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[RP Fechada] Do you want to play with me?

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[RP Fechada] Do you want to play with me?

Mensagem por Cecília de Griffon em Ter Maio 10, 2016 7:09 pm


Do you want to play with me?

A RP irá começar com o post de Cecilia de Griffon. Esta é uma RP FECHADA, conta apenas com a participação de Cecília de Griffon e Flávio de Touro . Estamos na Ptolomeia, a noite acabou de cair, mas no submundo isso não faz nenhuma diferença. A Kyoto deleitava-se com a tortura de algumas vítimas quando foi interrompida pelo Renegado de Touro.





She seems dressed in all the rings...

''She is everything and more, The solemn hypnotic, My dahlia, bathed in possession, She is home to me, I get nervous, preversed, When I see her, it's worse, But the stress is astounding, It's now or never, She's coming home... Forever
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Re: [RP Fechada] Do you want to play with me?

Mensagem por Flavio de Touro em Qua Maio 11, 2016 11:47 pm

Tic...Tac...


Dei minha vida para que a geração do século 15 fosse extinta e assim surgisse novos guerreiros, não me arrependo disso e morreria novamente por esses jovens cavaleiros.
PDiferente do mundo dos vivos que é sempre caloroso com a luz do sol, o mundo dos mortos se contenta com a repleta escuridão e o doce som da morte. O local mais calmo naquele mundo inferior era a travessia pela barca de Caronte que guia as almas dos mortos até o outro lado. Mesmo que os dias se passasse nada mais importava para o Cavaleiro de Touro que renegou a Deusa Atena, poucas coisas lhe permitiam passar seu tempo e principalmente a enorme biblioteca que há dentro do Castelo de Pandora, passa mais tempo lá dentro do que fora no mundo dos mortos, muitos podem achar que ele está sumido ou morreu novamente, mas a leitura é a unica coisa no inferno que lhe chama atenção a ponto de se grudar e esquecer até mesmo onde está. Um espaço enorme de 500m² com alguns corredores formado pela distância de cada estante, algumas coladas lado a lado com uma altura de 25m. Um visual a moda antiga que encantava os olhos do taurino, caminhava pelo local lentamente observando cada estrutura, cada livro, tentando no primeiro olhar identificar, mas não conseguia e isso lhe fez perceber a raridade de cada livro que fazia parte da composição rica da Biblioteca. Não precisou de escada para pegar o seu primeiro livro, explicito na parte superior do seu peitoral próximo ao seu queixo, não tinha um titulo, mas essa questão lhe chamou a atenção, curioso pegou lentamente abrindo-o para ler, reparou que não havia poeira oque lhe afirmava que alguém poderia estar lhe vigiando, ignorou essa desconfiança dos espectros que no momento era bastante inútil. Sentou-se no chão encostado com sua coluna na parede, abria lentamente aquele livro e percebia que não era qualquer um, ouviu que muitos livros se perderam no mundo dos vivos se tornando raros, naquele momento se tocava que todos naquela biblioteca poderiam ser os livros raros no mundo dos homens. Começou sua leitura e pelo titulo daquela página não esperava que fosse escritos antigos da primeira guerra mundial, escritos antigos, mas as letra tão nítidas como se fosse uma escritura recente, seus olhos devorava as páginas com entusiasmos por ler algo tão raro.

