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Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Albafica de Peixes em Qua Abr 27, 2016 7:15 pm

Albafica
de Peixes
"Como as cores num retrato o tempo insiste em desbotar, as lembranças que eu guardei estão todas a murchar .Ao fechar os olhos me transporto a um dia mais feliz, em meus sonhos modificar um destino tão sombrio..."



Entre falas e acontecimentos, Albafica presenciava a chegada de novos guerreiros, cada um com sua particularidade. Aquilo se tornava cada vez mais sem sentido e para falar a verdade o silêncio dos guerreiros do imperador dos mares  já incomodava o guardião da décima segunda casa quando algo diferente o chamou a atenção, algo realmente assustador, devastador... era como se um exército se aproximasse.



- Mas que cosmo é esse?! - Seu olhar se voltava para o horizonte, de onde a cosmo energia terrível e destruidora que sentia surgia e se aproximava devastadoramente rápido. Aquele cosmo com certeza não podia pertencer á um humano, nunca, absolutamente nunca havia sentido tamanho temor diante de uma presença, era como se o fim do mundo se aproximasse.

Foram poucos segundos até que a presença do poderoso ser aparecesse, seu olhos podiam contemplar a fisionomia do homem e de fato, até sua aparência humana transparecia destruição, sua pele branca e seus longos cabelos combinados com sua expressão agressiva amedrontavam qualquer um que o olhasse. Sua voz logo ecoava trazendo desprezo e destruição em cada palavra, ele se denominava "Deus" e de fato, era a única explicação plausível para tal presença.



Albafica sabia que diferente dos marinas, o "deus" detentor de tamanho poder certamente não queria apenas conversar. Por mais que  soubesse que não tinha chance alguma contra alguém com tamanho poder, o pisciano nunca temeu a morte, tampouco demonstrou algum tipo de sentimento perante desconhecidos, ora, não seria essa a primeira vez.

Imediatamente após ouvir as palavras daquele homem, Albafica usou do teleporte e surgia á cerca de 3 metros a frente do tão poderoso guerreiro, seu cabelo era lançado ao vento enquanto sua franja cobria os seus olhos, em seu rosto só se podia ver um leve sorriso brotando em seus lábios.



- Ora, ora, não acho que essa seja uma maneira adequada de se postar, "Deus"...  - Seu cosmo queimava gerando uma elevação assustadora. Não para um Deus, claro. Ao seu redor se criava uma espécie de névoa vermelha, em resposta a elevação de seu cosmo.



- Eu sou Albafica, cavaleiro de ouro de Peixes e não acho que devemos dar alguma explicação á alguém tão rude e sem educação alguma como você, então... Porque é que não se desculpa por profanar o solo sagrado de Athena e nós te deixamos ir embora? - O vento ao redor daquele homem parecia soprar mais forte o que fazia com que seus belos olhos fossem revelados, nada porém que pudesse dissipar a névoa vermelha que se mantinha em volta do pisciano. Com um dos braços estendidos e a palma da mão aberta ele saudava o deus como quem ironicamente "reverenciasse" um Rei.












Notas: Notas notas ou qualquer coisa.



Albafica de Peixes
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Saphira de Gemeos em Qui Abr 28, 2016 7:42 pm


Coliseun in troble
Saphira nao tinha um cosmo muito ameaçador, porem por conta de sua irmã, o cosmo das duas acabava sendo um pouco superior ao normal. Seu pequeno aviso aparentemente fora eficaz e deixou os marinas mais calados, porém um cosmo dourado que ela não tinha sentido antes começou a se aproximar. Um mulher  que não usava a mascara como ela, e sua capa era vermelha como o sangue, diferente dos outros cavaleiros; Saphira não se importou muito com aquilo, mas o modo de andar e se portar da mesma era um tanto impressionante. Saphira a admirou por alguns segundos ate que a mesma foi de encontro ao cavaleiro de Touro e os dois se beijaram de forma carinhosa, por dentro Sasha se contorceu e até chorou, mas as lagrimas não podiam ser vistas já que Saphira que estava no controle agora. Além dela, um cavaleiro de leão se apresentou, um rapaz loiro que mais parecia um primata a um cavaleiro, e ainda se dizia um ser um cavaleiro de Athena; aquilo dava certa vergonha a Saphira, porém nada que se pudesse aparentar.
Mesmo com todo aquele turbilhão de cosmos,Saphira sentiu algo diferente no horizonte, e aparentemente não havia sido somente ela, o santo de peixes parecia um pouco preocupado e Saphira so pode perceber isso pois observava o rosto de cada uma das pessoas que ali estava. Ela se levantou e deixou de controlar o próprio cosmo para que o novo intruso percebesse que ela lutaria caso fosse preciso, mas ela logo percebeu que aquilo era em vão pois o novo intruso era um Deus e ela nada poderia contra um Deus.
-Creio que Albafica está certo em pedir que você se retire daqui, o solo sagrado de Athena não merece ser pisado por pés podres como os seus Ares. 



