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Ficha da Scarlet

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Ficha da Scarlet

Mensagem por Convidado em Qui Fev 19, 2015 9:03 pm


Dados Básicos
Nome: Scarlet Knightwalker
Idade real: 18 anos
Sexo: Feminino
Signo: Virgem
Reino: Hades
Veste: Behemoth da Estrela Celeste da Solidão

Aparência:


Scarlet é uma jovem mulher que tem um longo e vermelho cabelo, indo até o meio das costas e liso, tão sedoso quanto cetim. Sua pele é alva, o que destaca o vermelho-claro de seus lábios. Scarlet tem uma constituição esbelta, que pode ser descrita pelos outros como incrível (Magra, mas com seios fartos), possuindo asism a beleza clássica de uma jovem Européia. Seus olhos têm uma cor comum, o castanho. Ela se veste de forma bem variada, não tendo um trage padrão, porém suas vestimentas, quando não está usando a sua sapuri, são longas, escondendo as cicatrizes presente em seu corpo.
Personalidade:


Scarlet é uma pessoa muito rigorosa, muitas vezes, criticando o modo de agir de outros espectros, caso estes estejam agindo de forma totalmente inversa ao seu senso do "correto". Ela também é muito impaciente, não gostando de pessoas que não respondem às suas perguntas com rapidez. Ao longo do tempo, vivendo como espectro, Scarlet desenvolveu uma personalidade calculista e fria, ou seja, ela não age por impulso, não importando quais sejam as circustâncias. Apesar de sua personalidade reservada, Scarlet possui muito pouca modéstia e uma visão incomum sobre o conceito em geral das coisas. Ela não tem problema em deixar homens à ver nua, já que, seu corpo coberto de cicatrizes, segundo ela, à faz ser vista como um homem também. Suas cícatrizes são troféis ganhos em batalha. Scarlet possui uma admiração incomum por Hades, não suportando que seu nome seja profanado por ninguém que ela julgue impuro.
História:

