei - Peço desculpas por não oferecer da minha bebida para saciar a sede de meus companheiros de guerra. Sim de fato não tenho uma aparência agradável, mas estou ficando velho e não ligo para isso. - Finalizei temporariamente. Enchi mais três copos com cerveja para o caso de nossos amigos resolverem beber conosco e mesmo que o fato de ser ameaçado ainda fosse engraçado para mim, me segurei para não rir mais esvaziando o meu copo lentamente. Me dava uma vontade luta, mas ouvido a voz da Amazona a única vontade que vencia no momento era de conversar mais com ela, Albafica estava parado parecia ir embora, Saphira de Gêmeos me ignorava e por isso virei as costas me levantei sentando mais ao lado da pupila do Genbu aquele velho companheiro. Ignorei as palavras de Mirai acenando positivamente para ele e sorrindo deixando que suas palavras a minha pessoa passasse como algo normal e movido pela emoção do momento. "Francamente garoto..." Pensei. Voltei a minha atenção para os Generais Marinas e claro que cada palavra que entendi como insulto deixei passar por causa da minha experiência para evitar um confronto mais sério e deveria me portar como o mais velho da turma. - Desculpe-me mais uma vez pela minha falta de educação - Disse por não ter me apresentado ainda. - Eu sou Alexander, Cavaleiro de Ouro de Touro. Poderia nos satisfazer com o nome de vocês dois? - Me referi a garota que havia aparecido e a seu companheiro que se teleportava e se comportava de maneira engraçada, mantive a minha voz calma e alegre e sorrindo para agradar aos nossos convidados.

Dito isso esperei por suas respostas, mas antes retornei com minha conversa com a Amazona de Libra. - Sinto-me honrado com seu desejo de querer me rever, de fato lembro-me de você quando ainda era criança, o tempo ao lado do Genbu foi bem divertido não posso negar isto, um querido amigo. - Pausei - Se me permite, como tem passado nesses últimos dias? Espero que não se importe, diante mão já peço desculpas se foi uma pergunta muito indelicada e direta. - Finalizei. Esperei atentamente a resposta de todos e também alguma reação positiva de meus companheiros dourados para não causarmos uma impressão tão péssima diante das visitas.





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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Diarmuid de Chrysaor em Qua Abr 20, 2016 9:20 pm












Pride of chivalry





Ouvi devidamente as palavras da Amazona. Ela parecia ter entendido errado, pelo que via, pensava que eu tentara uma débil agressão aos jovens que ali treinavam, de fato muitos ali me olhavam com assombro, como se minha imagem fosse o bicho-papão comendo brócolis. Suspirei exasperado. Precisava concertar minha imagem, pra começar resolvi utilizar uma nova estratégia para comunicação, ao invés de moldar as sombras levei a mão ao rosto e cobri minha boca, ao retirar a mão minha boca estava coberta por uma fina película de sombras. De imediato caminhei até a arquibancada, logo que cheguei Luno de Scylla e Ayame de Sirene chegaram, respondendo e comentando de forma depravada a cena que se prosseguira. A intenção de trazer Ayame era apaziguar os ânimos, e pelo fato de preferir a presença da garota á dos outros Marinas do sexo masculino. O taurino se apresentou com um sorriso no rosto mesmo que eu evitasse contato visual pude notar isso, dito isto agradeci a cerveja com um aceno, tive a impressão de que já pensavam que eu era um abstêmio do dom da fala. Em outras palavras, mudo. Foi então que disse calmamente utilizando as vibrações passadas pelas sombras para me comunicar sem mostrar minha verdadeira voz e sim algo parecido:

