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[RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

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[RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Hyuga de Câncer em Sab Maio 07, 2016 5:24 pm


O Início de uma nova Era

A RP irá começar com o post de Hyuga de Câncer. Esta é uma RP ABERTA SOMENTE PARA ESPECTROS então se você serve a Hades, fique à vontade para entrar e participar. Estamos no Cocytos e bem, não há muito o que dizer sobre o inferno de gelo.






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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Hyuga de Câncer em Sab Maio 07, 2016 5:49 pm

— Hyuga de Câncer




O Inferno de gelo do Cocytos era o palco, Hyuga acabara de ter sua alma libertada do Tártaro e seu corpo renascia em meio aquele mar branco de neve, corpos e mais corpos espalhados pelo chão, alguns totalmente decompostos mesmo em uma temperatura tão baixa, bom não se sabe quantos milênios aqueles fosseis ali estavam então... talvez até fosse possível eles terem se decomposto ali ou talvez houvessem sido levados já decompostos para aquele lugar onde era conhecido por ser o cemitério de muitos cavaleiros de Athena, aliás todos que enfrentaram Hades, assim como Hyuga o fez outrora em vida.

O canceriano trajava sua sobrepeliz e caminhava pelo rio congelado em direção a Giudecca onde encontraria Pandora, pelo menos assim fora orientado por Hypnos e Thanatos no momento do "Sim" para a proposta de vender sua alma. Foram 200 anos aprisionado no mais terrível dos infernos então, Hyuga ainda estranhava seu corpo renovado e aparentemente "cheio de vida". Sua aparência era a mesma de quando vivo, seus cabelos azuis assim como seus olhos observavam o local enquanto caminhava pisando em alguns crânios.

Ele tinha a sensação de que estava sendo seguido, ou observado e talvez até estivesse, afinal quem confiaria em alguém como ele que outrora servia a Athena. Seu olhar frio e penetrante percorria o horizonte a sua frente, aquele rio de gelo parecia não ter fim.



- Tsc... Esse parece estar fresquinho, deve ter morrido a pouco tempo... fracote! -  Dizia quando avistou um cadáver ainda quente, se é que isso é possível estando no cocytos, ele pegou o corpo pelo colarinho e após as palavras o lançou para o lado contra o gelo, como se fosse um objeto qualquer.

O italiano sempre fora preguiçoso e mesmo tendo revivido á poucos minutos, já estava de saco cheio daquela caminhada sem fim. Impaciente, não via a hora de se apresentar a Pandora e quem sabe chutar alguns traseiros que ousassem o afortunar, afinal era pra isso que ele havia sido renascido por Hades, para matar, então mataria qualquer um que ousasse o perturbar.




— Hyuga de Câncer




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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Flavio de Touro em Sab Maio 07, 2016 7:09 pm

Nostalgia


Dei minha vida para que a geração do século 15 fosse extinta e assim surgisse novos guerreiros, não me arrependo disso e morreria novamente por esses jovens cavaleiros.
Depois de tantos séculos o homem que durante o século 15 foi chamado de mais forte e declarado Grande Mestre, retornou das profundezas do tártaro. Ainda no inferno de gelo ele despertava se afogando em seus pensamentos de como não dar pistas de que não é leal a Hades, sabia que seria forçado a fazer coisas absurdas, mas se seria preciso matar inocentes como da ultima vez ele faria sem exitar, sentia todo seu poder em seu corpo e estava tão forte quanto no dia da sua morte, esta idade e o seu corpo atual era de fato como do seu auge, poderia ser uma boa ideia para demostrar força, mas não se envolver com os espectros seria outra de suas prioridade, mas infelizmente precisaria fazer isto e assim deixar que suma qualquer desconfiança dele. Sentia o cosmo do seu amigo Hyuga despertar já fazia anos que não o via, um motivo que lhe fez despertar se levantando e deixando um buraco enorme aonde estava aprisionado. Provavelmente o seu corpo estava apenas os ossos naquele local, mas o poder de Hades lhe fez voltar ao seu melhor.

Caminhou de forma cautelosa pois não sabia se o gelo do cocytos era de fato seguro para caminhar ainda mais com seu peso, empolgava-se em rever seu amigo de longa data sabia que ele poderia gostar de rever-lo já que foram e são melhores amigos mesmo depois da morte, não sabia oque se passaria na cabeça dele e precisava tirar a conclusão se ele voltou para servir ou não à Hades. Avista a cena um tanto normal de Hyuga tratando aquele morto como trata um lixo, aquilo não lhe estressava nem lhe agradava, mas apenas o fato de rever seu amigo era um bom motivo em ter voltado a vida com todo seu poder transbordando em seu corpo, a sua sobrepeliz negra de Touro ainda é um fardo que não se acostuma, mas é obrigado a usar. - Hyuga de Câncer... De pensar que nós renegaríamos ao mesmo reino que desprezamos na Guerra Santa do século 15...  - Sua voz ecoava pelo cocytos perfurando a audição do Canceriano. - Como é bom rever-lo, meu caro amigo... - Em um tom nostálgico e bem alegre ele se revelou para o seu amigo.

Postura como de um touro com seus braços cruzados olhando para o seu companheiro de guerra, sabia que não era mais o mesmo com poder de Grande Mestre e ainda não perdia o costume de ver cavaleiros se ajoelharem diante dele como no passado, mas se lembrou que aquilo não era mais obrigatório, sua pergunta precisava ser adianta, mas olhou para ele de uma forma duvidosa que apenas Hyuga perceberia e esperava receber a resposta de alguma outra maneira, chãos "inimigos" não seria difícil nem mesmo Pandora aparecer naquele local ou os juízes do Inferno, se tratava dos dois Cavaleiros de Ouro mais forte do século 15, Flávio se aproximava ainda mais de Hyuga colocando a mão em seu ombro lhe dando dois tapas leves que tinham um peso nostálgico, ficou cerca de 1,11 cm de distância esperava pela resposta dele e também pela chegada de alguém não era difícil pensar isso e pela experiência dele poderia também afirmar que alguém estaria lhe observando e com isso se mostrou mais esperto.