Era um tanto nostálgico se sentar naquela posição para ler um livro que seus olhos nunca avistaram antes, preenchia sua mente um pouco atrasada com aquelas escritas, mesmo que não fosse algo da atualidade ele ignorou esse "fato" de continuar desatualizado, mas o local lhe agradava e mesmo o piso de madeira fina era um tanto fria e confortável para se sentar e relaxar. Pausava o livro na página 25 onde fechou seus olhos e puxou bastante ar para seus pulmões, descansava um pouco relaxando seu corpo para continuar a sua leitura. Mas ao abrir seus olhos e percebia um outro livro bastante diferente, tinha um simbolo estranho, mas o nome já viu na Terra, estava certo era um livro de alquimia. Levantou-se guardando aquela escrita da primeira guerra mundial, pegou aquele livro de alquimia que parecia ser bastante avançada e contia algo bastante proibido até mesmo pelos próprios alquimistas. Não era apenas o como criar a famosa pedra filosofal, mas os procedimentos para a transmutação humana, para Deuses é simples brincar tirando e repondo a vida de seres vivos, mas para os próprios alquimistas é desumano e este ato foi banido sendo um dos piores crimes caos fosse cometido, se espantava com o tamanho do conteúdo dentro daquele pequeno livro, antes que passasse a quinta página do livro a sua cabeça se enchia de informações, mas foi interrompido ao sentir um cosmo se aproximando, continuou olhando para o livro, mas esperando a aproximação.

Era um dos guerreiros de Hades, mas não prestou atenção nas vestes que o espectro usava, mas sim em suas palavras. - A Senhorita Cecília de Griffon, a Estrela Celeste da Nobreza, requer sua presença na terceira esfera. - Finalizou se retirando após as palavras. Surpreendia o Espectro de Touro, fechou o livro da alquimia em sua mão e recolocou no mesmo lugar que havia retirado. Respirava fundo para se preparar e encarar mais uma vez a juiza de Griffon, sabia que os espectros eram arrogante então lhe faria se ajoelhar, mas não é exatamente isso que se passa na cabeça de Flávio de Touro, seu passos não foram apressados pois nem mesmo ligava para oque ela queria falar com ele, deveria pegar a confiança dela pois assim agiria melhor dentro do mundo dos mortos, de certo modo ainda estava sendo dito como possível traidor, de fato sua história fazia jus a tanta desconfiança. Estava um pouco longe do seu local de destino então não se apressou, não pode deixar de notar os mortos perambulando pelo mundo dos mortos e saindo de suas tumbas, vigiado ou não tinha que fazer algo, pegava alguns dos mortos pela cabeça lançando de volta ao seus locais, sentia pena ao ver aquela cena, mas todos que estavam ali mereceram aquela punição eterna.

Demorou bastante para que chegasse ao seu destino afinal não era simplesmente de uma esfera para a outra, mas basicamente do outro lado do inferno, seus olhos observou atentamente o lado de fora era um tanto esbelto digno de uma "nobre", mas a pessoa que lhe aguardava ali dentro não parecia nem um pouco "nobre". Andou lentamente subindo os degraus que levava até a área plana antes do portão. Caminhou lentamente até que suas mãos tocassem no portão do grande salão, abriu usando sua força, mas os portões se abria lentamente fazendo bastante barulho, seus passos não mudou nem um pouco continuando cauteloso e bastante lento, mas era possível perceber a extremidade do cosmo da Kyoto de Griffon, não demorou para que entrasse no meio do salão e percebe-se a casa de horrores que a menina vivia,  não se ajoelhou diferente de muitos espectro e seu rosto focou apenas o corpo pequeno de Cecilia, não mudava sua aparência, mas continuou sério. - Oque um dos três Juízes do Inferno, quer comigo? - Perguntou em voz alta o ex guardião da casa de Touro. Seu cosmo negro emanava do seu corpo para evitar um intimidação por parte da Kyoto, cruzou seus braços esperando a resposta dela.



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Re: [RP Fechada] Do you want to play with me?

Mensagem por Cecília de Griffon em Qui Jun 02, 2016 3:29 am



A oitava prisão é conhecida por ser o lugar de suplício e sofrimento daqueles que um dia se voltaram contra o imperador Hades. Dizem que muitos cavaleiros de Athena encontraram suas mortes naquele lugar, uma lenta e dolorosa morte que ecoava por todo o lugar. Ali também se localizava as esferas, moradas dos três juízes do inferno, os espectros mais fortes dentre as cento e oito estrelas malignas de Hades. Os Kyotos eram temidos por sua força, lealdade ao Imperador do Inferno e seus cosmos extremamente fortes, mas um deles em especial chamou a atenção assim que chegou ao inferno trajando sua sobrepeliz. O Juiz de Griffon nada mais era do que uma menina, delicada e de voz serena, de olhar penetrante, porém sombrio. Ninguém podia imaginar o que se escondia por traz daquela aparência inofensiva, ali habitava um espírito sádico, sedento pelo sofrimento alheio, uma estrategista perfeita e uma guerreira brilhante.