- Perdoem-me a descortesia de não falar com vocês diretamente e de não olhá-los nos olhos. - pedi educadamente. - Acontece que possuo uma maldição que me limita um pouco neste quesito, bem, permita-me apresentar, sou Diarmuid Ua Duibhne, General Marina de Chrysaor, agradeço  paciência e hospitalidade meu caro Alexander. Quanto á você Amazona, vejo que lhe chamam por Shion, devo pedir que deva-me desculpas, ofende minha capacidade com a lança dizer que não havia calculado a evasiva dos infantos que acá treinavam, assim como ofende a honra de um cavaleiro de Fianna e de um Embaixador por dizer que tinha intenções violentas em meus atos, eu apenas procurava mostrar um exemplar para os jovens de uma boa luta entre guerreiros de alto-potencial sem que um de nós saísse ferido. E entenda meu companheiro de Ouro... - me voltei educadamente para o taurino sem abrir os olhos. - Eu escolhi a jovem dama por ser uma mestra de armas assim como eu, não tinha nenhuma intenção de ofendê-lo em questão de capacidades. Assim como...

Virei-me para o jovem Scylla e agarrei-o pela gola da camisa levantando-o acima do chão. Em seguida coloquei-o de joelhos no chão com um olhar autoritário para o jovem rapaz. Em seguida olhei para Ayame que tocava calmamente sua melodia. Voltei-me novamente para os Cavaleiros de Ouro.

- Devo fazer que meus subordinados peçam as devidas desculpas á vocês. Especialmente este infanto por ter zombado de tal local tão sagrado para vocês. - tomei alguns goles de minha taça. - Vamos, filho de Hermes, peça educadamente o perdão destas pessoas.

Ouvi com cuidado a voz dos dois que conversavam mais distantes, a Amazona de Gêmeos e o Cavaleiro de Peixes.

- Já estão á dizer adeus? Mal chegaram ao festejo! - comentei. - Venham se servir junto de nós, por favor!



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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Luno de Scylla em Qui Abr 21, 2016 5:14 pm




Aliança ?


Luno de Scylla



Estava de bom gozo com toda a situação que era exposta a meus belos olhos, gozo este que não me fazia tirar o riso do rosto, deixando meu lado infantil um pouco a exposição. Já estava ótimo a presença do venerado Diarmuid e do nossos coleguinhas dourados, mas o dia parecia me resguarda coisas ótimas pelo jeito, uma dessas coisas foi a aparição de Ayame. Sempre demonstrando um semblante belo fazendo dueto com sua beleza ímpar e seus ideais únicos.

Como uma eximia defensora feminista, não demorou muito para exibir ações que, de certa forma, demonstrava desprezo para com aquelas que portavam mascaras e roupas “menos” confortantes. Apreciei todo seu ato de exibição do corpo de forma singela, levando a palma do braço esquerdo sobre a lateral direta do meu abdômen, e posicionando o cotovelo do braço direito por cima levando em seguida meu punho sobre o queixo de forma a sustenta-lo.Não me canso de perambular com esses dois, me surpreendo com a forma que eles me proporcionam diversão -  falava em um tom baixo e como sempre risonho.

Suas doces palavras não foram tardias a entrarem em cena, fazendo companhia a sua primeira provocação. Confesso que a cada palavra dita por aquele mulher em relação aos presentes me fazia ter alucinações de tanto prazer que me era imposto, Ayame, até quando vais me fazer ter essas belas sensações com sua presença, me perguntava. Após o termino de suas ilustres palavras sua atenção era voltada para mim, sendo prosseguida por um falação desta. – Ayame, doce Ayame, não sabeis que minhas propensões são de uma magnitude de tamanha austeridade a ponto de apenas minguados Deuses me serem de interesse ? – Pausava enquanto passava uma pequena parte da língua entre os lábios. -  Mas não tiro sua razão o bela mulher, sei que minha austeridade sobre tal assunto é de forma precipitada. –

Meus olhos fitava os belos olhos daquela mulher com uma certa malicia, a beleza destes eram forte o bastante para desperta o meu requintado desejo de furto. Lancei-me a solo, me retirando do topo do pilar que eu me encontrava minutos antes, dando início a um cantarolar infantil enquanto saltitava até Diarmuid – um, dois, um, dois – Estava agora próximo do venerado Diarmuid, que usava de um truque para expor suas falas, afinal, apesar de sua maldição fazer estes bonequinhos de ouro desejarem serem mortos por ele, era algo que este evitava. Percebi também a indagação que era imposta pelo cavaleiro de grande estatura, porém, apenas respondi o olhando por um curto tempo seguido de um sorriso forçado.