Scarlet foi encontrada em Ustka, na Polônia, sem memória. Naquela época, o frio era intenso e as colheitas de seu “pai”, um poderoso fazendeiro, haviam minguado. Com isso, ele não teve escolha a não ser aceitar vender Scarlet à um estranho, que apareceu e prometeu pagar a ele uma grande soma em moedas de ouro, que o salvariam da pobreza certa. Então, Scarlet foi levada por esse estranho, que era um conselheiro real, até Varsóvia, e lá foi criada como se fosse a filha do rei da Polônia, Sigismundo I. Ela cresceu acreditando que era uma princesa, e teve uma infância maravilhosa. Porém ao completar sete anos, seu castelo de cartas desabou. Sigismundo I estava doente e pensou que morreria logo. Ele havia comprado Scarlet pensando já no futuro da Polônia, pois precisava dar uma esposa à seu filho primogênito, Sigismundo II. Embora ele fosse um promissor governante, a maioria das mulheres do reino conheciam sua fama. Mesmo sendo um príncipe, ele era um homem extremamente cruel. A solução, então, mesmo contra a vontade da menina, foi casá-la com o príncipe. Scarlet foi violentada na mesma noite em que se casou, deixando sua pureza escorrer entre os lençóis reais. No entanto, Sigismundo I se recuperou da doença. O filho, casado com uma criança, passou a torturá-la, como ele fazia com todas as mulheres que tivera e com todas as amantes que conseguia ter, mesmo após o casamento. Além de violentá-la todas as noites, queimava-a com cera quente, enforcava-a até que ela quase morresse sufocada e a chicoteava por puro divertimento, entre outras atrocidades, e foi ai que as primeiras cícatrizes surgiram no corpo da menina. O sofrimento de Scarlet durou exatos três anos. Após esse tempo, Sigismundo I começou a ficar temeroso com a reação popular aos atos do herdeiro. Boatos corriam sobre o tratamento que seu filho dispensava à esposa juvenil, e ele decidiu mandá-los em uma viagem, para afastá-los um pouco da corte.
Para não mandá-lo à revelia, Sigismund I incumbiu seu filho de criar relações diplomáticas com a Itália. Para isso, ele deveria viajar para Roma e reunir-se com os representantes do governo daquela nação. Neste momento, a mente de Scarlet já estava fragmentada. Três anos daquele sofrimento diário haviam extirpado todas as suas memórias, criando um ódio crescente pelo maldito homem. Após chegarem a Roma, tomada por esse ódio, furtou uma das facas da prataria do banquete que compareceu, junto com seu vil esposo. Durante a noite, tomada pela sua insanidade, Scarlet cortou a garganta de seu marido durante o sono com a faca. Durante esse ínterim, Scarlet ouviu um pisoteio insano, e sua mente o associou ao bater de pés de um animal grande (Beheemont?). O barulho tornou-se intermitente em sua mente, fazendo com que ela mesma começasse a imitar o barulho loucamente. Após tê-lo assassinado com a faca, Scarlet , tomada por aquela nova loucura, pisoteou o corpo inerte de Sigsmund II, como faria um animal de grande porte (Beheemont?). Embora estivesse em um frenesi de sangue, este não subsistiu por muito tempo. Ela voltou a si após alguns instantes e, percebendo o que fizera, saiu da estalagem, desesperada, com as mãos e vestes ensanguentadas, mas ainda segurando o objeto do assassinato. E foi neste momento de total desvario que ele a encontrou. Em verdade, já procurava por ela há algum tempo. Então foi ai que as janelas se abriram e uma figura demoniaca apareceu ali a chamando e a abraçando e, num piscar de olhos, a levou para o céu noturno, ela desmaiou. E, quando finalmente acordou, percebeu que estava num lugar em que não conhecia. A energia profana da jovem começou a aumentar progressivamente durante seu treinamento naquele local, a ponto de chamar a atenção dos mais alto escalão de espectros.
O tempo que Scarlet passou próxima às legiões de Hades não foi muito produtivo para a espectro. Além de contabilizar um encontro mal-sucedido com Liah de Corvo, no qual foi forçada a recuar para não desagradar o Imperador das Trevas, Scarlet não obteve muitas vitórias pessoais. Conheceu vários de seus futuros companheiros, mas nenhum deles pareceu-lhe realmente amistoso, exceto Dimitri e Saulo. Dimitri foi um espectro que Scarlet conheceu por pouco tempo, mas que balançou-a um pouco, pois era o único que a tratava de um modo diferente de todos os demais. Saulo, por sua vez, era um juiz dos mortos, mas havia um clima de proximidade e sedução entre os dois. A imponência do homem havia despertado um interesse verdadeiro na Estrela da Solidão. Contudo, as experiências ruins foram mais rotineiras do que as boas. Scarlet acabou ajudando, involuntariamente, a despertar Phantasos no corpo de Kin, que era uma espectro de menor porte. A polonesa nunca soube da história toda, nem dos porquês, mas a presença de Phantasos passou a mexer com ela. E foi nesse momento em que Scarlet resolveu entregar-se completamente ao Reino de Hades, e foi nesse momento também, que começou a ficar mais fragilizada. A partir do momento em que Scarlet passou a ficar mais fragilizada, Saulo passou a ser importante em sua vida, ajudando-a a superar parcialmente seus traumas e começar a desenvolver seu poder latente. Meio sem querer, Scarlet retribuiu o gesto, ajudando Saulo a recuperar um pouco do controle que havia começado a perder. Foi ela quem o acordou após o encontro com Oneiros, fazendo com que mais uma vez os olhares dos deuses dos sonhos se voltassem para ela. E a noite em que Scarlet agradeceu-lhe a ajuda prestada marcou um momento que seria decisivo para a vida da polonesa dali em diante. Sem que ela soubesse, naquela noite ela havia ficado grávida de Saulo. Então, Pandora os chama, no dia seguinte, para atacar o Santuário. Ao que parecia, a primeira missão verdadeira de Scarlet iria começar. Infelizmente para os espectros, o ataque foi mal-sucedido. Não conseguiram trazer a cabeça de Athena, e ainda permitiram que o objetivo dos cavaleiros de Athena fosse alcançado: a perda da imortalidade dos espectros.
A falha na missão teve graves consequências para os exércitos do Imperador. Muitos espectros começaram a ficar temerosos sobre seu futuro, e alguns partiram para se aprimorar. Saulo foi um deles, sumindo sem deixar rastros após o fiasco no ataque ao Santuário. Scarlet passou alguns dias reclusa em Heinstein, passando-a, pela primeira vez, temer por sua vida. Ela imaginava que Pandora convocaria os espectros para dizer algo ou orientá-los. Mas antes que isso acontecesse, a revelação mais terrível de sua vida veio, e ela descobriu que estava grávida. Sua mente fragmentada começou a entrar em colapso. Os pensamentos se amontoavam. A única sensação que ela sentia era a dor do parto, que viria em nove meses. E para Scarlet, sentir dor, qualquer dor, era inconcebível. Ela vivia para causar dor, não para sentir. As crises de loucura começaram, e ela gritava sozinha, sem ser ouvida ou auxiliada. Saulo havia sumido. Não havia ninguém que pudesse lhe dar suporte. Em pouco tempo, sua mente não aguentou o trauma, e ela entrou em estado de choque. Alguns dias se passaram, com Scarlet nesse estado. Ela não comia e não bebia nada, e muito provavelmente morreria, se não fosse a súrplice. Pois a própria sapuri, que um dia tinha abraçado-a, reconhecendo nela uma guerreira mais formidável que sua antiga dona, agora a abandonava. Scarlet já  não era mais a mesma. Seu olhar finalmente se apagava. E então, séculos e mais séculos se passavam, até que um novo chamado de Hades surgia... Parecia que havia sido ontem, o dia de sua morte, mas desta vez não estava mais grávida, mas levava consigo as sequelas daquela época. Scarlet estava diferente, desta vez em forma de espectra, reanimada por Hades e os olhos dela, distantes, esqueciam-se dos amigos e amantes que fizera naquele local, que agora fazia parte apenas de um devaneio indistinto, guardado profundamente no cerne de suas memórias frágeis. Seu cosmo, fervente, pronto para tudo e qualquer coisa depois de treinamentos árduos durante a sua "vida", estava enfim pronto para ser provado.
Convidado
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Re: Ficha da Scarlet