Naquela tarde a jovem Cecília estava no salão principal de sua morada, o lugar lembrava um antigo templo grego, o lado externo possuía uma vasta escadaria que levava a sua entrada adornada por grandes colunas, um corredor que seguia de forma lateral para ambos os lados da porta principal era extenso e igualmente sustentado por colunas do mais puro mármore, seguindo em sua profundidade, ainda pelo lado externo, a cella era um tambor cilíndrico sem decoração, fechado por uma cúpula suavemente encurvada de 43,5 metros de diâmetro, tamanha era sua beleza externa, devido a sua construção colossal que, era muito difícil imaginar que se estaria no inferno se, considerássemos apenas a magnificência de tal edificação.

À entrada possuía um pórtico profundo do tipo corrente de planta regular, que apresentava três naves e vinte e quatro colunas ao todo (3x8), como parte de um átrio retangular que devia ter o efeito de destacá-lo da rotunda e no entablamento desta fachada. As dimensões do recinto possuíam quarenta e três metros e meio de altura tornando-o assim mais amplo em seu interior, sua cúpula continha uma abertura circular (oculus zenital), ao centro, com nove metros de diâmetro, que cedia visão ao firmamento infernal, bem como, permitiam que as correntes de ar oriundas, principalmente do vale da ventania negra, percorressem seu interior de forma suave produzindo uma sensação de leveza magnífica.

O óculo encontrava a mais de quarenta metros acima do pavimento e como o diâmetro do recinto tem a mesma dimensão, a cúpula e o tambor, sendo de igual altura, encontrava-se em perfeito equilíbrio, contudo no exterior, esse equilíbrio não era possível, porque para conter o empuxo da cúpula era necessário fazer uma base consideravelmente mais pesada que o cimo, logo o peso da cúpula se concentrava em oito grossos pilares e espessas paredes (sete metros, construídas com materiais mais leves do que o mármore e que iam adelgaçando até chegarem ao topo).

Uma estrutura circular envolvia o interior da imensa construção, se encontrava a quatro metros acima do chão, sua largura era de três metros, cercada por pequenas colunas de mármore, em seu centro uma enorme e adornada cadeira feita de metal precioso e cravejado com pedras de igual nobreza ficava acima do piso do salão central. Nela estava sentada a bela jovem de cabelos alvos e olhos brilhantes, em seu rosto havia um sorriso infantil, mas ainda era possível sentir o toque do sadismo em seus lábios. Seus olhos estavam deslumbrados com a visão a sua frente e a menina parecia estar em um transe profundo.

As mãos muito brancas estavam levemente elevadas a sua frente e seus dedos movimentavam-se com sutileza, muito precisos, pareciam dedilhar um piano no ar. Uma longa e estridente gargalha ecoou pelo enorme salão abafando os ruídos que teimavam em interrompê-la naquele momento. Os olhos eram como dois ônix reluzentes, tão negros como uma noite de céu sem lua, mas naquele instante estavam tão brilhantes que eram capazes de refletir a cena que trazia o belo sorriso a face angelical da menina. Os cabelos alvos caiam sobre os ombros como um manto feito de nuvens, as pontas caiam sobre seu colo espalhadas, deixando as pernas cheias de cicatrizes parcialmente exposta: — Dancem... Dancem... Eu quero ver vocês dançarem. — Mais uma vez Cecília gargalhava.