Porém, durante a falação do venerado diarmuid, fui surpreendido por uma sequência de movimentos estranhos por parte dele comigo. Este me segurava pela gola a um ponto de me erguer. Pude sentir meus pés balançarem após serem retirados do chão, porém meu descontentamento me impedia de aproveitar aquela sensação de “levitar”” forçando-me a transformar a parte agarrada em estado líquido de forma a fazer minha gola ser largada. – Querido Diarmuid, Não precisa agir de forma injusta e precipitada para comigo, já entendi todas as suas intenções graças a esse movimento precipitado que realizaste. – Batia sobre a área que foi agarrada de forma a arrumar, voltando em seguida a atenção para os cavaleiros de ouro que ali se encontravam. – Ora, creio que não me apresentei de forma adequada perante nossas queridos irmãos de batalha, não é mesmo ? – um sorriso de malicia emergia do meu rosto acompanhando uma breve pausa – Me chamo Luno, Luno de Scylla, é um prazer. -


I
Me ajoelhar nada :v


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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ezra'il de Dragão Marinho em Sex Abr 22, 2016 2:50 pm



Um Anjo

                       

Que delícia! O clima adorável do império de Poseidon me prendia e me limitava, pensei que seria de bom agrado fazer um passeio pelo local que mesmo bonito ainda era chato por conhecer absolutamente tudo, cosmos dos Generais ficavam distantes um fato bem intrigante aonde poderiam ir? Continuei a caminhar do meu pilar aos outros procurando rastros de seus cosmos, mas não encontrei três dos Generais Marinas. Me perturbava ao ouvir de terceiros um comentário de que estavam a se divertir no Santuário de Atena, mas oque os mais poderosos guerreiros de Poseidon faria em um local tão isolado de todos... Não me contentei apenas com isso e segui a caminho das doze casas.

Um local feio aos meus olhos, mas não pude vulgar se pessoas vivam ali e gostavam da aparência que seus olhos lhe mostravam, mas se observar direito e por um pequeno tempo parar tudo e esvaziar sua mente voltaria no tempo em que os Deuses e principalmente Zeus comandava tudo isso. Continuei a andar e senti uma pertubação com tanto cosmo junto e principalmente um que ficava raivoso, mas mudou certo instantes depois. Que interessante, ao chegar pelo leste do Coliseu, observei atentamente todas as pessoas e o clima parecia mais agradável próximo da amazona que vestia uma armadura dourada, dei passos lentos em direção aos dourados e mesmo que o homem de aparência assustadora e monstruosamente forte com seus músculos me espanta-se continuei andando devagar, Diarmund e os demais já deveriam ter notado minha presença e então mudei o caminho me deslocando até meus companheiros e os saudando. - Generais, é um prazer rever-los. - Reverencia a todos de forma majestosa com respeito a todos presentes.

Feito isso me voltei aos Cavaleiros de Ouro os mais fortes guerreiros de Atena e que visão bela diante dos degraus do Coliseu os mais poderosos guerreiros que defendem Atena desde as eras mitológicas e diante de mim estava cinco deles. Fiquei parado a frente dos cinco dourados e mesmo que um deles estivesse de saída não deixei de cumprimenta-lo. - Cavaleiros de Ouro, é uma honra estar na presença de você. Me proclamo um Anjo, sou Ezra'il de Dragão Marinho, é um prazer. - Terminei meu comprimento a todos, voltei em direção a amazona que estava ao lado do Cavaleiro de grande estrutura, com toques delicados pequei em sua mão me curvando para cumprimenta-la com um beijo em sua mão. - Senhorita Amazona, peço perdão se meu comprimento é rude, mas acredito que assim seja a maneira mais correta de saudar uma dama. Poderia me satisfazer com seu nome, por gentileza? - Perguntei de forma romântica e amigável.