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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Pandora em Sab Maio 07, 2016 7:51 pm




Pandora




'Serva e protetora da alma de Hades, Regente do submundo.'
Pandora estava a caminhar pelo inferno, coisa que não fazia com tamanha frequência. Trajando um vestido um pouco apertado de cor negra assim como seus cabelos, e por cima do mesmo havia uma pequena armadura que cobria parte de sei tórax e também agia como um espartilho, deixando seu corpo mais marcado na parte de cima. Ela andava calmamente pelo inferno observando cada um deles e as almas que la estavam para sofrer, mas antes de iniciar sua jornada, ela recebera a visita dos Deuses gêmeos, Hipnos e Thanatos, e lhe for dito que alguns cavaleiros aceitaram lutar ao lado de Lord Hades e que ela precisaria recepcionar esses cavaleiros Renegados.
—Logo a frente e o Cocytos...Será que esses incompetentes nasceram lá?  — Sua voz pesar de baixa ecoava um pouco pelo local por onde passava.

Ela andou, não se sabe o tempo certo, poderiam ser horas ou minutos, mas ela logo chegou ao Cocytos e assim que seus pés tocaram quele inferno gélido, a regente começou a sentir cosmos ao longe e foi andando em direção a eles, pois se fossem os renegados, eles deveriam saber que pelo menos o inferno já estava sob sua jurisdição. Ao longe ela via dois vultos trajando armaduras negras, poderiam ser eles os renegados então Pandora se aproximou deles de forma imponente como sempre, a mesma estava com seu tridente em mãos e ao chegar mais próximos dos renegados o bateu levemente no chão, o mesmo produziu um pequeno barulho para chamar a atenção dos cavaleiros.


— Vejo que somente dois renasceram. Quero saber seus nomes , apesar de ver que as sapuris são Câncer e Touro. —






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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Hyuga de Câncer em Sab Maio 07, 2016 8:19 pm

— Hyuga de Câncer




Ah sim, aquele cosmo finalmente pôde ser sentido! Hyuga sabia que se Hades tinha interesse em sua alma, certamente teria interesse em seu melhor amigo e irmão de batalha. Antes mesmo de ouvir a voz de Flávio um sorriso sarcástico brotou em seu rosto, era impossível não reconhecer o cosmo do Taurino.


Logo a imensa figura trajando a sobrepeliz de touro surgia em meio ao inferno de gelo anunciando sua presença com seu tom de voz, parecia o mesmo de mais de 200 anos atrás:



- Está surpreso em me ver Flávio? Ora, irmãos pensam igual, certo?! - Aquele maldito sorriso maligno insistia em estampar sua face. Era espantoso a maneira como dois homens completamente diferentes se entendiam de uma forma tão grande, em outras palavras, se Flávio era o o anjo de luz, Hyuga era o demônio das trevas e eles coexistiam em perfeita harmonia, a combinação perfeita de sabedoria e força, capaz de derrubar exércitos, duvida? Olhe para os registros do século 15, máximo respeito, estamos falando de Hyuga e Flávio!

Hyuga sabia que Flávio jamais se renderia a Hades, assim como ele. Contudo, não podiam demonstrar qualquer tipo de duvida no propósito apresentado por Hades, não podiam sequer comentar o que planejavam já que com certeza o inferno inteiro estava de olho neles. Aqueles dois tapas no ombro logo trouxeram a sua memória os velhos tempos de santuário, como era bom rever seu irmão. Claro que ele não demonstraria isso, então imediatamente após os tapas olhou sério para Flávio como quem repudiasse aquela ação, do mesmo jeito que fazia há séculos atrás.

Hyuga não poderia e nem queria se curvar diante de Flávio, tudo bem que eles eram irmãos de batalha mas Hyuga também era muito orgulhoso para isso. Ah e por falar em se curvar, vejam só quem resolveu dar as caras... Pandora batia seu tridente ao solo congelado anunciando sua presença, como era bela a governante do submundo, esta anunciava sua presença e ordenava que ambos se apresentassem. Bom... pelo menos ele não precisaria mais andar tanto.



- Acha pouco, Pandora? Eu sou Hyuga de Câncer e sinceramente... nós dois somos fortes o suficiente para dizimar todo esse lixo humano que você chama de exército, haja visto o desejo do Imperador do submundo em nos reviver mais de 200 anos após nossa morte. - Respondia com um tom de voz rouco e um tanto sarcástico, seus olhos pareciam devorar Pandora, não demonstrava respeito perante as autoridades, sempre foi assim. Por sua sorte, Flávio estava ao seu lado.

— Hyuga de Câncer




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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Yoshiro de Wyvern em Dom Maio 08, 2016 2:53 pm


Wyvern no Yoshiro
Não era como se o juiz de wyvern fosse um completo preguiçoso, mas a voz de Hades em sua mente lhe ordenando que parti-se na direção da 8°prisão ao coytos, para aparentemente "receber" novos espectros o fez ficar com um semblante desanimado, como se estive-se no trabalho mais tedioso do mundo. Estava trajando sua sapuri por completo, as enormes asas de wyvern se encontravam abertas e seu elmo colocado fazendo com que seu cabelo cobri-se seu rosto o deixavam com uma aparência imponente, ao menos era isso que pensava.

Assoviava uma melodia calma e tranquila, que contrastavam com sua aparência, seus passos calmos e lentos afinal não tinha a menor pressa para receber os tais novos moradores do sub-mundo, não fazia ideia de como seriam ou se eram fortes ou fracos, mas no fim não ligava muito. O inferno de gelo não era um local que agradava muito Yoshiro, o frio em si era muito estressante e nem um pouco aconchegante mas a visão que teve ao chegar no local que hades lhe ordenara o esquentou, e de um jeito que não sentia a muito tempo. Cabelos negros e longos, um busto com seios fartos e lábios suculentos, e um semblante imponente que deixava o juiz exitado só de olhar para ela, Pandora, a rainha do sub-mundo aparentemente já estava recebendo os novos espectros.

-Pandora, um tesã ... Quer dizer, linda como sempre. Yoshiro de Wyvern se apresentando, Hades-sama me mandou receber novos moradores, então ... São eles? - Parou a 5 metros da mulher e manteve uma distancia boa dos outros dois seres ali presentes, não deu muita atenção de imediato para eles, estava mais interessado na figura do sexo oposto a sua frente. Claro que ao mesmo tempo permanecia atento a quaisquer movimentos dos outros, não podia passar a impressão de ser fraco na frente de pandora.