Mensagem por Poseidon em Qui Fev 19, 2015 11:46 pm



aprovado



Ficha bem feita, historia flui de forma agradável. Escrita memorável. Parabéns. Ficha aprovada, porem, o rank desejado necessita de um teste narrativo. Logo estarei postando o enrendo de seu teste

Créditos finais: Saint Battle of Gods
Poseidon
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Re: Ficha da Scarlet

Mensagem por Poseidon em Sex Fev 20, 2015 12:01 am

Teste Narrativo:

Scarlet encontra um homem que se diz seu filho, esse homem diz carregar consigo todas as lembranças perdidas de sua mãe. Descreva como Scarlet agiria nessa situação.
Poseidon
Olimpianos
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Re: Ficha da Scarlet

Mensagem por Convidado em Sex Fev 20, 2015 7:35 pm


~`'°o,¸ ¸,o°'`'°o,¸ ¸,o°'`'°o,¸ ¸,o°'~
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~~<<<------(==Scarlet: A Estrela Celeste da Solidão==)------>>>~~
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O tempo passa inadvertido para quem se entrega às suas atividades com afinco. Scarlet podia dizer que a exaustão diária era devido a sua obrigação ou ao seu cargo, mas mentalmente preferia admitir que esses treinamentos eram parte de sua "vida". E eram, de fato. Por mais dor que encontrasse em seu caminho, nada que uma vitória seguinte não lhe arrancasse um sorriso oculto. A frieza que a Estrela da Solidão exalava protegia suas emoções mais intrínsecas. Scarlet, em mais tenra idade, fora consagrada spectra detentora da sapuri de Behemoth. Desde então, exercitava-se com esmero, seja em solitário nos arredores dos domínios de Hades, seja em companhia dos demais espectros ou até mesmo orientando seu outrora infantil Pupilo, o pertinaz Jacinto, atual espectro de Papyllon. Europeu como sua mestra, no início dos treinos apresentava muita resistência e não conseguia ser demovido da ideia de que europeus não eram bem concebidos no ocidente. Graças à Saulo, aceitou sua condição Européia, comprovando sua personalidade intrépida. Tal fato orgulhava Scarlet e regozijou-lhe o coração, uma vez que pelo aluno nutria um carinho imensurável, porém nunca demonstrado em gestos ou palavras (Por ele, Scarlet possuia um carinho maternal). Era munida de certa frieza para lidar com suas relações da patente, mas os reais sentimentos eram-lhe subjetivos. Não duvidava que Jacinto percebesse-lhe o afeto, demonstrado em forma de lições tanto para seu destino de espectro quanto para sua vida. Assim esperava. Após Jacinto ir de encontro à uma missão longe dos domínios de Hades, Scarlet entregou-se completamente aos treinos individuais ou ao auxílio de lecionar técnicas a outros Espectros. Para isso, possuía uma grande aliada podendo ser ao mesmo tempo denominada rival. Tratava-se de Liah de Corvo. Afamada como a espectro mais valente, possuía golpes e técnicas capazes de romper com os mais extensos perímetros ou até mesmo de obliterar os mais potentes adversários. Scarlet reconhecia-o e admirava a companheira de combate. Não aceitava comparações provenientes de ninguém e nem delas mesmas, tampouco concordava em despertar rivalidade entre ambas. Tal fato não era da conveniência de Liah desde que se conheceram. Scarlet foi um constante alvo de Liah, motivado pela eterna disputa que o 'Corvo" insistia em colocar entre ambas. Sucessivas batalhas desgraçaram momentos na Terra. Os Espectros do deus Hades nunca deixariam de entregar a própria vida em nome dos desejos de seu mestre e assim aconteceu com Scarlet participando direta ou indiretamente, confrontando os mais incomuns inimigos. Mesmo em condição feminina, sua veemência lutadora era equiparada a de um homem, assim como Liah. Nas redondezas do domínio de Hades, o céruleo do céu nunca revelara-se tão nublado, mesmo em um pequeno período de 'paz'. Os treinamentos seguiam diariamente e exatamente naquele dia, Scarlet exercitava-se não querendo entregar-se à extenuação. Como poderia? Não queria aparentar descuido. A aprendiz à sua frente, uma menina poucos anos mais nova mas com agilidade de uma real guerreira, tentava não declarar cansaço. No entanto, o corpo trai a mente quando essa obstina-se por algo. As pernas da futura espectro envergaram e caindo ao chão, declarou a Scarlet:
- Scarlet... não aguento mais... - Disse a discípula.
- Tudo bem. - Consentiu Scarlet, dando-se conta do avançado da hora. - Trate de descansar porque amanhã não a quero entregue à exasutão.