Eu sou um Anjo, Ezra'il de Dragão Marinho



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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Albafica de Peixes em Sex Abr 22, 2016 4:47 pm

Albafica
de Peixes
"Como as cores num retrato o tempo insiste em desbotar, as lembranças que eu guardei estão todas a murchar .Ao fechar os olhos me transporto a um dia mais feliz, em meus sonhos modificar um destino tão sombrio..."



Quanta desordem! Mas que bagunça maldita os deuses prepararam para esta ocasião!... Albafica já estava prestes a voltar para a décima segunda casa quando surgem Generais Marinas á toda parte, cada um com suas particularidades, personalidades distintas que coexistiam em harmonia por mais estranho que parecesse.



Sem querer, em meio ao êxtase do momento o pisciano acabou deixando a jovem Saphira sem resposta, mas tal ato era compreensível, afinal um turbilhão de acontecimentos inusitados se sucediam um após o outro. Albafica então Voltou sua atenção aos seus nobres "visitantes". Por um momento até ignorou o ato desnecessário de alguns de seus companheiros, principalmente o do canceriano e também de um dos visitantes.



Por outro lado Diarmuid,  que parecia ser o intermediador do encontro chamou sua atenção, sua cosmo energia era diferente das demais, fato que seria esclarecido pela General presente que o chamou de "Semi Deus". O fato de alguns dos seus companheiros parecem um tanto quanto precipitados em suas palavras preocupou o pisciano, ora os cavaleiros de ouro devem ser mais frios e não ceder tão fácil assim aos  seus instintos sem antes ter total conhecimento da situação.




- Perdoem-me Saphira, Alex... Acho que ficarei mais um pouco... - respondeu. Um tanto quanto atrasado, é verdade.  Seu olhar percorreu mais uma vez pelos visitantes, aquela situação seguia muito confusa e não haveria motivos para continuar assim, tudo bem que o fato de uma quase confusão ter sido iniciada contribuiu para isso, mas já estava na hora de colocar os "pingos nos I's".



- Eu peço perdão pela minha falta de educação, estava me retirando mas convém que eu os dê as boas vindas, não é mesmo?! A propósito... a que devemos a honra de sua visita? Aliás, vocês vieram em um grande número, isso soa alarmante... - Concluiu. sua voz fria e sem emoção tinha o volume suficiente para ser ouvida por todos presentes, sem se exceder em altura e nem baixa demais.

Seus fios cobriam boa parte de seu rosto, ocultando assim seus olhos, sua postura igualmente fria como sua voz não demonstrava a preocupação outrora citada, tampouco o bom humor do extrovertido e poderoso Touro.

 
leiam:
PQP Galera, desculpa kkkkk  fiquei muito tempo sem postar aqui e to perdidaço! kkkkk Então tipo, daqui para frente vou focar mais aqui nesse prólogo então, interajam comigo pfvr  pra eu poder entender sapoha e nós tocarmos ele para frente kkkk





Notas: Notas notas ou qualquer coisa.



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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Saphira de Gemeos em Sab Abr 23, 2016 3:09 am


Gemini no Saphira







Sasha tinha sido ignorada pelo santo de peixes, mas ela mesma tinha ignorado o fato de haverem outros santos dourados ali, e o mais estranho era a presença de marinas, servos de Poseidon.Ela caminhou e se sentou ao lado do cavaleiro de touro sorrindo para o mesmo, embora por baixo da mascara dourada que usava, seu sorriso não podia ser muito notado.

Sasha: - Perdão Cavaleiro de touro, Sou Saphira , amazona de Gêmeos e peço mil perdões pela minha indelicadeza.