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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Flavio de Touro em Dom Maio 08, 2016 7:19 pm

Pandora... Wyvern, que nostalgia


Dei minha vida para que a geração do século 15 fosse extinta e assim surgisse novos guerreiros, não me arrependo disso e morreria novamente por esses jovens cavaleiros.
Por um momento se sentiu realmente com vida ao dialogar com Hyuga, as palavras do seu amigo lhe alegrou por um momento, mas teve certeza no que pensou ha um tempo atrás assim que sentia o cosmo de alguém se aproximando e pelo tamanho poderia ser algum espectro, mas não deu muita bola para quem estava por vim. Seu cosmo não se ascendeu para esquentar seu corpo ou intimidar a pessoa que se aproximou em uma postura imponente, o barulho lhe chamou a atenção, mas não se virou só com isso e apenas se deu conta ao ouvir a voz feminina ecoar pelo local, a mulher lhe chamava atenção e o Taurino que apenas tinha virado o rosto, no momento em que viu a figura feminina com seus olhos virou seu corpo todo de frente para ela. Deu alguns passos ficando mais atrás do seu irmão de batalha para evitar que fizesse besteira como há mais de 2 séculos atrás, deixava seus braços leves e soltos observando cada detalhe da mulher que se apresentava como Pandora. - Oh... Não me surpreende que não se lembre de nós afinal já faz mais de 200 anos, Pandora. - Respondeu um pouco sério, mas com um tom diferente de duvida. O corpo de Pandora lhe chamou mais atenção que tudo, mas ainda precisava responder ao seu companheiro. - Como eu te disse há 200 anos atrás, você é meu irmão. Até no inferno! - Respondeu ao seu amigo, sua voz estava alegre nesse momento por está ao lado dele, continuou nesse embalo pretendendo refrescar a memoria de Pandora.

Não pensou nas palavras que soltaria para ela, mas também não penso em nenhum momento em se ajoelhar para a representante de Hades, poderia ser um insulto, mas ele "jurou" lealdade à Hades e não a sua representante. - Devo começar pela Guerra Santa do século 15 e a derrota do seu "império" ? - Perguntou diretamente um pouco alegre e empolgado pela nostalgia com o Cavaleiro de Câncer. O silêncio dominou o local após as palavras de Flávio, a face de Pandora não pareceu das melhores, mas poderia ter se lembrado do que ele quis dizer, percebia que um novo espectro chegava e com uma Sapuris de Wyvern muito conhecida pelo antigo Grande Mestre. Flávio olhou atentamente para o espectro que vestia a armadura e se lembrava de Radamanthys o homem que havia derrotado na invasão de Hades no decorrer da Guerra Santa com a Guerra dos Cem Anos, o clima mudava com sua chegada e seus olhos se tornavam mais frios como o de costume, fechou sua cara para não se demostrar fraco diante daquele ser, o seu histórico contra Espectro ainda é dos melhores.

- Não me apresentei, não é? Acredito que o Wyvern do século 15 me conheça assim como boa parte dos seus espectros. - Pausou - Eu sou O Grande Mestre do Santuário na última guerra santa há mais de 200 anos. Flávio de Touro, apenas eu e meu irmão de guerra fomos capazes de dar cabo de seu exército inútil naquela ocasião. Deve se lembrar agora, não é? - Respondeu, um sorriso desenhava no canto da sua boca e focou apenas na resposta de Pandora ignorando o Juiz do Inferno, Wyvern. Nem mesmo prestou atenção no nome dele.



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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Cecília de Griffon em Seg Maio 09, 2016 1:40 am



Para muitos a noite eterna vivida no inferno era a mais pura expressão da penúria e do sofrimento, momentos infindáveis de agonia e almas torturadas que se afogavam em seu próprio lamento. Até mesmo o sopro do vento, trazia a dor aos espíritos torturados, ali condenados a passar a eternidade pagando por seus pecados. Um círculo vicioso que jamais se findava, apenas se espalhava por cada uma das oito prisões existentes nos domínios do senhor do submundo. O único desejo de todos que ali condenados estavam era conseguir se desvencilhar de tão poderosos grilhões que prendiam suas almas e as impediam de encontrar o descanso eterno. Havia aqueles cuja missão era torturar ainda mais os pobres condenados os fazendo conhecer o verdadeiro sentido da palavra sofrimento e cravar em seus espíritos seus pecados, assim como o ferro quente marca a carne.

Porém havia talvez uma única alma que mesmo habitando as profundezas do inferno via naquele lugar o paraíso, o alento para sua dor. Não era um simples servo do senhor do submundo e tão pouco, uma relhes alma condenada a vagar por aquele lugar, era mais... Bem mais... Era aquela que tinha em suas mãos o destino daqueles que ali chegavam, era aquela que sentenciaria o sofrimento eterno das pobres almas pecadoras. Engana-se quem pensa que a face da morte é feia e aterradora, seus olhos eram negros como a noite eterna do inferno e ainda assim cintilantes como uma estrela radiante e cheia de vida, negros cabelos emolduravam um rosto de traços delicados e gentilmente esculpidos pelos deuses que usaram os anjos mais belos como modelos. Nem mesmo o imponente manto negro da morte que cobria seu corpo era capaz de intimidar tamanha beleza que insistia em se destacar.

Um ser de aparência bela, sedutora como Afrodite a deusa da beleza, mas de alma perturbada e distorcida, turva como mar revolto em noite de tempestade, deformada pela crueldade dos homens. Por traz daquela casca de inocência, habitava um espírito sedento pelo prazer da tortura e da dor. Tais desejos não eram o reflexo da maldade e da falta de compaixão, mas a única forma de preencher as lacunas deixadas em sua própria carne, a única forma de silenciar seus próprios gritos de dor e assim amenizar a constante tortura sofrida por uma alma condenada a não ter a dádiva da paz.  