Saphira de Gemeos
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Lucibel de Escorpião em Qui Abr 28, 2016 10:54 pm








Lucibel de Escorpião
The Evil



M
as­ Josué tinha ordenado ao povo: "Não deem o brado de guerra, não levantem a voz, não digam palavra alguma, até o dia em que eu ordenar. Então vocês gritarão!"

Josué 6:10

Quando seus lábios se separaram, ela tinha leve sorriso nos lábios, dedicado somente ao cavaleiro de touro. Desejou que não houvesse tantos convidados, assim poderia aproveitar o dia ao lado de seu amado, mas as visitas inusitadas prendiam a atenção da amazona. Ainda que seu rosto de traços angelicais transparecesse serenidade, o olhar da amazona como sempre, era o de um predador. Esguia manteve-se de pé atrás do Taurino com a mão deslizando pelos fios carmesins que tanto lhe atraiam. Lucibel era, porém, uma mulher peculiar e não era somente os guerreiros de Poseidon que chamavam sua atenção, mas os próprios defensores de Athena: — Entendo meu amor. Você deve ser bem melhor nessa tarefa do que eu. — Comentou em um tom baixo e calmo, um pouco arrastado talvez. Seu olhar negro lentamente percorreu a face de cada um e logo o sorriso de canto e nefasto surgiu nos lábios da amazona. Ela podia sentir... O pecado que consumia cada um que estava ali.

Ela respirou fundo enchendo os pulmões de ar, sentindo a brisa morna contra seu rosto. Não podia imaginar situação mais inusitada, uma tentação para seu ego e espírito. Fitar cada um deles e ver seus pecados ali tão perto, podendo tentar cada um deles ao ponto de começar um conflito de dimensões impensadas. Lucibel mordiscou os lábios e revirou os olhos, o êxtase tomou conta de si, sentia no ar a inveja que exalava da geminiana, a vaidade do cavaleiro de Peixes, mas o que saltou aos seus sentidos foi a arrogância do cavaleiro de Leão que chegou tomando bebida que Alexander degustava. Seu olhar vidrou-se na figura do leonino, tão feroz como o dele poderiam ser. “— Por que não Luci? Está tudo aí diante de seus olhos. Ao alcance de suas mãos. — ” A voz sussurrou em sua mente fazendo a mulher fechar os olhos por um breve instante. Foi então que o toque da sua mão a trouxe de volta a realidade. Entregar-se a esses deleites era abrir mão de Alexander, a presença do cavaleiro a trouxe de volta a realidade, ainda que em seu íntimo pudesse escutar o mesmo sussurro.

Apegou-se a aquela ínfima fagulha de sanidade para não fazer bobagens, observou seus companheiros, alguns já com os ânimos deveras exaltados e tentou não ser engolida pelo sentimento que a impelia em começar um conflito. Seu rosto levemente se baixou permitindo que as madeixas negras, deslizassem pelo elmo e lhe ocultasse os olhos, era melhor assim, para ela e para todos. Curiosamente então percebeu o que estava fazendo, ele não estava sendo ela mesma, ou talvez estava permitindo, que um lado a muito tempo esquecido dentro de si falasse novamente. Uma parte dela que ainda acreditava nas pessoas, que acreditava valer a pena lutar por eles e por tudo o que tinham. Não sabia por quanto tempo havia escondido de si mesma esse lado, por quanto tempo o negou e quiçá o sufocou na esperança que a escuridão prevalece em sua alma. Por anos arrastou-se pelo caminho mais obscuro, mais tenebroso que a vida lhe oferecia, mas agora ele parecia não lhe agradar mais.

Perdida nas névoas de seu pensamento afastou-se mentalmente dali, mas não o suficiente para ignorar a presença que se aproximava. A violência e o ódio que aquele cosmo carregava, fora como um tapa na face de Lucibel, que ergueu o olhar lentamente. Como uma maré de sangue ela percebeu ele se aproximar e tão logo seu cosmo reprimir o de qualquer outro guerreiro que ali estivesse. O que ela estava tentando controlar todo esse tempo se desfez diante da presença do Deus da Guerra. A amazona deu dois passos para trás mantendo-se em um profundo silêncio, como uma violenta onda que se quebra em um rochedo, a presença dele se chocou com a de Lucibel que impetuosamente encarou seus olhos. Não, ela não o temia, ainda que soubesse da discrepância de poderes, mas ela era o que era e não temia nada e nem a ninguém.