A amazona observou com calma cada um dos guerreiros ali presentes e percebeu que também havia uma outra amazona, mas que esta não usava mascara, como mandava a lei do santuário, mas Sasha preferiu não perguntar sobre aquilo. Um desafio lançado par a outra amazona deixou Saphira um tanto intrigada, logo  coloração azulada de seu cabelo mudou para o negro na frente de todos que estavam ali, assim também como sua voz e a maneira de se portar perante a todos.

Saphira- Então o senhor deseja lutar contra uma amazona, sem nenhum motivo? porque não retornam para o local de onde vieram e nos deixam em  paz, antes que expulsemos vocês da pior maneira possível. A voz que autrora estava doce, se tornou mais confiante e um tanto rude, mas era assim que Saphira agia normalmente. A amazona se levantou e deixou seu cosmo expandir um pouco, não para assustar, mas para mostrar que lutaria caso fosse preciso.

Saphira- Esse foi meu primeiro aviso, o próximo pode não ser tão amigável da minha parte.


Thanks Pabs @ Wonderland Editions
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Lucibel de Escorpião em Sab Abr 23, 2016 6:18 pm








Lucibel de Escorpião
The Evil



E
stejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.

1 Pedro 5:8

A amazona não se encontrava como de costume na oitava casa, aquele era um dia quente e já no início da manhã ela poderia perceber isso facilmente. Mas o maior motivo para que estivesse fora de seu templo era que necessitava organizar seus pensamentos, algo estava acontecendo com ela e precisava se manter no controle. Desde que ela e o cavaleiro de Touro começaram a se envolver, sentia seu equilíbrio por um fio. Obviamente sabia a razão para tal, Lúcifer não gostava dos sentimentos que o cavaleiro despertava na amazona. Ela por sua vez, jamais se importou com a opinião dos dois arcanjos e como sempre, faria tudo de acordo com a sua vontade, ela estava acima do que eles representavam e sabia disso. A capa vermelha tremulava ao sabor do vento, era a única dentre os doze santos que não usava a tradicional branca. Lucibel sabia que ela era a diferente de todos os outros.

Com o sol banhando a armadura a mulher caminhava pelo santuário, uma região mais afastada, precisava ficar sozinha e colocar seus pensamentos em ordem.  Sentiu tanta falta de seu mestre naquele momento que até mesmo seu peito começou a apertar. Uma brisa morna tocou seu rosto e balançou seus cabelos escuros, os lábios da amazona crisparam e seus punhos se fecharam com força: — O que você faz aqui? Sabe que não tem autorização para estar aqui. — Falou ríspida sentindo a forte presença atrás de si: — Ora, ora, ora... Já foi mais amável comigo Lucibel. Sabe que enquanto não me negar eu posso chegar onde você estiver. E você não pode me negar por que isso a torna mais fraca. Agora me responda. Por que não se junta a mim logo? — O sacarmos e cinismo na voz do homem a irritavam profundamente, ela girou em seus calcanhares encarando seus olhos negros: — Por que eu não vou me curvar para você. Eu vou servir Athena até o meu fim. — Bradou a morena sentindo as veias de seu pescoço dilatar de raiva.

O homem aproximou-se dela lentamente e levou sua mão de forma carinhosa ao rosto dela: — Oh minha Lucibel. Sabe que não pode fugir do seu destino. Isso que sente por aquele homem não é nada, perto do que eu tenho a te oferecer. Mas já que deseja continuar com esse papel ridículo, sinta-se à vontade. Eu estou aqui assistindo você sucumbir a cada um dos seus pecados. — A mulher chocou sua mão contra o braço dele a tirando de seu rosto e com um sorriso malicioso ele sumiu diante de seus olhos. A escorpiana sentia a raiva correr por suas veias como se fosse sangue, seu cosmo se expandia rapidamente e sua fúria voltou-se totalmente para um pequeno bloco de rocha. Com um soco em seu centro a amazona o transformou em pó, os fios negros balançavam ocultando o semblante rígido da mulher. Ela sabia que ele faria tudo para conseguir o que desejava, talvez fosse o momento de procurar a Deusa Athena.