Antes de dispensá-la, Scarlet balbuciou, contemplando a noite que chegava:
- O treino... se quer o melhor dele para si, deve ser considerado atividade integral em sua vida. Apenas assim conseguirá o que deseja. Pode ir. Amanhã, no mesmo horário. Até mais.
Não voltou o rosto para a pupila. Apenas direcionou-se para seu rústico aposento. Lá adentrando, reconheceu o próprio cansaço e sem hesitar, atirou-se no único sofá daquele compartimento;
- Quais seriam suas palavras se me visse assim, aparentemente derrotada...?
Inquiriu para um alguém não especificado. Talvez para quem tivesse o poder para desordenar-lhe a mente. Estática naquele sofá, durante poucos minutos ficou a pensar.
- Eu preferia começar a saber de você, Liah. Quantos impropérios relativos a fraqueza você me atribuiria? - Perguntou, embora a 'amiga' não estivesse.
Embora Scarlet estivesse estatelada no sofá e entregue aos devaneios, a hora não ia alta. Mesmo assim, vencida pelo cansaço dos exercícios, as pálpebras ficaram frágeis para o sono involuntário. Adormeceu, ainda questionando as palavras de Liah.
- Não há duelo que se perca quando você sente cada partícula do universo percorrer seu corpo... sinta-o inveteradamente em cada combate como se o sangue jorrado fosse lavar sua alma... Scarlet. Você é a representação de Behemoth e a você é delegado o dom da perspicácia, força e da sabedoria humana. Use-o sempre para proteger-se além da força física pois essa quando se equipara à da mente, caracteriza o valor de um guerreiro. E saiba que de tudo você pode nutrir pelo adversário, menos condolência e medo. Entregue-se ao seu combate e considere-se vitoriosa por somente saber quem você é! - As palavras ecoavam no subconsciente de Scarlet, adormecida.
Despertou de sobressalto. Ao acordar, o timbre da voz rouca ainda soava em sua mente, embora em palavras não lembradas. Meneou a cabeça negativamente.
- Minha autocrítica consegue ser maior que minha vontade de descansar.- Balbuciou Scarlet.
Já com o sono perdido, ergueu-se do sofá, direcionando-se à pequena geladeira para pegar uma fruta. Forrou o estômago com uma maçã. Como no cômodo fazia muito calor, resolveu passar um tempo no lado de fora, ainda não tão deserto àquela hora. Alguns espectros deveriam estar aproveitando o final do dia para refrescar-se no rio ou para colocar em dia a sua humanidade tão repugnada naquele ambiente. Também tencionando fiscalizá-los, Scarlet recolocou sua sapuri e foi de uma vez para fora. Realmente, os espectros sentavam-se em grupo e cochichavam seus segredos, como meras "garotinhas" que buscavam sua identidade negligenciada ao longo do dia.
- Fiquei sabendo de que há um invasor se aproximando nas redondezas... - A voz de um dos espectros fez-se ouvir.
- Duvido. Não há um ser se quer que ousaria se aproximar das legiões de Hades! - Respondeu o outro.
- Mas o grupo de espectros responsável por averiguar a situação, até o momento, não retornou! - Respondeu.

A conversa não escapou da audição aguçada de Scarlet, ainda mais por ouvir se falar de um grupo de espectros responsáveis por averiguar a situação, não retornar.
- O que vocês estão falando? - Arguiu Scarlet, aproximando-se do grupo de espectros.- O quê está havendo no domínio de nosso Senhor?-Continuou.
- Ah, Scarlet... você ainda não soube? Ao norte, foi avistado uma figura infantil, espectros foram enviados para averiguar tal informação, mas nenhum deles retornou. - Explanou o espectro.
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