A capa vermelha tremulou com violência à medida que o cosmo da amazona se revelou, um cosmo violento e tomado de ódio e sadismo, uma sensação nauseante para quem estava próximo dela. “— Eu lhe disse que não adiantava resistir. Eu lhe disse que você sempre me pertenceu. —” O sussurro veio acompanhado por um calafrio que lhe percorreu toda a espinha dorsal. O punho se fechou, tamanha era ira que percorria o corpo esguio de Lucibel. Quando seu primeiro passo foi dado a voz que ecoou foi a do pisciano, um sorriso debochado veio-lhe a face enquanto seus olhos fecharam-se mais uma vez, em seguida a garota da personalidade conflitante tomava a frente, uma tão forte e a outra tão fraca. Pensavam eles terem voz diante de um ser como aquele? Criaturas tolas que serviam cegamente a Athena, mas sem realmente ter o que era necessário. Com furor o cosmo da escorpiana fora sentido por todos, violento, trazendo consigo a mácula da morte e do que ela realmente era.

Quando os olhos se abriram, não havia mais nada de negros neles, apenas aquele tom dourado. A amazona lentamente deu alguns passos diante da figura o observando, sua mão ergueu-se leve pelo ar na direção dos dois santos que haviam acabado de se manifestar: — Ele não vai dar importância as palavras de vocês. Afinal... Ele se vê em um patamar superior a qualquer um aqui. — As palavras eram recheadas de cinismo e ironia por parte da morena. Estar na presença dela era como estar diante de todo mal que poderia existir no mundo, uma mácula tão forte que até mesmo um Deus percebia facilmente pela mão de quem ela era guiada. O sorriso não abandonou seus lábios, conferindo uma venustidade ainda maior a escorpiana. Mas seu olhar era como encarar um abismo profundo: — Entretanto Deus... Esse santuário pertence a outra deusa. E uma aparição repentina assim pode ser encarada de maneira hostil. — Ela suavemente meneou a cabeça para o lado encarando Ares: — Mas é isso que você deseja, não é verdade? A guerra. — Havia um tom sombrio em suas palavras, fazendo até mesmo alguns presentes se arrepiarem diante da situação.











Lucibel de Escorpião
Amazona de Athena



.soph.

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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Alexander de Touro em Sex Abr 29, 2016 1:22 am


O Cosmo de um DEUS, contra meros MORTAIS



O amor e o ódio

[...]


A mulher que Alexander chamou de sua mudava completamente, ele mesmo percebia isso em sua voz, seu cosmo e no seu jeito de se comportar. Um fato que intrigava o Cavaleiro de Touro e sabia da possibilidade de Lucifer tomar o controle da sua mulher, ignorou o Cavaleiro que tomava sua bebida por que mais importante que isso era a sua mulher naquele momento, seus olhos fixou na Amazona e observou seu comportamento mudar quase que completo e nesse momento não soube oque fazer, apenas lhe puxou pela mão surpreendendo sua amada que voltava a si, lhe abraçou e procurou acalma-la com seu corpo e lhe deu um beijo forçando seus olhos se fecharem, a presença de Ares era sentida até mesmo por Atena, Lucifer poderia se aproveitar disso, mas Alexander de algum modo acalmava o coração da mulher, seus braços lhe protegeram e segurou-a de forma carinhosa. - Apenas confie em mim, minha mulher. - Pausou suas palavras com um sorriso bem confiante em sua boca. - Não posso permitir que a mulher da minha vida se machuque de forma alguma. - Finalizou suas palavras para acalmar a sua mulher. Alexander se viu intimidado, mas com sua mulher no braço ele ignorou essa intimidação, aumentou seu cosmo ao seu extremo ao ver sua mulher ser ameaçada e isso lhe deixou nervoso, estaria disposto a dar sua vida por ela naquele momento. O Cosmo do Touro foi tão forte que o brilho dourado se formava em um Touro de verdade, isso era apenas o pouco que viria pela frente. O Cavaleiro de Touro agia pela emoção na sua primeira vez mesmo sabendo que seu poder seria inútil.

Acalmar Lucibell era sua prioridade, mas não conteve o cosmo agressivo tentando intimidar o mais perverso dos Deuses do Olimpo. Aquela situação não agradava a ninguém e mesmo que Albafica fosse um tanto irônico só aumentaria mais a raiva de Ares, dos céus trovões e raios tomava o clima como de guerra, e era isso que se aproximava. Alexander colocou Luci em seus braços e levantou com ela, deu um pulo indo mais para cima saindo das arquibancadas, o clima assustava o Touro que não cessou cosmo pra se preparar a combater o seu pior inimigo, mas ele ameaçou Lucibell com sua presença e isso foi o suficiente para agitar o Cavaleiro da Segunda casa. Até as pessoas que não se manisfestavam temia ao Deus recuando seus passos, naquele momento o que mantinha Alexander quieto era sua mulher, se sentou no chão e voltou a lhe envolver carinhosamente e puxando a atenção dela para ele, um ato preocupante para Alexander, mas ele sabia que o amor que sentia por ela era o mesmo que ela sentia por ele. - Não se preocupe meu amor, ninguém tocará em você, eu estou aqui. - Confortou sua amada, suas palavras doce e seu cosmo quente chamava a atenção de seus companheiros de fato ninguém tinha visto o cosmo de Alexander no seu estágio máximo e um tanto interessante, poderia ser um sinal bom para a deusa Atena descer ao Coliseu com a chegada de Ares que não gostou muito da reação dos outros, o ódio do Deus da Guerra aumentava tanto que era capaz de queimar a pele de um humano frágil, a escuridão daquele cosmo era o mais profundo do Olimpo.  