Ficou ali algum tempo se acalmando, até que finalmente sentia-se no controle de suas emoções novamente. Já era a hora de voltar ao seu lugar nas dozes casas, tomou rapidamente o caminho com passos rápidos e largos. Porém ao se aproximar sentiu algo estranho, a amazona estreitou o cenho “— Que cosmos são esses? —”  Com certeza eram estranhos e não pertenciam a nenhum outro do santuário.  A morena estreitou o cenho e cerrou os punhos, seu cosmo com certeza era sentindo a distância, não era algo como dos outros cavaleiros de Athena. Muitos ficavam consternados na presença da amazona, seu cosmo era pura dor e morte, quase como uma mácula negra que exalava da mulher. Podia sentir que até então, ainda que fossem presenças diferentes, não eram hostis o que fez Lucibel apenas agir com certa cautela, queria saber primeiramente o que se passava no lugar.

Cautelosa se aproximou, mas quando seus olhos vislumbraram a cena, um sorriso irônico e cínico desenhou-se em seus lábios. O primeiro que viu foi Alexander sentado, com certeza estava bebendo e já havia percebido sua presença. Havia outros santos dourados como Peixes, Libra, Gêmeos, não tinha o muito o costume de estar próxima a eles, ela não era como eles e sempre soube disso. Sua fama percorria as doze casas e isso mantinha até mesmo eles distante dela, mas era algo que realmente não a incomodava. Foi quando seu olhar se dirigiu aos estranhos, Lucibel meneou a cabeça voltou a andar na direção do grupo:  — Então, há uma pequena festinha no coliseu e ninguém me avisa? — Sua voz soava como sempre doce e melodiosa a todos, mas era perceptível o deboche e o sacarmos. Sua língua deslizou por seus lábios os umedecendo e voltou a sorrir como um anjo.

A morena jogou a capa vermelha para trás, revelando os detalhes da armadura de escorpião, repousou uma das mãos nos ombros de Alexander e depois abaixou-se, roubando um beijo dos lábios do Taurino sem se importar com os demais que ali estavam.  Sorriu para o ruivo quando separou seus lábios: — Não imaginava te encontrar aqui amor. — Se alguém ainda não sabia dos dois dentro daquele santuário, havia descoberto naquele momento.  Ela se levantou e fitou o rosto de cada um dos que ali estavam, principalmente dos estranhos: — Alguém pode me dizer o que se passa aqui? Vejo alguns estranhos e sinto os ânimos exaltados. Eu deveria me preocupar com isso? – Seu olhar foi na direção de Alexander na esperança que ele explicasse tudo. Porém continuou atenta a qualquer movimento por parte dos estranhos, um sorriso em seus lábios na direção deles, mostrava que continuava atenta a tudo.











Lucibel de Escorpião
Amazona de Athena



.soph.

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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Sab Abr 23, 2016 7:01 pm


E ela finalmente... Aparece.



Que a paz reine...


