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[Evento On] - Prólogo: A mensageira

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[Evento On] - Prólogo: A mensageira

Mensagem por Hrist de Polaris em Seg Maio 09, 2016 3:39 pm




❝ Poder é sempre perigoso. Atrai o pior e corrompe o melhor. Nunca pedi por poder. Poder só é dado para aqueles que estão dispostos a abrir mão de si por ele. ❞



Das trevas surgiu uma mulher trajando a armadura dourada bem como as outras, mas o mais intrigante era a dualidade que a mesma representava. Não fora difícil para a representante de Odin compreende-la, afinal o Guerreiro de Fenris partilhava de algo parecido. O cavaleiro de Touro mostrava-se prestativo com sua causa e isso a tranquilizava, a ajuda dele era de extrema necessidade naquele momento.  Como não desejava uma batalha, assim que a mulher surgiu Hrist recuou, se colocando um pouco atrás do taurino: — Será que ela vai permitir a nossa passagem? — Havia preocupação em sua voz, talvez bem mais do que ela mesma desejava. Tentava não se mostrar hesitante, mas era preocupante que algum dos guerreiros de Athena dificultasse sua chegada. Em sua mão apertou a pequena pedra azul, procurando se acalmar e buscar fé em Deus para que continuassem. Estava longe de sua casa e tudo que amava, suas orações eram mais do que necessárias em Asgard e quanto mais demorasse ali, talvez mais tudo que amava estivessem correndo um enorme risco.

A agressividade que emanava da mulher era intimidadora, mas ainda que fosse a representante e sacerdote de Odin, Hrist era abençoada pelas Valkyrias, o que fazia dela uma guerreira extremamente forte e sabia que seria capaz de combater qualquer guerreiro. Mas não havia tempo a perder, não havia razão para que um conflito começasse, até por que naquele momento, precisavam do que nunca, unir forças. Polaris não se mostrou intimidada diante das palavras dela, mas respeitosa diante das palavras da guerreira de Athena: — Acredite não sou uma ameaça, estou aqui como uma aliada. Não me importo se você nos acompanhar ou que todos os outros cavaleiros me acompanhem, tudo que eu preciso é chegar até Athena o mais rápido possível. — A determinação em sua voz era louvável, mas a preocupação nunca deixava de estar presente. Ela olhou para o cavaleiro de Touro e para a guerreira de Gêmeos e aguardou que eles tomassem a dianteira da caminhada.

A casa de Gêmeos era uma armadilha para aqueles que pensassem em atravessar sem o consentimento de seu guardião, ainda que em silêncio observava atentamente o lugar e sentia-se aliviada por não estar desafiando Athena naquele momento tão delicado. Ao saírem da escuridão da casa, ainda era possível contemplar a luz, mas era como se o sol estivesse perdendo sua força, como se o astro rei estivesse travando uma batalha para permanecer em seu lugar de direito “— Será que ela já conseguiu? — Se perguntou mentalmente diante da visão que tinha. Os fortes ventos sopravam cada vez mais fortes, muito mais do que um gélido toque da morte podia ser sentindo, eram as trevas em sua essência que pairava pelo ar. Degrau após degrau a mulher de cabelos platinados subia, determinada e focada em sua missão. Depois de subirem o primeiro lance de escada, já era possível avistar ao alto a casa de Câncer.

Já estavam na metade da subida, quando novamente uma forte lufada de vento se chocou contra o corpo dos três caminhantes. Hrist, porém, titubeou precisando aparar-se nas paredes rochosas. Seu coração apertou em seu peito e o ar lhe faltou os pulmões: — Kardnia — Murmurou para si mesma, quase como uma súplica. Mesmo que seus olhos estivem longe de Asgard e naquele instante, ela tinha total convicção de que algo havia acontecido ao guerreiro Deus de Alioth. Ela se preocupava igualmente com todos eles, mas Kardnia sempre era o mais próximo a ela e sempre nutriu pelo rapaz uma afeição especial, ainda que jamais tivesse coragem de se pronunciar sobre isso.  Ela levou a mão a altura do coração e silenciosa orou a Odin que protegesse o Guerreiro de Alioth até sua chegada. Mais do que nunca precisava chegar a Deusa e voltar para Asgard. Eles precisavam dela e jamais se permitiria falhar.

Ao chegar diante do templo de Câncer era como estar diante de um abismo que levava até a morte, mas ela não hesitou: — Essa casa emana um cosmo de morte, nunca imaginei um cavaleiro de Athena com um cosmo assim. — Comentou com os dois que seguiam junto a ela. Como sempre o lugar estava escuro, mas era possível notar a decoração peculiar do lugar, notar como a morte estava presente naquele lugar. Ela respirou fundo e aguardou que os dois guerreiros a sua frente se anunciassem, eles de algum modo estavam abrindo passagem para ela e não iria se opor a isso. Depois de um breve silêncio, se colocou ao lado de Alexander e Saphira: — Por favor guardião da Casa de Câncer, apareça. Sou Hrist de Polaris, Representante de Odin e trago uma importante mensagem para Athena. — Sua voz ecoou solitária pela escuridão da casa de câncer, aguardava uma resposta em silêncio ao lado de seus guias.



Aviso:
O guardião da Casa de Câncer tem 24 horas para responder. Caso não haja resposta, será dado continuidade dando a entender que a passagem foi permitida. O cavaleiro de Touro e a Amazona de Gêmeos também tem autorização para interagir.



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