Pimpolho de Atena, fela da pota
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ares em Sex Abr 29, 2016 2:11 am




ares




'Que deleite de agonia
vamos infligir'


Não passava um pingo da raiva de Ares por causa do seu pai, infelizmente estava prestes a comente um loucura de enfrentar aqueles mortais. O Deus da Guerra nunca ligou para seus inimigos se forte ou fraco apenas matar e pisar em seus corpos era oque saciava sua sede de sangue. Ao ouvir as palavras de Albafica se sentiu insultado por ouvir de um humano que não se portava como um Deus, seu rosto sério ficou raivoso e sue cosmo se expandia ainda mais, ouviu os trovões do seu pai lhe alertando que a cada passo seria punido, mas ignorou os avisos do Soberano dos Deuses, a cada passo descendo os degraus raios caia na terra nas proximidades de Ares, como se não bastasse se sentir insultado por Albafica de Peixes sua raiva só aumentou ao ouvir palavras de uma mulher, não era só o insulto, mas ofendido com as palavras que amargava em seus ouvidos, estava quase na metade dos degraus quando sentiu a Amazona, mulher do Cavaleiro de Touro se manifestar, mas não era as palavras dela que lhe interessava, mas sim oque percebeu nela. Deuses são seres com poderes inimagináveis que é capaz de ver coisas onde nenhum humano é capaz, mesmo que seu cosmo dominasse o Coliseu, percebeu uma alteração de poder na amazona, também um cosmo diferente similar ao de um Deus do Olimpo, não era igual ao seu, mas transbordava ódio pelos seus olhos.

- HAHAHAHAHAHA - Sorria malignamente, um sorriso assustador por sinal causando espanto a quem fosse fraco, os Generais recuaram quando ele desceu mais um degrau. Aquele que se diz um Anjo de Poseidon não demostrou ser receptivo com Ares e fechou seus punhos lhe olhando com raiva. - Mas... - Pausava entusiasmadamente, suspirava um pouco soltando o resto de sua fala. - Mas que interessante! Se não é o Anjo Caído, Lucifer. Você está acabado, seu bosta. - Provocou o Anjo Caído, suas palavras não surtiram efeito quando o marido da amazona lhe puxou contra seu corpo, o cosmo que emanava do homem parecia extinguir quaisquer mal que atormentasse a sua amada, mas não era muita coisa para o Deus da Guerra. Seu pés tocavam no solo do Coliseu e nesse mesmo instante mais um raio e dessa vez mais forte surgia a frente poucos centímetros do seu pé esquerdo, o raio aparentava dividir o Deus no meio e sabia ele oque significava aquela ação. - Isso é medo do que eu posso fazer com seus amados peões, Zeus? - Respondia o Deus Ares, não se importou e continuou andando até o meio da arena, o Touro saia daquele local com sua mulher se afastando ainda mais, Atena não demoraria a vim e quis adiantar um pouco a chegada dela.

Lucifer no corpo de uma mulher era bastante curioso para Ares que viu uma chance de conseguir por atona o Santuário de uma maneira divertida, mas sabia que com o amor daquele casal as coisas poderia se dificultar ainda mais, chegando ao centro da Arena os raios ficavam mais intenso, expandiu seu cosmo ainda mais balançando tudo ao seu redor fracos não se aguentaria de pé diante do poder que Ares liberava, seus cabelos negros e longos parecia dançar loucamente com tamanha presença. - Vão clamar por Atena? Ótimo rezem por essa retardada, faz tempo que não a vejo! - Gritou, clamando por Atena. Sabia que sua ação não ficaria impune aos olhos do Olimpo e chamar sua irmã desta maneira poderia irritar ainda mais o seu pai, no fundo Ares quis demostrar a Zeus onde a sua arrogância pelos Humanos o levaria, era de se admirar que ele não tenha feito nada contra os Cavaleiros de Atena e os Generais de Poseidon, mas sentia pavor com a pequena presença de Zeus.