Era engraçado a forma como os Generais de Poseidon agia, um deles se proclamava um Anjo, de fato seu nome representava um Anjo da Morte de Deus que intrigante, os demais agia de forma duvidosa ao meu ver, Diarmund se postou como o mais normal entre eles, enchi novamente meu copo com a cerveja importada da Alemanha esperei que alguns aceita-se meu pedido para beber conosco mesmo que alguns dos Cavaleiros não tivessem boa intenção. Saphira de Gêmeos finalmente me notou não só a mim e sentia algo estranho nela como se fosse duas pessoas em uma só, minha tentativa de acalmar os ânimos não teria sucesso a partir do momento em que Albafica preferiu continuar no entre nós seria um sinal de guerra? Espero realmente que não. Passei a mão em minha barba analisando a situação, estava sentado ao lado  da Shion de Libra e me afastei um pouco mais após a apresentação do General de Dragão Marinho pelo menos ele foi educado. Ser agressivo com o meu cosmo seria um péssima escolha e por isso tentei acalmar principalmente a amazona de Gêmeos mesmo que a primeira impressão dos Generais não tenham sido das melhores. - HAHAHAHA - Gargalhei - Contenham-se crianças, não vamos começar uma guerra por motivos bestas, não é? - Perguntei em voz alta alertando a todos. Observei a todos atentamente e parecia não aceitar muito bem minhas palavras, mesmo assim tentei de alguma forma, voltei a atenção a Diarmund e me desculpei por ser agressivo com meu cosmo a adentrar em nosso templo. - Peço desculpas por meu cosmo agressivo logo que chegou, Diarmund. Hahahaha - Sorri alegremente com o pedidos de desculpas inútil, mas não quis que ele achasse que todos eram mal caráter.

Sim é verdade estava envolvido com a amazona de Escorpião, mas ninguém sabia disso... Já que foram diversas vezes... Acreditei que os outros não precisavam saber sem que pergunta-se e por isso me calei diante deste assunto, pude sentir seu cosmo de longe e fiquei ansioso por sua chegada e rever-la de imediato, que sensação gostosa senti... Não iria demorar até que Lucibell chegasse próximo de nós e fiquei atento pois não sabia como iria reagir com os Generais. "Ela chegou... Finalmente" Pensei. Sua entrada seria bem interessante diante de tantas pessoas era normal que sua voz chamasse a atenção de todos que estavam presentes se tratando de uma nova convidada, não poderia chamar exatamente de festa pois um arrastão estaria prestes a começar se não agisse para acalmar os ânimos dos Santos Dourados. Como imaginei ela teria uma entrada bem chamativa, assim com ela não me contive em beija-la mesmo que todos olhassem assustados ou não. - Estou tentando acalmar os ânimos e evitar uma guerra, meu amor... - Assim respondi. - Os Generais de Poseidon resolveram fazer uma visita, mas não foi muito amistosa no começo... - Pausei - Fico feliz que tenha vindo, amor. - Finalizei, lhe roubando um beijo bem lento. Voltei a ficar atento no local até por que mai do que nunca não queria que uma guerra por parte da Saphira e os Generais acontecesse, mesmo que estivesse certa ou não acredito que Albafica não os deixaria impune com uma ação ofensiva.



Pimpolho de Atena, fela da pota
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Axel de Leão em Sab Abr 23, 2016 9:53 pm

Danger: Drunken Lion Ahead
O barulho que vinha do coliseu era algo que intrigava muito o jovem semideus que passara por perto, começou com oque parecia uma briga... e depois começou a parecer um bar qualquer... o som de bebida caindo ao chão foi oque mais atraiu a atenção de Axel, este que com um salto subiu ao topo de uma das arquibancadas, o homem olhou para baixo, viu alguns dourados e... marinas? Aquilo era estranho... mas de pouco lhe importava, o jovem saltou no meio de todos, roubou a bebida de alguém, não vu quem foi e se quer ligou.

-QUEM FOI O RETARDADO QUE PEGOU BEBIDA... E NÃO ME CHAMOU PRA BEBER TAMBÉM? - Gritou estressado antes de virar uma golada da bebida roubada, provavelmente roubou de um dourado... mas quem liga não é mesmo? O mesmo servia para o fato de haverem marinas no santuário... Axel simplesmente não ligava, algo normal de sua parte, odiar a tudo e todos, não ligar para coisas as quais são um perigo para outras pessoas... tudo que lhe importava no momento era quebrar a seca... estava sóbrio a oque... umas duas semanas? Talvez desde que ganhou a armadura de leão.