A bela jovem estava fadada há passar seus dias como uma criança que ainda gozava da aurora da infância, com brincadeiras e cantigas infantis. Aquilo que muitos enxergavam como um sadismo exacerbado, um ato doentio, a jovem Cecília via como a mais inocentes de suas brincadeiras de criança, lhe remetia a um tempo esquecido dentro de si mesma e que apenas vestígios teimavam em escapar, mas traziam consigo os anos de horror e sofrimento que viveu. Precisava preencher aquele vazio cruel e doloroso, a lacuna que temporariamente era preenchida pelos gritos e pedidos de socorro das vítimas de sua insanidade que aos seus olhos não passavam de matéria prima para a confecção de sua futura companheira.  

Mas um pequeno raio de luz ousou bravamente combater a escuridão do enegrecido coração, um anjo de rosto infantil tão familiar que foi capaz de silenciar por completo os gritos agonizantes da alma deturpada da recém Kyoto de Griffon. Os olhos amarelos da fúria jamais seriam esquecidos e tão pouco seu gesto gentil de repousar em alvos lençóis seu anjo de libertação, que permanecia no profundo sono da morte. O breve instante dispensou a convenção das palavras e Cecília também não se questionou o porquê do presente, ateve-se em contemplar o semblante sereno e teve certeza que ela era o mais próximo da perfeição que poderia ter em seus braços. O sorriso singelo desenhou-se nos lábios rosados, iluminado o rosto que há tempos era tocado exclusivamente pelas trevas.

O branco dos lençóis contrastava com o negrume dos cabelos que se espalhavam sobre eles, a pele tão branca refletia a pureza que habitava naquele ser, seu semblante era sereno e insistia em trazer um singelo sorriso em seus lábios. Os olhos de Cecília deslumbram-se diante de tamanha beleza, por alguns instantes sentiu-se diante de um espelho, onde conseguia vislumbrar a aurora de sua infância onde fora tão feliz, vivendo ao seio de uma família feliz, sua própria risada ecoava em sua mente como uma canção infantil. Um suspiro carregado de saudade veio do fundo da alma da Kyoto que lentamente sentava-se a cama do lado da bela boneca, as pálpebras fechadas escondiam a cor dos olhos, mas a jovem se quer ousou abri-las.

A pele que era sentida era macia como uma seda, os dedos de Cecília gentilmente passeavam pelo rosto da menina o delineando, gravando em sua mente cada traço, a semelhança era impressionante como se estivesse diante de um espelho capaz de refletir seu passado. O peito outrora amargurado provava novamente o néctar das lembranças felizes, ainda que fosse de maneira turva e um amontado de lembranças perdidas em uma mente distorcida e confusa, não sabia o porquê, mas seus olhos foram inundados por lágrimas que teimosamente deslizaram em seu rosto. Ainda que o coração fosse dominado pelas trevas, as lágrimas translucidas eram o choro da alma a muito tempo esquecida e torturada, não tinha dúvidas... Era ela...

Poderia passar a eternidade mergulhada em seus devaneios e pensamentos, perdida nas lembranças de um passado que já havia esvaído por entre seus dedos. Talvez, aquele fosse um dos poucos momentos de lucidez que a jovem kyoto gozasse, um raro momento em que ela tinha o vislumbre do que havia se tornado e por mais que detestasse admitir, era apavorante. Muito a separava daquela criança em seus lençóis, tão bela e pura, para sempre estaria eternizada em sua inocência e castidade, não sofreria os martírios que a ela foram impostos. Somente naquele instante, Cecilia fora capaz de perceber que havia se quebrado em diversos cacos, como um delicado cristal quando encontra o chão. Hades apenas a moldou, de acordo com o seu desejo, recriando uma nova Cecília, que não carregava mais nada daquela jovem inocente de cabelos negros. Uma última e solitária lágrima tomou seu rosto, não era capaz de continuar confrontando seu passado, ela era Cecília de Griffon e nada mais do que isso.

Relutante se levantou, seu olhar não desejava abandonar a menina, mas se fazia necessário, não poderia permitir-se sentir. Lentamente andou até a maciça porta de madeira, os detalhes entalhados saltavam aos olhos de qualquer um que se desse ao trabalho de observa-la. A madeira era maciça e de um tom marrom muito escuro, brevemente confundindo-se com o tom negro da noite, os arabescos simetricamente entalhados na madeira eram venustos e perfeitos. A mão pálida de Cecília repousou sobre a sólida maçaneta, girando-a lentamente, hesitava em deixar aquele lugar, pois sabia que, quando a luz daquele anjo a abandonasse, restaria apenas a escuridão para ela novamente. O sorriso surgiu faceiro corou seu rosto ao se pegar pensando de tal maneira, novamente a insanidade tomava conta de seu ser e sem olhar para trás, abandonou seu aposento, deixando a bela menina ainda repousando em seu profundo sono eterno: — Durma bem. Minha Charlotte. — Balbuciou o adeus enquanto fechava a porta.

Seus passos ecoavam elegantes por toda a Oficina, um lugar tomado pelo forte odor ferroso do sangue, talvez não existisse em todo o reino de Hades um lugar mais sombrio e escuro do que aquele. O amplo espaço era tomado por pilhas de corpos amontoadas aos cantos, nas altas prateleiras, as mais bizarras criações da menina. Junções de corpos humanos sem se preocupar com a estética, troncos de mulheres ligados a pernas e braços de homens ou crianças, pessoas de diferentes etnias. Nada importava a ela. Nada! Apenas satisfazer seu ego que aumentava a cada vez que se entregava a escuridão. O barulho de correntes era constante no lugar, uma recriação doentia da maior tortura que sofreu em sua vida, ser transformada em uma marionete viva. A olhos nus não era possível vê-las, a não ser que algum moribundo estivesse pendurado nas mesmas, sendo o brinquedo de garota. Próximo a porta de acesso era possível ver a grande mesa, limpa e com todas os instrumentos utilizados pela garota devidamente organizados e limpo. Sem sombra de dúvidas, quem entrasse ali, saberia que era a morado do verdadeiro mal.