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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Athena em Sex Abr 29, 2016 5:07 pm


Athena


A paz ainda pairava no santuário e em toda a terra, a abóboda celeste estava límpida e poucas nuvens pairavam no céu. A visão do alto do santuário era extasiante até mesmo aos olhos de um Deus e Athena não se cansava de observar a beleza mundana. A brisa suave soprava contra o corpo da jovem deusa, fazendo os fios dourados tremularem ao sabor do vento, a fragrância das flores se espalhava com o vento tomando os sentidos da mulher. Não teria palavras para explicar quão perfeita era a criação e tudo isso fazia com que ela ansiasse defender mais e mais aquele lugar. Viver no santuário desde sua aparição fez da Deusa uma mulher sábia e forte, seu amor pela humanidade se tornou cada vez maior e a certeza de que precisava lutar nunca esteve tão latente na deusa como naquela encarnação. Ela ergueu um pouco o rosto observando uma vez mais o santuário, era bom que os tempos de paz reinassem ainda, mas também tinha a plena convicção que esse tempo estava chegando ao seu fim.

Ainda que dona de uma faceta militar, Athena sempre prezou pela paz na terra, sempre se preocupou em manter a paz na humanidade. Tanto sangue já havia se derramado para que esse seu desejo se realizasse. Por ter sido criada dentro do santuário, tinha plena convicção de quem era e de todas as outras vidas que havia despertado, desde eras mitológicas com a única finalidade de proteger a humanidade. Homens e mulheres deram suas vidas por esse ideal, lutando cegamente em seu nome, sacrificando suas vidas por aquilo que ela acreditava e aspirava. A cada geração ela se afeiçoava mais e mais aos seus guerreiros e sua postura, contudo havia mudado. Havia mais determinação em seu olhar, havia mais vontade de lutar do que nunca, não permitiria que a história se repetisse mais uma vez e se preciso fosse colocar um ponto final, dessa vez ela o faria sem hesitar.

A guerra não era o caminho que ela desejava para resolução de tais diferenças, mas o orgulho e o ego dos demais deuses jamais permitiriam que a paz reinasse em totalidade. Ao longe a Deus percebeu os cosmos invasores em seus domínios, porém não havia hostilidade, o que não era comum vindo por parte dos guerreiros do Deus dos Mares. Conhecia os anseios de Poseidon melhor do que ninguém, Mú desapareceu do mapa em um dos seus caprichos, deixando poucos descendentes de uma raça magnificava que andou pela terra e tanto a auxiliou. Talvez essa tenha sido a razão, pela qual Athena se prontificou a proteger seus últimos descendentes custe o que custasse. Eles jamais entenderiam como é ser humano, ainda que detivessem receptáculos mortais, julgavam a humanidade por seus pecados, mas pecavam da mesma forma ou de maneira ainda pior. Zeus, o soberano do Olimpo sempre soube que ela seria capaz de ouvir os corações humanos e por isso era ela quem detinha a missão de protege-los.

Entretanto, seu momento de paz e contemplação fora interrompido abruptamente, uma força capaz de esmagar qualquer um que estivesse em seu caminho. Ainda longe sentia a ira que consumia aquele cosmo, a presença hostil que começava a pairar em seus domínios. Seu cenho se estreitou e suas mãos se fecharam rapidamente, uma forte brisa bateu contra a deusa fazendo seu vestido branco tremular: — Como ele ousa? — Perguntou-se incrédula diante da situação, jamais tamanha ousadia havia sido vista dentro do santuário. Seu corpo girou e com passos firmes a deusa caminhou até dentro do salão do Grande Mestre onde o homem vinha em sua direção: — Eu vou descer até o coliseu. — Inutilmente o sábio homem protestou, mas perante o desejo de uma deusa ele nada poderia fazer naquele instante. Com o báculo de Nike em punho, como um raio dourado a mulher sumiu do salão.

Uma lufada de vento abrupta tomou conta do lugar levantando uma cortina de poeira por todo o lugar, chegou a tempo de ouvir as últimas palavras do deus da Guerra. Se o cosmo de Ares era imponente por sua destruição, o de Athena era imponente e forte por seu desejo de justiça, um brilho dourado emanou forte da loira que se colocou diante do Deus que vinha afronta-la em seu próprio santuário: — A retardada a qual se refere sou eu meu irmão? — Sua voz soou plácida, mas firme, seu olhar encarou o dele com firmeza. Ainda que seu jeito fosse sereno como sempre, era nítido que algo havia mudando, seu cosmo calmo se espalhou pelo santuário acalmando e acalentando a todos. O tempo logo voltou se a abrir e os raios cessaram, Zeus sabia que diante da presença dela, não seria permitido nenhum ato inconsequente de Ares. O báculo inclinou-se um pouco para a direita e Athena caminhou até o Deus: — O que deseja em meu santuário Ares? — Ela perguntou com sua voz doce e calma. Seu olhar recaiu sobre os cavaleiros e notando que todos estavam bem, um grande alívio tomou conta de seu peito, jamais permitiria que um deles se machucasse pelos caprichos de Ares.