A frente da juíza havia duas mulheres, uma bela loira de olhos azuis, pele branca, seus traços eram tão belos como os da própria Cecília. Tinha feições finas e delicadas, um belo corpo de estatura mediana. A outra jovem tinha a pele morena e olhos amendoados, seus cabelos negros faziam belos cachos que caíam pelos ombros. Era um pouco mais baixa do que a jovem loira, mas seu corpo não era menos belo e chamativo. Mas seus semblantes de pavor e dor, ambos proporcionados pela bela e perigosa Cecília, ofuscavam toda a beleza daqueles rostos, a Kyoto se deleitava com os gritos de dor das duas mulheres, seguindo com aquele ritual sádico no qual ela controlava o corpo das duas jovens como simples marionetes.

No entanto sua brincadeira, fora abruptamente por passos firmes que adentravam seus domínios, os olhos de Cecilia lentamente se moveram na direção do visitante, observando-o com atenção. Já esperava por sua visita, na verdade, fora ela quem solicitara tão peculiar presença dentro de seus domínios. Dentro todos os servos de Hades, não havia um mais fiel que a Kyoto, seria capaz de matar e morrer pelo Deus sem pensar, mas ela nunca confiou em renegado, não o faria agora. Com o despertar de tantos ao mesmo tempo, a juíza por dias refletiu sobre a situação, procurando a melhor maneira de trata-la. Ainda que fosse dada como louca a jovem era muito perspicaz e inteligente, Cecilia nunca dava um passo sem antes pensar muito bem nele.

Seus dedos suavemente se movimentaram arrancando gritos horripilantes das duas garotas, ao mesmo tempo, um sorriso sádico surgiu nos lábios de Cecilia: — É belo, não é? A fragilidade da vida humana. — Falou baixo em um tom que somente o cavaleiro poderia ouvir. Repentinamente seus dedos pararam de se mover, fazendo com que as duas garotas a sua frente caíssem ao chão. O olhar rubro voltou-se para o cavaleiro: — Então cavaleiro, agora que é leal ao Imperador Hades, é somente leal a ele certo? Deve saber que comandarei os renegados. — Sua voz era suave e doce: — Agora não protegerá a humanidade, mas sim... Vai destruí-la e dizima-la, pois eles não merecem o que tem. —Ela levantou-se majestosa de seu trono, pés descalços a tocar o mármore frio: — Está pronto para isso? — Questionou Griffon o encarando. Uma de suas mãos se fecharam e ao mesmo tempo a jovem morena gritou em agonia, seus ossos se quebravam e por fim sua cabeça girou, parando nas costas, em segundos não passava de um corpo no chão.
Cecília de Griffon


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Re: [RP Fechada] Do you want to play with me?

Mensagem por Flavio de Touro em Qui Jun 02, 2016 12:59 pm

tudo pelo imperador Hades


Dei minha vida para que a geração do século 15 fosse extinta e assim surgisse novos guerreiros, não me arrependo disso e morreria novamente por esses jovens cavaleiros.
R
uflem os tambores para a sua apresentação quase que triunfal, mais do que uma simples mentira não seria o suficiente para agradar aos espectros e Flávio sabia disso no momento que decidiu aceitar e reencarnar. Difícil ter que se rebaixar a ser um completo espectros dos mesmo que desprezou pisando em suas cabeças em pleno século 15, mas era preciso e ele sabia muito bem disso, um cavaleiro alto e musculoso, sua aparência não mudava em hipótese alguma, um olhar frio que desprezava o ser a sua frente, mas não poderia deixar subir a cabeça e ataca-la, aquele homem conteve de forma heroica toda sua raiva dentro de si. Não seria apenas o seu nome manchado pelo sangue de inocentes, seria desprezado por todos e chamado de traidor, incomodava seu coração e sua alma, enquanto seu corpo físico se mantinha de pé e invulnerável, sua alma caia aos chãos em pranto de choro pela situação que seus olhos apreciava, seu controle psicológico entrou em cena e o seu lado humano deveria ser extinto naquele segundo. Previa um chamado por parte de alguém como era bem obvio, seus punhos queriam se fechar após aquela cena, mas o seu autocontrole é claro que falava mais alto, Flávio se pudesse não deixaria nada ali ser impune. Sentia sua pressão sanguínea, sentia seu corpo esquentar e um frio em sua barriga lhe possuir arrepiando até a cabeça, nostálgico para ele que não se sentia vivo por algum tempo. Desejou estar na biblioteca lendo os relatos da primeira guerra mundial e até mesmo o feito histórico que conseguiu na guerra dos cem anos, estava complicado para sua cabeça e por alguns segundos se manteve calado deixando que o silêncio consumisse a terceira esfera. Seu olhar não demostrou recuo diante da situação que estava sendo colocado por Cecilia, engoliu sua humanidade na saliva que descia por sua garganta, tudo que havia conquistado até ali estava indo embora naquele momento.