-Moças... o leão saiu da jaula... e ele está morrendo de vontade de se embebedar... qual de vocês gostaria beber até apagar de vez? - Disse o semideus com um sorriso sínico no rosto, não lhe agradava o fato de estar no meio daqueles que deveriam ser seus companheiros, mas engoliu tal sentimento junto de mais bebida antes de continuar a falar, já um pouco bêbado, é claro. - Algum dos marinheiros... vai se juntar a mim? Ou estão com medo de conhecer um leão bêbado? - O loiro encerrou com alguns soluços de bêbado e uma risada, já estava bêbado, só precisou da ultima golada para isso.
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ares em Seg Abr 25, 2016 5:18 pm




ares




'Dead men lying on the bottom of the grave
Wondering when Savior comes
Is he gonna be saved'
O Olimpo presenciava pela décima vez uma discussão entre Zeus o soberano dos Deuses e seu filho Ares conhecido pela fama de Deus da Guerra, a sessão não foi aberta aos demais deuses, mas era possível do lado de fora as vozes exaltadas dos dois, Ares não se intimidava em gritar com seu pai daquele jeito e nem mesmo Zeus sentia remoço em desprezar ainda mais o seu filho - Considere esta sessão encerada, Ares, suma da minha frente! - Ordenou Zeus. As palavras do soberano encerando e não acatando ao pedido de Ares irritou o Deus da Guerra que se levantava violentamente derrubando a cadeira que estava sentado, a fúria tomava conta de Ares que furiosamente desceu a terra para por em prática seus planos, não contava com um pequeno imprevisto ao sentir os cosmos de diversos Cavaleiros de Ouros e alguns Generais de Poseidon. Aquela situação questionava os pensamentos do Deus da Guerra que caminhou até o templo de Atena para averiguar a situação com seus olhos. Seus passos calmos até o seu destino e seu cosmo amedrontador se aproximava chamando a atenção de todos no reino, era uma maneira de causar impressão aos que presentes naquele local, o cabelo longo da divindade flutuava por sua costa, algumas mexas caia em seu rosto cobrindo uma metade do seu rosto, o Deus com a aparência jovem e bonita, pele branca clara, mas um rosto serio e amedrontador causando pavor em quem lhe olhasse de perto, a voz de Ares ecoava pelo Coliseu de Atena, grossa e bastante grave chamava a atenção dos seres mortais com seu cosmo sendo agressivo em todos os cantos da arena. - Ora, ora. Uma guerra entre Generais e Cavaleiros de Ouro? - Perguntou sem esperar por uma resposta - Vocês são patéticos - Decepcionado, Ares falou.

Devorando cada um dos mortais com seus olhos transbordando a fúria que sentia pela discussão com seu Pai ele esperava encontrar algo que lhe interessasse ali, não era apena ódio que transbordava do seu cosmo e do seu olhar, gritos de agonia de cada um morto pelas mãos do Deus da Guerra ecoava em seus olhos profundos, era possível perceber irritação de Ares pela sua face aborrecida. - Então... Vão se calar na presença de um Deus? Querem me contar oque está acontecendo, ou devo fazer está pergunta pessoalmente a suas divindades tolas? - Perguntava de forma grosseira à todos presentes. O fato que intrigava Ares não era absolutamente nada, mas a raiva que sentia de Zeus lhe deixava aborrecido com qual quer coisa em seu caminho e a reunião entre os Guerreiros serviu de bom motivo para colocar sua raiva para fora de si. A presença daquele ser maligno causava uma mudança climática tornado as nuvens carregadas e escuras o céu se fechava ficando o clima mais tenso, a presença de um Deus realmente causava espanto até mesmo aos céus e de longe o próprio Olimpo temia as ações do Deus da Guerra, mas o rancor de Zeus não permitia que ninguém interferisse nas ações do seu filho com Hera. Ares sempre foi o mais agressivo entre eles e sua sede por sangue, sua porte em batalha era tão selvagem e bruta que lhe foi concedido essa fama, até mesmo a poderosa Esparta de Leonidas venerou o Deus da Guerra em suas batalhas.






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