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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Raizen de Cães de Caça em Sab Abr 30, 2016 5:39 pm


Não toque.

A diferença de poder entre um Cavaleiro de Ouro à um Cavaleiro de Prata nem sempre é tão imensa como costuma ser, Raizen ignora essas questões mesmo não sendo muito fraco em comparação a eles, pode se dizer que é um dos mais fortes de Prata, mas seu poder não se compara a um dourado mesmo que sua proteção seja superior a de muitos dos doze. Percebia de longe o cosmo de tantos Cavaleiros reunidos, mas se escondia no templo de Atena a mandado do Grande Mestre para vigiar Atena com seus próprios olhos, escondia sua presença da Deusa na escuridão do seu salão pessoal, sentia sua presença, seu cheiro, seu cosmo dentro do salão era suficiente, ficava de joelhos com a cabeça baixa prestando atenção em suas ações. Poderia ser ilegal vigiar Atena, mas o Grande Mestre desconfiava que poderia haver algum imprevisto e sua segurança estaria em risco, por estes motivos não viu traição alguma em se esconder para vigia-la. Lembrava muito um lobo selvagem guardando sua matilha, sua calma em ficar ali imóvel, sua paciência sem igual em continuar naquela posição atento a tudo que acontecia, nem mesmo os mais poderosos Cavaleiros de Ouro percebia sua presença. Quem ver um lobo acha que é fácil abater pela sua forma, mas se deixar que ele ataque vai ser fatal, Raizen ignorava sua vida para ficar ao lado na proteção pessoa da sua Deusa, um ato louvável de um Cavaleiro, mas nada além da sua obrigação.

Nem mesmo a presença de Ares no Coliseum lhe tirou a calma, foi repentino identificar o nome do Deus, presumiu que fosse pelo fato do seu cosmo tão agressivo invadir esmagando tudo a seu redor. Pelo menos 5 Cavaleiros de Ouro estavam naquele local, o suficiente para dar um jeito em Ares assim pensava enquanto levantou trocentas hipóteses, mas isso não pareceu uma ameaça, sabia que Ares por mais bruto que fosse não seria burro ao ponto de começar uma guerra sozinho. Lendas contam que o exército do Deus da Guerra é tão poderoso quanto o do seu pai, capaz de esmagar sozinho o reino de Atena, se havia apenas o seu cosmo presumiu que seria estresse por falhar com algo, explicaria a sua ação descontrolada que era notável em seu cosmo. Notava um desconforto na voz de Atena e sentia-a insultada, explicaria em sua mente o conto que o Grande Mestre lhe disse sobre ter a memoria de todos os Cavaleiros que morreram por ela e ter consciência de todas as suas vidas passadas, se recusou a julgar a ação de Atena que pegava seu báculo em direção ao ponto de encontro de Ares. Preocupava ao seu representante este ato descuidado da Deusa da Sabedoria, mas explicava a sua reação de imediato, presumia em sua mente que poderia ser um ato de proteção ao seus Cavaleiro se julgar por sua voz que não estava nem tampouco doce com costuma ser.

Se o seu representante que é o homem de mais confiança não lhe conteve não teria mais nada para fazer, Raizen se negava a tocar na pele de Atena para impedi-la, e depois de tantos dias e tantas noites imóvel sem respirar um ar ha mais, saía das sombras aparecendo na presença do Grande Mestre. - Vá atrás dela, não permita que Ares à machuque. Conto com você Raizen, Cavaleiro de Prata de Cães de Caça. - Ordenou, o representante de Atena. Palavras inúteis pois era essa a próxima ação do prateado, independente da ordem dele, a proteção de Atena era a prioridade em sua missão sem data para acabar, conseguiria viver a eternidade na guarda de Atena, por que não. Um Cavaleiro de Prata não costuma sair muito do Santuário, mas ele tinha seus dias de folga concedido pelo próprio sábio que lhe encarregou desta missão. Muitas vezes repensava sobro o amor que sentia por Atena, não era paixão, mas a necessidade de protege-la, definia seu próprio sentimento como falta de alguém para amar. Não lhe importava se Atena lhe agradava o coração, mas não permitia que ninguém a feri-se. Ir de encontro a um Deus era preocupante, mas ao mesmo tempo não lhe espantava pelo fato de se encontrar sozinho naquele momento, apenas com a chegada dos seus Bersekers poderia significar uma ameaça extrema e uma guerra iminente. Se deslocava de um modo rápido escondendo sua presença no próprio cosmo de Atena sem que a percebesse, é um mito no que faz.