Deixou que um sorriso sarcástico desenha-se em seu rosto, era uma perfeição em seu rosto mediante ao momento, pensou em destruir uma das bonecas de Cecilia, mas isso lhe colocaria em risco de vida e não podia morrer ainda. - Tudo pelo imperador Hades. - Respondeu com essa frase todas as perguntas ou duvidas que criasse na cabeça de Cecilia, não seria o suficiente é claro que ela lhe mandaria matar um humano, estava obvio pelo comportamento dela e de todos os espectros de Hades. Poderia ser ela subestimando ao taurino, mas ele não deixou isso lhe subir a cabeça sabia de como espectros gostavam de jogar com humanos, Griffon desde eras mitológicas é temido por seu controle com marionetes e Cecilia não era diferente. Sua sobrepeliz parecia ser um fardo pesado que vestia, não sabia como se sentir no momento e temia que sua humanidade fosse maior que suas ações “Essa é minha última missão como Grande Mestre e Cavaleiro de Ouro” Disse nas profundezas de sua mente nebulosa, aceitava como isso e aceitando os riscos, sangue inocente não seria um problema para quem já derramou antes de sua morte. Era como se a esfera encolhesse em linha reta e apenas a Kyoto estava na sua frente mais ninguém, homem de poucas palavras? Talvez, mas a situação lhe colocava em outro rumo, se fosse preciso precisava mudar completamente pois não era algo simples.

Não estava nem perto e nem longe dela era capaz de observar as curvas de seu corpo, seu rosto e o tom de sua pele, a garota poderia ser a mais leal ao imperador Hades enquanto o Cavaleiro de Ouro Renegado, o mais leal de Atena no último século. Um confronto não aconteceria por parte dos dois, sofrer pelas mãos de Griffon faria parte de sua missão, na verdade qualquer coisa que lhe fosse ordenado por espectros faria parte de sua missão. Sua cabeça estava quase pronta para sofrer com qualquer tortura, mas seu corpo por mais grande e forte que fosse não aguentaria muito, em sua profunda mente tinha aquela sua vida como algo que não era seu e sim de Hades, nas profundezas de sua mente a sua nova vida era um fardo que deveria ser jogada no lixo, mas essa pequena parcela em sua complexa cabeça não era o suficiente para lhe mudar de ideia, seus pensamentos engolia qualquer recuo de forma bruta. - Irei repetir a pergunta. - Disse com um tom frio e sereno, direcionado a Griffon e confrontando ela sabia que não sairia impune, mas se ajoelhar ainda estava fora de cogitação. - Oque você quer? Para requerer minha presença não deve ser apenas sermão, poderia ter chamado outros dos renegados para falar asneiras, Cecilia de Griffon. - Respondeu de forma grosseira, era como se ela atrapalhasse ainda o Grande Mestre do santuário, mas poderia ser a melhor conversa para conhecer a sua “companheira” porém isso poderia ir mais além do que esperava, se preparava para qualquer situação naquele local, digno de um homem acima dos doze mais forte de sua época ele se manteve imponente mesmo cara a cara com a morte.



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Re: [RP Fechada] Do you want to play with me?

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