Não precisava dar mais do que cinquenta passos para atravessar o corredor que ligava a Oficina ao átrio principal da Ptolomeia. Não havia nada naquele pequeno espaço além da escuridão e a única luz que se podia contemplar, era advinda do enorme salão principal. Não que o enorme salão fosse bem iluminado, a eterna noite no submundo sempre prevalecia e a Kyoto fazia questão de permanecer na penumbra. Os afrescos nas paredes da construção, remetiam a glória de Creta e também os triunfos daquele que sempre fora o portador daquela sapuris, não havia como negar a beleza das cenas ali representadas, mas também a violência era algo que todas elas tinham em comum. Talvez o que mais chamasse a atenção, fosse o enorme trono que fica em plano mais elevado, cravejado de pedras preciosas, desde as mais comuns até as mais raras, o dourado do ouro chamava a atenção ainda que pouco iluminado e contrastava com a escuridão permanente.

Os fios sedosos e lustravam balançavam sobre a negra veste que cobria seu corpo, necessitava refletir sobre aquela situação, sobre ela mesma. Tão próximo da guerra, não poderia jamais fraquejar, mesmo que fosse necessário esquecer tudo que havia vivido até então. Seu semblante ainda que sereno, denunciava a atual preocupação e tudo que almejava naquele momento era sentar-se e mergulhar em sua melancolia uma vez mais. Havia abraçado a morte a procura de alento para sua dor, que já não se dava mais conta de como já havia se destruído no processo. Os punhos se fecharam com força, forçando a pele sensível que logo cedeu tomando o tom rubro do sangue. Se quer conseguia perceber isso, se quer podia sentir dor e se perguntava se isso fazia dela, menos humana. A resposta era tão óbvia, bastava olhar ao seu redor, notar a trilha de sangue que havia por ela passava. Ainda que bela e angélica, se fosse comparada a um anjo, somente lhe restaria o anjo da morte para lhe servir de parâmetro.

Mas aquela mulher, estava condenada a nunca encontrar a paz, até mesmo quando necessitava de tal sensação. As presenças surgiram abruptas no Cocytos, não era de nenhum espectro que ela conhecia e a bem da verdade, a Kyoto saberia reconhecer cada um dos espectros de Hades apenas pela força de seus cosmos. Os comandava e como boa comandante deveria saber a força e poder de cada um. As presenças lhe intrigavam ao ponto de lhe fazer franzir o cenho, estreitando os olhos e as sobrancelha, inicialmente diria se tratar de presenças hostis, ainda que qualquer um que ousasse adentrar em seus domínios fosse tratado como tal. As mãos misturaram-se as madeixas longas jogando-as para trás, seu corpo se voltou para a saída de sua morada no imediato momento que sentiu a presença de Pandora e Wyvernn vindas do mesmo lugar. O sorriso demoníaco voltou aos lábios rosados enquanto os passos firmes guiavam-na ao oportuno e inesperado encontro com aquela que se auto intitulava a Imperatriz do Submundo.

O frio do lugar não a incomodava, ainda que as violentas rajadas gélidas castigassem quem caminhava por ali, na verdade sentia-se muito mais à vontade, seus pés marcavam o solo arenoso que tocava e com a elegância ímpar que somente ela possuía ao trajar a sapuris marchou na direção dos cosmos. Seus olhos, porém, não cansavam de mirar os restos daqueles que ousaram insultar Hades e seu poder, criaturas relhes que se achavam dignas de levantar a mão para um Deus.  Sabia que muitos daqueles ela mesma havia condenado a estar ali, em eras que Cecília jamais poderia contar, pois Griffon, de uma maneira ou outra sempre era ela. Quando não estava tão longe de seu destino, sem cerimônia, permitiu-se anunciar sua chegada, o brilho escuro envolveu seu corpo e a metros de onde estava, seu cosmo poderia ser sentindo com o sadismo que lhe era familiar. A força era tamanha que os cabelos da jovem balançavam como se estivessem ao vento e se qualquer um que estivesse ali ousasse enfrenta-la pensaria duas vezes antes de fazê-lo.

A primeira figura que lhe chamou a atenção, fora o enorme homem que trajava o que parecia ser uma armadura de Athena, se não fosse a coloração escura como as vestes dos guerreiros de Hades. Cecilia ergueu o rosto olhando o homem e um sorriso sarcástico surgiu em seus lábios e antes que pudesse formular qualquer pensamento, um outro exaltado ser chamara-lhe a atenção, a forma ousada e até mesmo inconveniente arrancaram um suspiro enfadonho dos lábios de Cecilia que observava Pandora com a mesma cara apática de sempre. Ainda que recém despertos, desafiam o poder de Hades e como já esperava Wyvernn estava muito mais preocupado em observar o decote de Pandora do que fazer alguma coisa de fato. As palmas de Cecilia e sua risada logo ecoaram por todo o lugar, enquanto ignorava Pandora e o outro Kyoto: — Eu deveria temer, vossas presenças nos domínios de meu senhor e Imperador Hades? — A voz de jovem era carregada de soberba e agonia, seu olhar vermelho fixou-se no rosto dos homens ali presentes. Ela ainda não havia mostrado uma ínfima parte do poder de seu cosmo e mesmo assim a pressão que ele exercia sobre os demais era avassaladora.

Perguntava-se o que criaturas nojentas como aquelas faziam ali, sabia da existência dos renegados, mas nunca gostou de ter entre aqueles que a serviam e serviam Hades, homens e mulheres que um dia foram leais a Athena. Uma de suas mãos repousou em sua cintura e seu olhar desviou-se para Pandora, em seu interior ria de figura tão patética que não tinha capacidade de guiar aquele exército, mas se era a vontade de Hades, não havia o que fazer. Mordiscou os lábios e levemente meneou a cabeça: — Ora Pandora, peça a Wyvernn que babe menos em seu decote. Mas eu creio que você prefira assim, dessa maneira consegue controla-los com o que tem no meio das pernas, não é verdade? — Não fazia questão de esconder o asco em suas palavras quando dirigidas a regente do submundo. Em seguida seu olhar voltou-se para o outro Kyoto que também não apreciara a acidez de suas palavras, mas era aquilo que Cecilia gostava, sentir-se no controle e qualquer castigo que Pandora lhe aplicasse, seria totalmente ignorado por ela.