Não surpreendia ao avistar Ares tão furioso até nas palavras extravagantes, a fama de um Deus da Guerra não seria explicação para palavras como chamar sua irmã de retardada, mesmo que alegue ser desprezado por Zeus, isso não lhe dar tal direito. Talvez por pensar e agir logo não como Atena que aguarda estrategicamente, Ares derruba qualquer estratégia a sua frente que seja feita para lhe parar um tanto devastador como diz sua lenda, uma postura divina e bem avassaladora de Ares capaz de fazer recuar o Cavaleiro mais forte fisicamente, Alexander de Touro que carregava com tanto carinho a mulher que o mesmo dizia ser eternamente a mulher da sua vida, uma amazona capaz de matar um Deus sem o menor remoço, fria e sem coração como diz os boatos, mas não apresentava nada disso ao lado do seu amado. Isso lhe arrancou um pequeno riso fechado no canto da sua boca, lhe contentava de fato ver aquela cena que nem na presença de Atena cessaram o seu amor, louvável. Foi nesse momento em que Atena respondeu Ares lhe intimidando isso poderia ser um problema dos grandes, os cosmos de batia de frente sem oscilar nem tampouco, mas um pequena brisa causada por Ares se aproximava como um sopro do cosmo do próprio Deus contra a sua irmã, isso fez Raizen mover-se na velocidade máxima permitida pela sua Armadura de Prata, aquele cosmo se aproximava pela frente da Deusa, ele então cortava isso como se usasse uma espada, mas usou apenas sua mão que transbordava seu cosmo para evitar que um poder diferente toca-se em sua deusa, a frente dela poucos centímetros.

Seu rosto não transparecia nada além de calma e tranquilidade, seu cosmo protetor defendia sua Deusa como um cão de guarda que espera o agressor se aproximar para tomar a frente e defender com sua vida aquilo que lhe importa de coração. - Raizen de Cães de Caça, na minha proteção ninguém encostará um dedo na pele de Atena. - Pausou, se apresentava a todos e principalmente respondia de uma forma serena e fria para Ares, da mesma maneira que o Deus da Guerra se portava e intimidava o Cavaleiro de Prata arrancava admiração da plateia por ser de uma patente baixa, mas capaz de proteger Atena mesmo de uma pequena porção de cosmo do filho de Zeus com Hera. - Sua presença não é bem-vinda, Deus da Guerra. Em seu estado atual, não poderá nem mesmo me derrotar quanto mais todos os Cavaleiros aqui presentes, sua arrogância em achar que somos fracos é o pior de você, seu cosmo desequilibrado não me oferece perigo algum. - Respondeu de forma fria e bastante destemida na direção de Ares, todos e até mesmo Atena se surpreendia com a ameaça feita por Raizen, um ato descuidado ou não, sua presunção respondia de forma lógica já que suas palavras oscilava em seu tom, estresse e desequilíbrio é um motivo que faz teoricamente quase todos perderem uma luta, não se via descuidado, mas confiante em relação a confrontar um Deus.
Raizen de Cães de Caça
Cavaleiros de Prata
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ezra'il de Dragão Marinho em Sab Abr 30, 2016 7:52 pm



Um Anjo

                     
Ficou um pouco constrangido ao ser ignorado pela amazona mesmo segurando em sua mão, a presença do Touro incomodava um pouco e por isso se afastou um pouco, era estranho para ele ver que um homem aparentemente feio se casaria com uma bela amazona que ousava aparecer sem sua mascara naquele local repleto por homens, mas ao beijar seu homem ficava explicito que o carinho dos dois era apenas entre eles, se lembrava que ainda eram Cavaleiros de Ouro, mas uma mulher casada com um monstro literalmente lhe espantava um pouco cessando apresentação a ela. O clima não parecia ir bem para o General que se afastava ainda mais se aproximando dos outros, meio que do nada surge uma presença sentida de muito longe, avassaladora e tão cheia de ódio que parecia ser o próprio inferno, seu cosmo clamava por guerra e isso era um tanto assustador. - Mas que cosmo absurdo... - Comentava com seus companheiros, em voz baixa e um pouco assustado.

Piorava ao perceber que estava na presença de Ares o Deus da Guerra, suava frio e ficava apreensivo, com um pé atrás do outro observou o Deus atentamente esperando que fizesse algo, mesmo insultando Poseidon não conseguiu conter suas palavras, percebia que nem mesmo os Cavaleiros de Ouro se guardaram diante de Ares e isso lhe deixava um pouco para baixo. - Filho de Zeus... Você não tem direito de julgar Poseidon, nem mesmo se compara a ele, Ares. - Respondeu, mas isso não afetava muito o Deus que parecia ignorar sua resposta, isso lhe aliviou um pouco. Oque lhe deixou de boca aberta foi a entrada triunfal de um Cavaleiro de Prata e da aparição de Atena, que ato brilhante em aparecer ao futuro campo de batalha, provocação por parte de um humano que não pode nem com um Cavaleiro de Ouro, mas se parecia confiante com suas palavras, isso fazia o General recuar ainda mais aguardando para ver o caminho que isso poderia levar.