Com o doce sabor da provocação ainda nos lábios, uma vez mais, sua atenção era dedicada aos dois recém despertos renegados. Atentamente observou cada um deles e não podia negar que se mostravam fortes, mas muito aquém dela: — Pois bem Hyuga de Câncer e Flávio de Touro... — As palavras saíam de sua boca como se fosse uma criança travessa proferindo aquelas palavras: — Sou Cecilia de Griffon, Estrela Celeste da Nobreza e um dos três juízes do inferno.  Ah! Claro... Provavelmente quem condenou vocês a essa bela estadia no Cocytos. Espero que os ventos gélidos tenham sido um problema para vocês. Ousaria dizer que fez muito bem a vocês. — Seu semblante mudou de forma vertiginosa, seus olhos tinham um brilho doentio e seus lábios se crisparam. Seu cosmo se mostrava muito mais amedrontador: — Pois não me importa de qual século seja. Eu sempre vou me lembrar de cada um de vocês. — A frase era incisiva e com um tom forte e imponente, nem de longe lembrando a menina que havia ali chegado.


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She seems dressed in all the rings...

''She is everything and more, The solemn hypnotic, My dahlia, bathed in possession, She is home to me, I get nervous, preversed, When I see her, it's worse, But the stress is astounding, It's now or never, She's coming home... Forever
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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Hyuga de Câncer em Seg Maio 09, 2016 6:25 pm

— Hyuga de Câncer





A recepção no submundo parecia cada vez mais calorosa, ora Pandora e Wyvern os receberem logo de cara deveria ser algo de prestígio para os ex santos de ouro. Hyuga com um olhar psicótico e um leve sorriso desenhado em seus lábios observava cada palavra dita, seja por Pandora e até mesmo por "aquela coisa" que se anunciava como Wyvern.

Antes que pudesse interromper a cena patética a qual era obrigado a assistir entre os dois, Flávio tomou a palavra. Sim, assim como há 200 anos atrás ele seguia "certinho demais" para o canceriano. Ainda bem, já que se dependesse apenas da rispidez de Hyuga certamente eles teriam sérios problemas.

Para piorar, um poderoso cosmo se aproximava daquela reunião, seus olhos logo se voltaram para a origem de tal energia e adivinhem só? Mais um Kyoto se junta a "turma". Ok , legal, eles pareciam ser bem receptivos mas tanta gente assim já estava passando dos limites, não?!

A figura da garota proferia palavras com certa imponência, é verdade, mas havia outro ponto que chamava a atenção do canceriano e ele insistia em só pensar naquilo. Calma, logo eu revelo. Após a fala da Kyoto de Griffon, um breve silêncio tomou conta do local, Hyuga esperou alguns segundos para ver se Flávio novamente tomaria a palavra mas pelo jeito ele nada diria antes que o canceriano se manifestasse. Típico do Grande Mestre, esperar Hyuga falar pra depois concertar as confusões causadas...

Deu mais uma boa olhada em cada um ali presente, primeiro para os Kyotos e depois para Pandora. Seu semblante se mantinha o mesmo de sempre, parecia encontrar algo muito cômico ali mesmo sabendo que naquele meio só se encontravam guerreiros extremamente poderosos e de suma importância para Hades.

- HAHAHAHAHAAHAHA - Sua gargalhada estrondante quebrava o silêncio e o clima "frio" que aquela conversa tinha até então. Totalmente desnecessário, é verdade mas Hyuga não poderia perder a oportunidade. Com o indicador da mão direita ele apontava para Cecilia e Yoshiro:

- Sério Pandora? Uma garotinha remelenta e um afeminado?Isso são seus Juízes? Agora tudo faz sentido! Hades realmente precisa de nós se quiser ter alguma chance contra Athena! - Dizia com um ar irônico em sua voz, o sorriso estava cada vez mais largo em seu rosto e parecia nunca sumir. Sabia bem que aqueles eram dois dos mais fortes guerreiros de Hades e que seus cosmos faziam jus a sua patente, porém, fisicamente falando aquilo realmente era hilário, aos olhos de Hyuga, claro.  Olhou para Flávio e percebeu que ele estava o encarando com um semblante sério, mais um "momento nostalgia"
no encontro! Aquele olhar de reprovação era o mesmo de 200 anos atrás.

- Ah Flávio, qual é? Não me olhe assim,eu disse " Afeminado", isso não foi hostil! - Tentava se justificar como quem realmente acreditasse que a única coisa errada em sua ação fosse a palavra referente a aparência do Kyoto de Wyvern.



— Hyuga de Câncer




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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Harleen de Escorpião em Seg Maio 09, 2016 7:22 pm


I'm a Flower Queen, dear
Cocytos, o inferno gélido que havia no inferno e onde as flores de Harleen não conseguiam nascer de forma alguma.Desde seu despertar, el havia passado muito tempo nos jardins que existem em pontos isolados do inferno e até mesmo nos campos de Perséfone, mas nunca naquele inferno gélido.Ela caminhava sem sentido até aquele local, mas algo tinha lhe deixado curiosa, uma quantidade enorme de cosmos estava se agrupando naquela região e ela precisava ver o porque.-Porque...Por Hades, porque eu vim aqui mesmo?
Durante todo o caminho ela cantarolava coisas estranhas que nenhum espectro conseguia entender, mas ela entendia bem que as canções eram ordens para suas plantas seguirem ela por baixo de toda a neve que havia ali, e para caso as coisas esquentem , Harleen teria como se defender caso fosse preciso. Já ao longe ela pode ver uma aglomeração de Sapuris negras, o que poderia significar o despertar de novos espectros que precisariam de certo cuidado, e uma das figuras nao trajava armadura e sim um vestido negro, mas Harleen nao conhecia aquela mulher. Ela se aproximou do grupo e com um comando fez aparecer algumas vinhas espinhetas surgirem abaixo de seus pés, tornando-a mais alta do que os demais que estavam ali. Quem lhe observasse, veria que ela não estava trajando sua sobrepeliz de Escorpião, ela estava com uma blusa vermelha amarrada abaixo dos seios e uma espécie de calcinha verde, porém pareciam folhas ao invés de tecido. -Quer dizer que começaram uma festa e esqueceram de me chamar?


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Mensagem por Argeu de Gêmeos em Seg Maio 09, 2016 9:18 pm

Uma Reunião!
vestindo Sapuris de Gêmeos ;Com quem Espectros ;lugar Inferno de Gelo.