Eu sou um Anjo, Ezra'il de Dragão Marinho






Vi com meus próprios olhos o futuro que me esperava, sua voz doce e meiga encantou a mim um Anjo
E em seus braços desejei cair e no pecado da luxuria me entreguei desde que fosse apenas com ela.
Se eu pudesse voltar atrás, faria tudo de novo, desde que ouvi sua voz e vi sua beleza, Shiori é tudo que desejo.
Ezra'il de Dragão Marinho
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Ares em Sab Abr 30, 2016 11:36 pm




ares




'...'
Aquela situação se tornou desagradável para Ares, seu estresse subia cada vez mais que os humanos abriam suas bocas, desagradável aquela situação, mas Ares se acalmava lentamente sabia o risco de causar uma guerra que seria iminente se desse um passo em falso. Seus olhos transbordava ódio, sentiu-se ofendido mais uma vez e por pior desafiado por um Cavaleiro de Prata, Zeus já deveria ter programado um belo castigo por desobedecer suas ordens, sentiu um certo interesse no que tem dentro da amazona carregada nos braços por Alexander de Touro, seus olhos fixaram nela, mas foi rebatido pelo olhar do Touro, a situação ficava pior para o Deus da Guerra que se viu preso contra parede, poderia ser um ato inútil causar algo agora sem motivo algum, apenas por estresse. Precisava de um motivo para sair ou não, se tratando de Ares qualquer coisa que lhe desse a bater em retirada seria uma vergonha, mas causar uma guerra sem um motivo e algo que lhe der recompensa seria burrice.

Por um lado o próprio Deus concordava com o Cavaleiro de Ouro que dizia não ter a postura de um Deus, seria isso o motivo que Zeus tanto pega no pé dele? Ares não ficava confuso, mas acalmou seu cosmo, a mudança climática também cessou, o Soberano esperava atentamente por Ares no Olimpo, mas não desceria a Terra para busca-lo, Atena furiosa seria um motivo ruim de fazer piadas e mesmo que os dois se enfrentem só aumentaria o ódio de Ares causando o despertar de Lucifer, um motivo bom para não se mover nesse momento. - Ora, ora. Irmã... Estou estressado, não tive intenção de ofende-la. - Desculpou-se, sua voz ecoava e causava espanto aos demais, não é todo dia que o Deus Ares se desculpa, mas se tratava da sua irmã, espanto, mas nada que surpreende-se o Cavaleiro Prateado a frente de Atena. - Seus Cavaleiros deveriam pensar duas vezes antes de falar com um Deus, deve saber o por que não farei nada nesse momento. - Pausou, virou as costas e voltou subindo os degraus da arquibancada, era uma retirada um pouco vergonhosa, virou seu rosto olhando para Atena e lhe alertou. - Cuidado, ele pode não ser racional como eu, afinal foi um inútil em ser banido. - Estas palavras se referia a Amazona de Escorpião, o cosmo de Lucifer era um fator bem interessante.

Ecoava um som de mistério, Ares retornava ao Olimpo nem tampouco satisfeito e preparado para ouvir os sermões de Zeus. A cabeça do Deus da Guerra se voltou em Lucifer, interessante a ele que isso poderia ter acontecido, mas o Cavaleiro de Touro impediu um avanço maior, sabia que retornaria ao templo de Atena cedo ou tarde e com isso não se preocupou em como agiria dali para frente, mas deveria se preocupar com seu pai, o Soberano dos Deuses estava mais do que irritado com Ares por desobedecer as suas ordens que era de nenhum Deus descer a Terra até segunda ordem, mas ignorou isso e infligiu uma regra imposta pelo próprio Zeus, suas ações na Terra lhe causaria uma grande dor de cabeça.






Ares
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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

Mensagem por Athena em Seg Maio 02, 2016 11:04 pm



Avaliação




Alexander de Touro - + 1 Level
Albafica de Peixes - + 1 Level
Mirai de Câncer - + 1 Level
Diarmuid de Chrysaor - +1 Level
Saphira de Gêmeos - + 1 Level
Luno de Scylla - + 1 Level
Ezra'il de Dragão Marinho - + 1 Level
Lucibel de Escorpião - + 1 Level.

Obs: Os demais que postaram e não receberam leveis, não atingiram a quantidade de dois posts por Prólogo para ganhar um level.

Créditos finais:
Saint Battle of Gods


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Re: Prologo - Alexander, Shion, Albafica e Gilgamesh

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