Um cosmo poderoso foi sentido por Argeu de longe. De repente seus olhos são abertos e uma luz irrita  seus olhos que muito tempo se mantinham fechados. A pele branca  e pálida também possuía grande sensibilidade com a pequena luz que iluminava o local.

Levantando, apoiado por seu punho, sentia uma pequena dor no pulso. Suas pernas tremendo, seguiam um rumo saboroso e tendencioso. Parecia que um aglomerado de energias estavam em conjunto e algumas eram bem semelhantes.

Caminhando em meio a um deserto de neve, que era quase impossível caminhar, mas não poderia se mover entre dimensões já que não conhecia o local. Caminhando lentamente ele tentava apoiar suas pernas em sua cosmo energia que florava em seu corpo.

Chegando perto do local onde silhuetas se formavam no horizonte. Um homem alto e alguns medianos e inclusive femininas. Se aproximando, a lucida imagem de pessoas familiares davam dor de cabeça em Argeu que mal se lembrava do que havia acontecido.

- Isso virou uma reunião de Revoltados? - Dizia Argeu em tom irônico, ignorando a presença dos Kyotos e de Pandora.

Dizem que o homem é a pior espécie animal. Para Argeu parecia verdade, já que traímos pessoas na qual juramos lealdade. Uma coceira tomava conta de seu pescoço e ele olhava para seus compatriotas. Analisava cada um de cima abaixo como se não visse "pessoas" a muito tempo. O que era verdade.

- Câncer aqui, até posso entender, mas o grande Flávio de Touro, surpresa! - Dizia Argeu olhando para Flávio.



Última edição por Argeu de Gêmeos em Ter Maio 10, 2016 2:32 pm, editado 1 vez(es)


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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Yoshiro de Wyvern em Ter Maio 10, 2016 10:19 am


Wyvern no Yoshiro
Aparentemente a "recepção" dos novos moradores do sub-mundo estava se tornando uma festa, uma horrível e caótica festa. A cada segundo que passava mais pessoas chegavam e algumas delas dirigiram a palavra ao juiz de Wyvern, mesmo que indiretamente, o primeiro foi um homem grande trajado com uma armadura que aparentemente era a de Touro. Suas palavras mostraram o quão velhos eles eram, ao termino delas antes que Yoshiro consegui-se pensar em uma resposta uma figura diferente apareceu. Cecilia de Griffon, outra dos juízes do inferno, ao que parece Hades tinha bastante esperança nesses novos servos para mandar ela recebe-los. No mesmo instante que a viu um sorriso apareceu nos lábios do juiz de Wyvern.

Como de costume a acidez da Griffon se misturava com uma especie de carisma negro, fazendo dela uma figura infantil e ao mesmo tempo medonha, suas palavras não foram de todas ouvidas por pelo espectro de cabelos loiros, estava por alguns segundos medindo o corpo da juizá, não que ela se destaca-se por isso mas não era totalmente de se jogar fora, esperou que ela se apresenta-se ao outros dois seres e então dirigiu a palavra á ela -Não fique com ciumes Cecilia, você também tem um corpinho bonito  Fuffufu !- Sua risada era estranha e desconexa, parecia mais um ataque epilético mas ela parou quando as palavras do outro homem que se encontrava ao lado do touro começaram.

Foi uma gargalhada até que digna de um espectro, mas as palavras que vieram a seguir fizeram o juiz de Wyvern gargalhar com ainda mais força -HHAHAHAAHA!- Ver aquele homem apontar para ele e apenas o chamar de afeminado foi irônico, retirou seu elmo revelando seus cabelos loiros dirigiu o olhar para o homem que aparentemente trajava a armadura de Câncer -Só isso? Teve mais de 5 minutos para pensar em algo e o melhor xingamento que conseguiu foi "afeminado" mas que merda HAHAHA"- Realmente aquela não era a postura de um juiz, principalmente na frente de uma das governantas do inferno, mas Yoshiro não era do tipo que ligava para isso, levantou seu braço esquerdo enquanto segurava o elmo com o direito, e girou sua mão dando as costas delas para o homem de câncer depois levantou seu dedo do meio, e ao mesmo tempo fazia seu cosmo se expandair pelo local, queria mostrar que não era só um rostinho bonito -Suck my balls ! Seu cosmo não é ruim, mas se for um espectro deve saber xingar melhor !- Mesmo sendo uma frase até que engraçada a expressão no rosto do juiz agora era seria e fria, seu semblante não mostrava um pingo de ironia ou de zombaria, aparentemente tinha mudado de calmo e engraçado para algo mais "pensativo e frio".

Mas quando pensou que havia "terminado sua cena" de uma forma bela e imponente, eis que surge outro ser, bela de mais para estar entre monstros como os que ali estavam, mesmo que com um cosmo poderoso sua aparência com toda certeza chamou a tenção do juiz de Wyvern. As enormes asas negras de sua sapuri se abriram em um estrondo e seu rosto serio mudaria novamente para um sorriso largo, era um ruiva de calcinha e belos seios, era como se Hades consegui-se ver os sonhos de Yoshiro, se virou então para a tal dama -Hades-sama é bondoso ...Ahhh muito bondoso ..- Enquanto falava fazia seus olhos literalmente "comerem" o corpo da recem chegada - Sim, estamos em uma festa, venha participar HAHAHA !- Riu e parou em poucos segundos encarando a figura feminina no olhos e no aguarde de alguma resposta. Mas permanecia alerta a quaisquer movimentos dos outros ali presentes, sabia que todos que estavam ali tinha cosmos grandes o suficientes para ocasionar uma boa batalha.



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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Flavio de Touro em Ter Maio 10, 2016 2:50 pm

Treta is planned


Dei minha vida para que a geração do século 15 fosse extinta e assim surgisse novos guerreiros, não me arrependo disso e morreria novamente por esses jovens cavaleiros.
Esperava que o clima no Cocytos fosse piorar a cada segundo, enquanto era apenas Flávio e seu amigo Hyuga estava tudo normal sem problemas para dialogar, mas a chegada de Pandora causou certo impacto na conversa. O ex-Grande Mestre do Santuário demostrou preocupação com seu amigo de longa data a partir do momento em que ele abriu sua boca para provocar os espectros. Respirou fundo tentando se acalmar a partir daquele momento em que se encontrava dois Juízes do Inferno, os mais fortes ao serviço de Hades. Isto lhe preocupava ainda mais percebendo o olhar da garota que trajava a Sapuris de Wyvern, conhece tudo sobre os espectros de Hades devido a estudos que o mesmo se dedicou, mas ignorou as palavras da garota porém anotou em sua mente o nome dela, o espectro de Wyvern também se manifestava, mas de uma maneira estranha e bastante chata, palavras que não aborrecia o Cavaleiro de Touro, mas que estragava ainda mais o clima. Em vez de ser um inferno de gelo, o Cocytos se tornava um inferno flamejante que causava um frio na barriga do Taurino como se estivesse a ponto de mais uma guerra, sensação nostálgica para o homem renascido das profundezas do inferno, o local que descansou depois de morto era agradável o suficiente para lhe fazer se sentir em casa.

Percebeu a chegada de mais Renegados e entre eles uma figura estranha, nunca viu algo parecido e isso lhe crio varias duvidas sobre as gerações de Cavaleiros que sucedeu a sua geração. Imaginava como poderia ser o atual Cavaleiro de Touro julgando pela aparência da renegada de escorpião. Quando Argeu apareceu diante de Flávio, ele não ficou surpreso por se tratar do imperador do inferno e quando se pegava em seu pensamento imaginando oque poderia ter feito um dos antigos Grande Mestre do santuário ao inferno, engolia sua saliva por se lembrar da boca do Geminiano que até mesmo ele estava ao lado do imperador Hades. Diferente da sua época essa Pandora não parecia ter o controle de seus espectros, Wyvern e Griffon pareciam agir como bem entendiam, mas decidiu ignorar isso mesmo que fosse um problema para seus planos, esvaziou a sua cabeça de seus pensamentos baixos sobre todos no local e voltou-se a Argeu de Gêmeos para responde-lo depois de encarar Hyuga pela quinta vez com seus olhos fechados e bem sérios. - Não sei se é uma surpresa agradável, Argeu. Mas não resisti aos encantos do Imperador Hades, nem mesmo eu que fui chamado de Ares pelos meus feitos pude resistir a ofertar do Imperador do Mundo dos Morto. - Respondeu ao seu antigo companheiro que foi seu antecessor no trono de Grande Mestre.

Os olhares alheios não incomodou muito, mas percebia que Hyuga tentaria algo, poderia resolver com uma conversa, mas não penso que aqueles espectros quisessem algo como dialogar no momento. - Francamente... - Abaixou a cabeça desapontado com oque via por parte dos Juízes do Inferno, aquilo era broxante aos olhos do Taurino que cruzou seus braços, sua voz sempre dominava o local de forma grossa e séria, não demostrou preocupação alguma com os cosmos alheios que tentava devorar o homem de grande estrutura, pelo contrario ele até deixava que os cosmos dos outros tentassem algo, mas se mostrou frio e experiente neste ponto. Para quem já enfrentou o próprio filho de Ares aquela situação era a mais fraca em toda sua vida, seu olhar observava atentamente os quatro canto do Cocytos e principalmente as reações dos Espectros de Hades. A volta de mais ex-cavaleiros lhe preocupava pelo fato de não ser totalmente leal ao imperador do inferno, um ponto negativo seria se o coração de todos os renegados com exceção de Hyuga tivesse corrompido a oferta do irmão de Zeus e de Poseidon.

- Se o Wyvern é baitola é um problema dele, não nosso Hyuga. - Respondeu de forma séria olhando para seu companheiro lhe esmagando com seus olhos, mas no fundo gostava da atitude do seu amigo em referência ao kyoto de Wyvern, sua atenção voltou-se para a juíza de Griffon para lhe responder oque deveria ter feito quando a mesma se referiu a "temer" a presença dele, sabia que mais uma vez estava saindo do controle respondendo a aquela infame provocação dela. - Se fosse para algum de vocês temer a nossa presença, já teria feito isso como  fiz na ultima vez, e francamente você deveria ter me jogado nas profundezas do tártaro  por que este local é uma bosta como um "castigo". - Respondeu. A voz séria e avassaladora do espectro de Touro ecoava pelo local com certeza penetrando nos ouvidos de todos, mas novamente ignorou as palavras do Kyoto que não recordava o nome, talvez por já ter uma rixa antiga com a sapuris que o menino trajava. Aqueles que se sentiriam insultados não ficariam calados diante da resposta dele, mas seria uma boa caso alguém lhe atacasse e assim poderia saber quais a real intenção dos renegados presentes no local. Manteve seu cosmo o mais baixo possível demostrando nenhuma preocupação, por mais fraco que estivesse com seu cosmo ele não ligou para nenhuma presença hostil de seus "aliados" e manteve sua postura firma para não se ajoelhar diante de ninguém, mas faria isso caso algum de seus amigos estivessem em perigo.



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Re: [RP ABERTA] O despertar de uma nova Era.

Mensagem por Morgana de Aries em Ter Maio 17, 2016 9:50 pm

Renegada
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Ah doce morte em que a garota se encontrava era gélida e muito fria, Hades havia acabado de recrutá-la e essa talvez era uma das primeiras vezes em que talvez ela não fosse uma dos cavaleiras que lutou na guerra.

Ela apenas tinha o ódio em seu coração, seus pais mortos e agora era ela tinha de cumprir sua promessa feita a Hades, segui-lo para todo o sempre, a garota já não tinha alma e a raiva era sua motivação.

Morgana tinha cabelo cumprido na cor rosa, sua pele é quase pálida a mesma tem duas manchas rosas em sua testa, a garota caminha muito calmamente em Cocytos, até alguns cosmos foram sentidos pela garota, seu olhar era quase que penetrante em muitos vultos logo a sua frente e talvez seriam outros cavaleiros, o que ela tinha razão e assim que a mesma conseguiu ver os detalhes dos mesmos começou a se aproximar mais e mais até ficar ao lado do Cavaleiro de Touro.

-Desculpem o atraso, mas procurava o assassino de meus pais fora desse inferno, sou Morgana de Áries! - Falava a garota com seu olhar frio.
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